Eu sou tudo e nada

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⁠Não sou sério, sou normal.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Sou um pássaro por aí, a liberdade é meu céu.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Sou pequeno, de alma grande.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Sou um pássaro, cadê, a minha árvore.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Não sou, um carro.
Mas, acelero.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Acordar, e ter a certeza, que ainda sou útil.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Odeio, consertar um erro.
Sou meio desconsertado.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Nao sou perfeito, mais pretendo ser.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Sou um rio, de aguas profundas.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Não sou o tempo todo um poeta, sou médico também.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Não sei desistir, sou teimoso.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Sou árvore, sou sombra.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Meu coração cabe o mundo, sou como uma praia cheia.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Com os fios das tramas da vida
faço a minha coreografia
para me dar o amor que sou
merecedora e dele adoradora.

Ter a vigília quebrada pelo canto
do Quero-quero e pelo encanto
da brisa que enfuna soprando
a delícia convicta de estar viva.

Olhar além como se estivesse
no mais alto mirante da Humanidade,
onde o mal se torna apenas um detalhe.

Sem temer a opinião alheia,
continuo como inabalável a mesma,
você queira ou não queira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Margarida das dunas

Com o mesmo balanço
da Margarida das dunas
assim sou poetisa do Sul,
Minh'alma tem tudo e mais
um pouco de Amazônia Azul,
Te coloco na minha paz
e você me retribui com a sua,
Entendemos o bem que isso faz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Borboleta-do-manacá
dança no caminho,
Sou a poetisa do meu
próprio destino
e de quem também
deseja poeta vir
a se tornar e espalhar
poesia por onde precisar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Vanera

Nesta minha veia
flui a Vanera,
Do meu amor sou
a eterna Prenda,
e nós dois: o poema.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Jamais escrevi ou escreverei
uma carta ao General
porque sou estrangeira,
quem o prendeu injustamente
é partidário do absurdo:
Para que não haja mais
nenhum novo abuso
resolvi que nunca com
ele irei me comunicar,...
Por isso escrevo épicos
poemas da minha total
responsabilidade
para que da tropa,
de civis e dele como
preso de consciência
ninguém se esqueça;
E sem seletividade
alguém a mão à cada
um deles estenda,
do nada resolvi ser
voz para clamar,...
O General foi preso no dia
treze de março do ano
de dois mil e dezoito,
no meio de uma reunião pacífica,
de uma mentira ele tem sido
há mais de dois anos vítima,
não teve acesso ao sol da justiça,
No meio desta pandemia
ninguém sabe como ele está
na prisão em Fuerte Tiuna
que não deixam mais a comida,
roupas limpasà ele entregar,
só água de vez em quando pode entrar,
e assim tenho sido voz a reclamar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Desde este distante
e meu enfadonho
isolamento social
sou testemunha
ainda viva
de um toque de
recolher na Bolívia
sem nenhum
auxílio alimentar,...
Onde falta bravura
sobra covardia,
o Exército que
ao povo deveria
proteger se colocou
em enfrentamento
na fronteira em Pisiga;
Os abusos contra
a filha mais
frágil de Bolívar
só aumentam todo dia,
há repressão até
para quem ao povo
tenta dar comida,
Abram as páginas
dos jornais e vão
ver que não é mentira,...
Falo por humanidade,
sobre o quê um
vírus foi capaz
de mostrar quem é
gente de verdade;
na pele sinto a dor
daqueles que não
deixam regressar
e dos que foram
surpreendidos e tiveram
a expectativa traída
por todo o lugar
onde deveriam amparar;
Sofrendo por tudo
o quê se passa
nesta Abya Yala,
só não vejo sinais
de vida há mais
de três semanas
da tropa e do General
que está aprisionado
injustamente há
mais de dois anos
por uma grande
miséria existencial
de quem não quer
se reconciliar
e conhecida desgraça.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Jamais escreverei
uma carta para
o General que está
preso inocente
em Fuerte Tiuna
porque sou estrangeira,
Foram escritos por
mim poemas demais,
e ele nem idéia faz,
mas são todos
de minha total
responsabilidade.

Não é difícil de imaginar
que não vão me deixar
ultrapassar a fronteira.

Semeando, produzindo,
e ensinando,...
Compartilhando,
abraçando
as filhas e os velhos
pais agora só
na memória afetiva,

Com as amorosas
palavras da irmã
e as saudades
dos tempos
em liberdade
do filho a mesa
do almoço
que no coração
da Mãe doem demais;
Não escutaram mais
mais a alegria da gaita
e os acordes do cuarto,
Que as deixava em paz.

Não é segredo nem
ao poeta que venho
pedindo insistentemente
a liberdade do General,

É notícia recente
que penas variadas
serão revisadas,

De novo peço que
não se esqueçam
dele que nada deve,
e hoje até de saúde
mui frágil padece.

Inserida por anna_flavia_schmitt