Eu sou tudo e nada

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Sou romântica sim!
Sou por você
Sou por mim
... Ai que pena de quem não é!

Sou um porto inseguro quando te sinto distante
Sou mar revolto, ondas quando não encontra o mar
Sou maresia sem areia...sou eu assim,
Quando não consigo te tocar
Mar de altas ondas, ondas de alto mar
Amar, preciso amar !

Não sou cantor e nem musico , sou apenas um aspirante musical, o jeito que a musica me toca me faz sentir um turbilhão de sentimentos e valores bons sobre a minha vida! Por isso nunca deixe de escutar uma boa musica!!

O problema é que sou exagerada, e as pessoas não sabem lidar com exageros. Se me conhecem feliz logo pensam que sou esse tanque transbordando de felicidade sempre, não sabem lidar com meu lado frágil. Dai, quando me veem exageradamente triste não sabem agir, e vão embora. É por isso que ninguém fica. É por isso que ninguém consegue me entender.

Luc: Quantas coisas tu já fez de errado só hoje?
Olhei pra ele. Muitas. Já acordei errado, sou errado, to no lugar errado, hora errada, fazendo tudo errado, sempre.

TO SOLTEIRO , MAIS NÃO SOU BAGUNÇA!!

Sou excessivamente sincera com as palavras, por isso quase sempre mal interpretada. As pessoas preferem àqueles que são dissimulados ao extremo e que são fingidos. Talvez seja essa a razão em não cultivar tantos “amigos”. Prefiro assim, odeio falsidade e hipocrisia!

Sou marginal de coração

NÓS DOIS

Chão humilde. Então,
riscou-o a sombra de um vôo.
"Sou céu!" disse o chão.

Guilherme de Almeida
DE ALMEIDA, G. Poesia Vária. São Paulo: Editora Cultrix, 1963

Sou filha de DEUS,
Sou forte,
Sou inteligente,
Sou bela,
Sou perfeita,
Sou alegre,
Sou feliz,
Sou saudável
e tenho o dia de hoje!

Meu Erro
Meu erro foi não seguir os
meus princípios
Foi esquecer o que sou e me
deixar levar
Foi deixar que uma noite me
tirasse o sorriso
Meu erro foi esquecer que você
existe
Foi permitir que a raiva me
dominasse
Foi esquecer da sua
importância para mim
Foi, enfim, te magoar
Peço hoje que me perdoe pelos
meus atos
E se um dia puder, volte a
confiar em mim
Não sei quão grave foi meu
erro,
Mas você para mim é
incondicional.

Não sou poeta ao pé da letra
Sou a contemplação dos planetas
Dos redemoinhos de constelações
A entidade frívola e agoniante
que perambula as noites através
De um caos
do meu caos
do eu-caos
Sou a participação efervescente
dos seus pensamentos
a parte que põe lágrimas em teus olhos
essas mesmas que jaz em tua alma
Sou a concupiscência e o abstracionismo
a caricatura mais bem elaborada
Do nada
do oco
do vazio
de mim
Sou o borrão mal delineado
trabalhado, pontilhado
desastrado, remendado
arregaçado e dolorido
Que um dia já foi frase inteira

Sou um anjo mas posso ser um demônio pecador como todo seres humanos que só busca um lugar no sol...

Na vida sou(somos) um experimento, uma alquimia, cada um que vem a nós joga uma pitada de si, outros mexem, outros passam e nem percebemos, somos felizes com aqueles que permanecem e seguram o caldeirão que somos cada um de nós no íntimo.
Há aqueles que chegam e com uma simples fórmula de sorriso no rosto nos faz bem, nos deixam feliz, uns tem fórmulas analgésicas e nos mexe ao tempo que nos paralisa, somos 'bolinados' e não conseguimos reagir, uns tem fórmulas tão fortes que nos explodem lá dentro nos fazendo tremer dos pés a cabeça, há outros que são de fórmulas ainda mais complexas e nos explodem para fora, nos tira do sério, com esses não conseguimos ainda misturar a nossa alquimia de vida. Porém nesse momento vem os que ficam e seguram o caldeirão. Até que chegam aqueles que de forma simples entra, joga sua porção analgésica, meche, revira tudo, acende o fogo e se vai, levando toda alquimia. O ladrão. Com esse nunca soubemos ao certo lhe dar, nunca entendemos ao certo sua fórmula, pois ela sempre vem misturada a outras substâncias e...bem, como somos experimentos de alma e corpo, devemos logo usar de lavar o caldeirão, esfregar os olhos, enxugar a alma e voltar a fazer alquimia.

Ontem fui semente...
Hoje sou fruto...
Amanhã já não sei; Pois só a Deus pertence.
Mas, de uma coisa eu sei: Que do nascer ao morrer
a vida sempre nos permite uma metamorfose

O passado está sempre conosco, apenas esperando para bagunçar o presente. Sou como uma Feníx, podem me derrubar que ainda assim vou me reerguer.

RECORDAÇÕES

Meu amor por você se tornou um vício, sou louco por ti.
Isso sem falar que sou feliz pelo simples fato de você existir.

JOGO DOS CONTRÁRIOS

O que sou afinal?
Herói ou covarde?
Mocinho ou vilão?
Insensível ou poeta?
Gigante ou ou anão?

Sensato ou desvairado?
Esportivo ou social?
Malandro ou trouxa?
Sutil ou fatal?

Senhor ou escravo?
Teísta ou ateu?
Fingido ou sincero?

Afinal quem sou eu?

Não gosto de indiretas, pois sou sincera o bastante para dizer o que penso diretamente. Mas sou sincera o necessário para guardar para mim algo que me incomoda. Lembre-se nem sempre sinceridade é jogar para o mundo o que sente, e sim ser sincera consigo mesma a cima de tudo.

E assim sou, fútil e sensível, capaz de impulsos violentos e absorventes, maus e bons, nobres e vis, mas nunca de um sentimento que subsista, nunca de uma emoção que continue, e entre para a substância da alma. Tudo em mim é a tendência para ser a seguir outra coisa: uma impaciência da alma consigo mesma, como com uma criança inoportuna; um desassossego sempre crescente e sempre igual. Tudo me interessa e nada me prende. Atendo a tudo sonhando sempre; fixo os mínimos gestos faciais de com quem falo, recolho as entoações milimétricas dos seus dizeres expressos; mas ao ouvi-lo, não o escuto, estou pensando noutra coisa, e o que menos colhi da conversa foi a noção do que nela se disse, da minha parte ou da parte de com quem falei. Assim, muitas vezes, repito a alguém o que já lhe repeti, pergunto-lhe de novo aquilo a que ele já me respondeu; mas posso descrever, em quatro palavras fotográficas, o semblante muscular com que ele disse o que me não lembra, ou a inclinação de ouvir com os olhos com que recebeu a narrativa que me não recordava ter-lhe feito. Sou dois, e ambos têm a distância – irmãos siameses que não estão pegados.