Eu sou tudo e nada

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Fugir da dor não nos leva para longe… porque tudo o que somos sempre vai junto.

Há momentos em que não conseguimos orar com palavras, e ainda assim o céu entende tudo.

"Se Deus não for tudo na sua vida, primeiro Ele também não vai ser." Pr Yvam Vieira

⁠O muro de Berlim, um dia se rompeu, porque nem tudo se resolve com um muro e quem escolhe ficar encima dele, assume o risco de cair para um dos lados, inclusive para aquele que não gostaria.

O que poderia dizer para ter aquilo que mais preciso? Se tudo o que quis foi o que perdi, e a dor se somou ao partir do que se fez insubstituível? Onde encontro a presença que o fogo da alma tanto almeja? Para onde vão os sonhos que nunca são vividos, e as palavras perdidas entre pensamentos e memórias?
Quero tudo agora! Imediatista e impulsiva, sigo trilhando caminhos tortos. Sinto a chama, aos poucos, queimar o que resta. Acendo a vela, mas não sou do tipo que faz preces, ao mesmo tempo em que não posso proferir o que mais quero. É estupidez, ou há nisso tudo algum sentido? Para o coração, é melhor parar ou seguir batendo nesse ritmo perdido, porém que nunca cessa?
- Marcela Lobato

Se os seus pensamentos são positivos, tudo em sua volta será radiante como o sol.
TU é CArinho!

⁠Sem você, fico em fúria e mantenho um vazio, até porque tudo em mim explode, tudo implode. Sensações descontroladas, vida agitada. Ar entrando fragmentado, sinto e imploro: o céu é o limite, vamos caminhar!

⁠Tudo o que é diferente tem o seu valor extra. Boa tarde!

⁠Mas tudo isso pode ser amor,
ou apenas um sal sem sabor.
Estamos em caminhos dos quais não podemos voltar, mas apertar o play é tão excitante!

O amor migra no tempo
Quando amamos, tudo é real. Mas, quando esse amor migra para o passado, os anos vão passando e nós seguimos aqui. Até o tempo se dilui, a ponto de quase não restarem lembranças. Nada resiste ao tempo, principalmente quando o coração se perde no espaço, na dimensão da eternidade.
Autor: Yonne Moreno

É curioso como o todo se dissolve
e se transforma em um tudo incerto.
Peço uma pausa —
a cabeça gira,
e o medo encontra morada.

O amor, outrora suave,
capaz de embalar o coração,
até aquele que nos lança
à vertigem do “te amo”,
perdeu o encanto
e virou eco vazio no mundo.

Antes, era açúcar cobrindo a alma;
hoje, carrega um amargor silencioso,
que caminha junto
ou nos espera,
paciente,
em algum ponto do tempo.

Não mate tudo aquilo que depositei em você.
Não se iluda, pois o inferno existe — é insano, mas real.
Não se engane: feche os olhos, sorria e me siga.

A promessa, a verdade e o tempo
Você precisa me dizer se o seu coração está bem.
Agora tudo é mistério, e ainda assim, tudo faz sentido.
Agora eu entendo aquela promessa dita: um mundo cor-de-rosa.
Você prometeu um mundo onde não cabiam tristezas nem mentiras.
Você não mentiu…
O tempo é que não foi verdadeiro.

Meu lugar é aqui
Tento proteger seus olhos, que sorriem, em um mundo onde tudo pode ser acolhimento e esperança. Ainda assim, eu estou aqui.

Amor em Segundo Plano

Fomos donos e agora sócios honorários.
Sei lá… tudo vai se tornando tão estranho, até porque o amor se tornou segundo plano — o plano B de cada um, uma loteria ou, talvez, um carma cardíaco em que o perdão é essencial.

Um dia, a felicidade nos abraçou

Há momentos em que fazemos de tudo para esquecer coisas boas vividas no passado, por vários motivos: ódio, ranço, apatia — enfim, um leque de razões.

Só que nos esquecemos de que a mente já está carregada, preenchida por aqueles momentos de amor. Eles estão fotografados, grifados, tatuados por dentro. E, por mais que tentemos, não conseguimos apagar — e talvez nem devamos. Eu penso assim.

Então, não é que não saímos do passado; há vezes em que precisamos esquecer a ira e voltar apenas para sentir que, um dia, a felicidade nos abraçou.

O amor, a paixão, foram tão marcantes, tão intensos, tão deliciosamente vivos, que não conseguimos esquecer por completo. Ou, quem sabe, fazemos questão de voltar para reviver a sensação do extraordinário que um dia experimentamos.

Quase tudo!
O dinheiro compra quase tudo: justiça, amigos, status, mentiras, silêncio e tantas outras coisas. Mas há algo que ele ainda não pode comprar — a morte. Pelo menos, por enquanto.

Aplausos vazios

Falar de você novamente pode até render aplausos, mas tudo me provoca vertigem, como se pudesse ruir a qualquer instante,
sem reacender, sem renascer.
Histórias antigas já não mimam mais o meu eu.

O Despertar da Verdade

O sistema controla tudo, mas não o meu coração.

Fico pensando que, no vale, também há luz e tempestade; sendo assim, acredito que ele seja uma mansão de sentimentos, e não um depósito de ilusões. Digo isso porque você mente tanto que chego a duvidar até das águas passadas.

Mas, ainda assim, digo a ti: não se pode jogar a verdade na valeta dos escombros, até porque, um dia, ela desperta e luta, exigindo o que é seu.

A taça Azul
(porque nem tudo que vemos, compreendemos)

E, ao lembrar — apenas recordar — daquela taça azul, percebo que já não a vejo como antes, pois ela está meio limpa e meio suja; meio eu a vejo, meio eu a entendo.

Às vezes, as palavras se aprisionam em nossa mente, e nem precisam ser ouvidas. É justamente nesses silêncios que, tantas vezes, os problemas vêm ao nosso encontro.