Eu sou tudo e nada

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Homem que trata bem e respeita sua amada, pode viver tranquilo, pois ela não o troca por nada.

Inserida por sergiocancioneiro

Oh! Que pena tá preso, nunca soube de nada, nada era dele, era um "santo" era um "grande" presidente.
Mas quem será que liderou o rombo do País?
Quem será que administrou a maior corrupção no País?
Quem será que afundou o País na segurança, no trabalho, na saúde e na educação?
Quem será que deixou os pobres mais pobres e os ricos mais ricos?
Por que será que colocaram um inocente na prisão? Coitado era tão bonzinho!

Inserida por sergiocancioneiro

Não tenho nada contra ninguém, e sim a meu favor.

Inserida por sergiocancioneiro

Se não tens nada
de valor, certamente
não terás inimigos.

Inserida por sergiocancioneiro

Nada é impossível ou difícil quando: a gente sabe, a gente quer e corre atrás, sem desistir.

Inserida por sergiocancioneiro

⁠Nada é eterno durante a vida, e sim após a morte, a vida tem um fim, a morte é infinita.

Inserida por sergiocancioneiro

⁠NAMORADA: Palavra que transforma o amor em NADA.

Inserida por sergiocancioneiro

É evidente que do mundo não levamos nada, mas abrir mãos de seus direitos é partir com a faceta de idiota, portanto, lute por justiça.⁠

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠Nada é eterno com exceção das memórias póstumas, após análise criteriosa entre o bem e o mal.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠Na política cada agente tem o seu papel que não é nada higiênico.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠Eleições eivadas de nódoas, não há nada de positivo, causa asco nos cidadãos esclarecidos, mas não é possível mensurar essa barbárie.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠O voto é a conquista da classe política, pois em nada favorece a sociedade.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠Sê tu pessoa de bem, mesmo que o mundo não lhe dê nada de bom, mas sem permitir que te façam de bobo.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

Que triste é a vida do ⁠bajulador, pois sabe que não tem valor em nada que faz, então se torna especialista em bajular.

Inserida por DrDavid

⁠Não aceite nada que não seja "PROMESSAS DE DEUS" na sua vida.

Inserida por DrDavid

⁠No ventre do Nada, um eco sussurra,
um som sem origem, que o vácuo murmura.
É cifra que dança na sombra da luz,
onde o Verbo não fala, apenas seduz.

Quem forja os limites do que não tem fim?
Quem planta a centelha no pó do jardim?
Ali onde a forma se curva e se esconde,
jaz o Mistério que tudo responde.

Se a chama é oculta no seio do gelo,
qual é o segredo que anima o anelo?
E se o espelho do céu é o chão que se quebra,
quem lê as palavras que o tempo celebra?

A teia do real, tecido sem cor,
é feita de névoa, silêncio e ardor.
Nela os números cantam, os ângulos oram,
as letras se curvam, as formas devoram.

No olho do ciclo que nunca termina,
há um ponto imóvel que tudo domina.
Mas quem o percebe? Quem nele repousa?
O sábio sem rosto ou a estrela que pousa?

Sete são os portais e doze os sopros,
mas qual é o nome que habita os próprios?
Se a rosa gira e jamais se fecha,
qual mão invisível a forma e a deixa?

Há ouro no vento e sal nas estrelas,
há mapas gravados na pele das velas.
E quem decifrá-los, será como um rio:
fluido, sem margem, sem tempo, sem fio.

O que tudo contém
mas nada é, quando o tudo convém?
Sussurre o enigma ao silêncio que paira,
e a Chave surgirá onde o eco não falha.

