Eu sou tudo e nada
Ja morri mais de mil vezes em meus sonhos, aí acordo e me vejo ainda mais vivo. Nos meus sonhos sou mais feliz...(Mario Valen e Olivia Campos)
Sou amigo do silêncio. Escravo da solidão. Ladrão dos teus segredos. sou comparsa do teu amor bandido...(Mario Valen e Olivia Campos)
Não sou propriedade de ninguém, e nem tenho priore por ninguém. Sou atento a todos que me participam...(Patife)
Não gosto de me sentir propriedade de ninguém, sou livre para ir e vir, mas sempre com a mesma ternura. Mas nesse meu ir e vir, pode ser que não a reencontre, esse é o preço que tenho a pagar...
(Saul Belezza - Mario Valen - Patife)
Sou daqui mesmo, terra boa e santa.
Onde tantas e tantos já descansam.
Lugar bom de se viver, de famílias puras.
dentre elas, a minha e a tua.
Não seria justo, falar da minha, esquecendo a tua.
Terra dos Freitas, Pereiras, Martins, Faria,Cabral e Venceslau.
Sem esquecer os Procopios e dos Buenos, Avelinos
Nesse mundo raro, não posso me esquecer dos Barros.
Vejo as pessoas felizes, mas não esqueço os Rodrigues.
As vezes fico tenso, mas aí me lembro dos Lourenços.
As vezes até esqueço de nomes, mas jamais dos Gomes.
Escrevo coisas sem eira e beira, sem esquecer dos Vieiras.
Sem presunção, mas não posso esquecer os Assunção.
Mas respeitos a todas, com maior admiração...(Patife)
Sou simples, sem frescuras, e dou toda liberdade da companheira extravasar sexualmente. Comigo é claro...
(Patife)
*Sou um jovem do passado que vive o presente, com a certeza que no futuro o passado vai estar presente.*
(Saul Beleza)
IMPROVISANDO...
Sou apenas um poeta,
uma alma pura e repleta
de paz, amor e poesia.
De tristezas e de alegrias,
de sonhos e de realidade.
Também das ilusões da vida.
POETA É FLOR SACUDIDA
NOS BRAÇOS DA TEMPESTADE.
Sou apenas um poeta, tal qual um jardineiro apaixonado pelas flores que cultiva e que lindamente compõem o jardim da sua vida, a saber, as mulheres.
Sou amante da simplicidade!
E para lhe dizer a verdade
Das poesias,
Que já li
Você é a mais bela,
Que eu já vi...
"No fim, sou só um poço de poesias.
Onde se afogou todas as minhas alegrias.
Água amarga, da mais profunda das cacimbas.
Pode ser que, minha felicidade, seja só uma criação minha.
De todas as que já criei, a mais bela das fantasias.
A mais intensa das emoções, infelizmente, não pode ser escrita.
A solidão, torna-me as palavras vazias.
A paixão é uma faca de dois gumes, que têm uma lâmina fria.
Lâmina que fere, e as vezes, nem mesmo o tempo, é capaz de curar as feridas.
Eu tentei ser sua companhia, sua felicidade, sua alegria.
Mas você afogou em mim, todo o amor que, gritava ao mundo que sentia.
O amor que me prometia.
Eu entendo o porquê dessa covardia.
Você descobriu que, no fim, sou só um poço de poesias..."
Sou prisioneiro do que fora dito, escravo do que ficou por dizer.
Sonho com as palavras que ela não disse, meu pesadelo é sem ela viver.
Ser feliz sem ela, ilusão do meu ser.
O ardor que existia naquele olhar, hoje é um todo blasé.
Dor, sofrimento; à minha existência, já não existe mais prazer.
Ver para crer.
Crer para ver.
És a mais bela, és perfeição, és um coral de anjos, mas o que sou sem você?
Pra um amante da razão, graças à sua ausência, até a loucura estou tentando entender.
Em um quarto escuro, devaneio um futuro impossível e escrevo palavras que sei que ela não vai ler.
A cada dia, a cada hora, a todo minuto, eu luto pra aquela lágrima não escorrer.
Enxurrada de emoções, cacimba de desgosto, poço de dor, o que um dia fora o meu bem-querer.
De dentro da cela dessa paixão, fito a janela e não vejo um novo amanhecer.
Longe do fulgor do seu olhar, não me existe um alvorecer.
Para o meu desalento, os grilhões desse sentimento, sou incapaz de romper.
E por isso fiz-me prisioneiro do que fora dito, quiçá, escravo do que ficou por dizer…
Claudia
não me pertenço mais há muito não sou sou meu
me reparto e entrego sou tão seu
e só assim me completo nessa de não ser
me refaço em tuas mãos no teu toque
onde habito agora nos vagos pensamentos
nesse teu cheiro não me pertenço mais
a muito não sou meu
Tem gente que acha que vivemos em função deles...
Não sou compasso pra tá girando em torno de ninguém!!
Um sinal de amor pra minha namorada
Um grande beijo no coração
Dizer que sou poeta é meu orgulho pois essa sempre foi a minha profissão
Sou uma flor no deserto e sou um girassol na escuridão
Na pandemia fui um poeta guerreiro e hoje só estou em melhor opção
Sou uma manifestação de todos os estados coletados de Matéria. Estou ciente de quem sou. Não faço desculpas pelo que sou, nem pela minha natureza excessivamente curiosa. Aceito o meu ser e sei que, para eu ocupar este lugar específico no Espaço/Tempo, cada Onda dentro do Universo deve ter coassinado a minha Existência e, da mesma forma, deve estar “Ciente” do meu “Ser”, em algum sentido Cósmico ou outro.
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