Inserida por abrancs

⁠No princípio, o som não era som.
Era uma intenção tímida,
um arrepio do nada
suspeitando que poderia ser algo.
Então veio o ritmo —
não por desejo de música,
mas por saudade de ordem.
O caos teve inveja da simetria.
E dançou.
Deus ainda não era Deus.
Era apenas um ponto de interrogação
com vertigem de consciência.
Questionou-se. E isso foi luz.
Foi quando o tempo,
esse estagiário do eterno,
decidiu andar.
Um passo por dúvida,
dois por desejo,
e tropeçou — na matéria.
A primeira pedra?
Era um pensamento que esqueceu de ser leve.
A primeira árvore?
Uma ideia enraizada por engano.
O primeiro corpo?
Um gesto que ficou preso num espelho.
A carne não veio com manual,
mas veio com sono.
E o sono inventou o sonho,
só pra que o impossível tivesse um lugar onde ensaiar.
A mente surgiu tarde,
mas fez questão de parecer a autora.
Ela colecionou razões,
explicou a morte antes de entender a manhã,
escreveu manuais para sentimentos
que só se abriam com lágrimas.
Enquanto isso, o coração,
esse motor sem engrenagens,
continuava batendo como se soubesse de algo
que ninguém mais lembrava.
Veio o amor —
não por nobreza,
mas por falha no código da solidão.
Uma rachadura bem-vinda.
A gente se olhou,
e isso nos doeu.
Por isso continuamos.
Vieram as cidades.
Empilhamos medos e chamamos de prédios.
Cercamos a dúvida com concreto
e demos ao absurdo o nome de “rotina”.
Mas dentro, bem dentro,
sempre havia um pássaro —
não uma alma,
mas um instinto de verticalidade.
Você já sentiu isso?
A sensação de que esqueceram de te explicar o essencial,
mas mesmo assim você continua,
como quem sabe de um segredo
sem saber qual é?
Então, veio a poesia.
Não a que rima.
Mas a que lembra.
Veio para dizer que o invisível é real,
mas tímido.
Que o silêncio é uma linguagem antiga,
e que toda saudade é, na verdade, memória de algo
que ainda não aconteceu.
E é por isso que escrevo:
porque talvez alguém — você —
esteja à beira de se lembrar.
…o que chamamos de “eu”
é só uma assinatura mal lida,
rabiscada por um autor que escreve com luz
mas esqueceu as vogais.
Toda identidade, no fundo, é empréstimo.
Uma roupa vestida pela consciência
só pra ela poder brincar de “gente”.
Mas e se o nome que repetes todos os dias
não for teu verdadeiro nome,
mas o eco do chamado que ainda não respondeste?
E se teu rosto for apenas uma metáfora
que teus ancestrais esculpiram com medo de se perder?
E se você for mais próximo da dúvida do que da certeza?
Os deuses…
ah, esses velhos astros aposentados
que agora moram em memes e marketing —
eles não morreram.
Eles viraram neurotransmissores.
Marte é um pico de cortisol.
Afrodite, uma oxitocina bem colocada.
Hermes, um pensamento acelerado demais para dormir.
E você os invoca sem altar, sem saber.
Cada impulso teu
é um mito em versão beta.
Já percebeu?
O inconsciente é só o backstage onde o Real tira os sapatos.
Ali, o medo faz cafuné na tua coragem
e o amor veste a roupa da raiva só pra testar tua escuta.
E o tempo?
Ah, o tempo nunca andou pra frente.
Ele é circular,
como uma desculpa elegante que o universo encontrou
pra você rever suas lições com disfarces novos.
Por isso os encontros se repetem.
Por isso você sonha com coisas que não viveu.
Por isso certos olhares te dizem “voltei”
quando tudo ao redor insiste em “prazer, quem é você?”
Há uma memória antes da memória.
E é ela que este poeta tenta tocar.

Inserida por abrancs

Amar de verdade significa doar-se sem esperar nada em troca, nutrindo o outro com generosidade e abnegação.


(2 Coríntios 9:7, 1 Pedro 4:10, Filipenses 2:3-4 e João 15:13)

Inserida por macjhogo

⁠O que você diz não prova nada, mas suas ações constroem as evidências que testificam quem você realmente é.

(ver Tiago 1:22, 2:14-17; Mateus 7:21-27; 1 João 3:18 e Miqueias 6:8)

Inserida por macjhogo

⁠"De nada adianta decorar versículos se o coração não os traduz em atos de transformação."

Inserida por macjhogo