Eu sou tudo e nada

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Não sou bipolar. A diferença é que eu escolho não abrir mão da minha paz.

Eu sou abençoada, as bênçãos de Deus me perseguem!

Eu sou todo amor. Não como uma gota no oceano, mas como um oceano numa gota. Embora excessos sejam ruins, é mais válido a sobra do que a falta quando o assunto são sentimentos.

Torah ou Jesus Cristo

Se por acaso eu descobrisse que era de origem judia, porque sou português! Eu simplesmente não voltaria para o judaísmo. Eu continuaria cristão, porque creio em Jesus Cristo como o Messias. Vamos supor que sou judeu! Mas de modo algum voltaria a circuncisão, porque não lhe dou valor nenhum! Nem voltaria aos sábados, pois agora eu não guardo só o sábado, mas guardo todos os dias como cristão. Em relação a guardar outros dias e festas, eu também não os guardaria, porque também não os guardo. Em relação a Lei, como guardaria a lei? Não obra por obra, mas guardaria tudo pela fé em Jesus Cristo! Tudo isto com uma consciência tranquila! Não! A lei não passou! Não mesmo! Mas agora tudo é feito, pela fé e pela graça de Deus! 1492 são expulsos de Espanha e vêm para Portugal! Se se têm convertido ao Cristianismo de verdade, não seriam mortos pela inquisição. Em 1497 (expulsos de Portugal). Longe de mim que aprovo a ação da inquisição. Longe de mim!

Mas o que aprovo é não uma prática religiosa, mas a prática da verdade! E o que é a verdade! É precisamente Jesus Cristo. Como o Apóstolo Paulo, eu deixaria seja qualquer que fosse a minha religião, para estar na verdade...

Praticar as obras de Deus pela fé em Jesus Cristo! Porque esta é verdadeira religião e não outra. Antes de Jesus Cristo vir, tínhamos a lei ou a Torah. Agora a Torah é o próprio Jesus Cristo!

Ser quem eu sou me poupa do desgaste de fingir ser quem não sou pra agradar quem eu não conheço.

Eu sou uma lenda viva

Não há corrente mais pesada que a opinião alheia, e nenhuma delas me conduz, porque eu sou o leme das minhas próprias escolhas.






Marcilene Dumont

⁠Manifesto — Marcilene Dumont


Eu sou Marcilene Dumont.
Não fui moldada pela facilidade, mas refinada pela travessia.


Carrego nas entranhas a força que não se anuncia,
mas que sustenta, em silêncio, tudo aquilo que permanece de pé.


Não me curvo ao ruído do mundo desordenado.
Eu me alinho — e, por isso, me elevo acima.


Minha resiliência não é resistência bruta,
é inteligência emocional lapidada pela experiência.


Minha coragem não grita — ela decide.
E em cada decisão, eu honro a mulher que escolhi me tornar.


Eu não busco aprovação — eu sustento presença.
E é dessa presença que nasce o verdadeiro engajamento.


Porque aquilo que é autêntico não precisa convencer,
apenas se revela — e naturalmente conduz.


Minha vida é guiada por alinhamento, clareza e propósito.
E onde há propósito, não há dispersão — há direção.


Na mentoria, não entrego respostas prontas.
Eu ativo visões, elevo padrões e reposiciono destinos.


Eu não sigo caminhos comuns.
Eu crio espaços onde o extraordinário se torna inevitável.


Sou feita de profundidade, elegância e decisão.
E é por isso que permaneço acima — não por acaso, mas por essência.


Eu sou Marcilene Dumont.
E tudo em mim comunica força, direção

A fibromialgia não define quem eu sou, mas transformou a forma como aprendi a sobreviver.

Eu sou quem sou. Sei o que deveria saber e saberei o que me espera. Aplaudo a vez do outro para que um dia, eu também seja aplaudido.

Respeito os sinais porque a vida é uma estrada. Ando nela sozinho, porque eu sou o motorista, porque eu, só eu compreendo-me, só eu, entendo o que faço, penso, digo ou quero.

Eu sou a minha melhor companhia. Se não for eu, então é Deus ou a minha mãe.

Eu sou o primeiro a me elogiar, criticar, opinar sobre mim, comentar coisas em mim e fazer perguntas em mim antes que alguém faça e eu fique sem resposta.

Eu não sou o Macaito e a minha mãe não é Maria. O meu nome completo é Paulo Macaia, sou filho de Paulo Macaia Poba e Alfonsina Buconzo Ngoio. Não me confundam com o Macaito ou qualquer outra pessoa.

Eu não sou o Paulo Macaia Buiti. O meu nome de registro no bilhete nacional apenas é Paulo Macaia e nada mais.

Não sou cópia. Não sou eco.
Sou Paulo Macaia:
Na dor eu não fugi, na tristeza eu não calei, na solidão eu me achei.

Dor é escola. Tristeza é tinta. Solidão é casa.
Alfonsina Buconzo Ngoio é mãe. Eu sou outro.
Não confunde. Meu nome não é sombra. É raiz, raiz de Paulo Macaia Poba, meu pai, meu chara e meu Deus na Terra.

Eu escrevo sobre o que me incomoda, me afeta, me enfurece. Não sou muito de escrever sobre amor. Apesar que escrever sobre o caos, foi a forma que encontrei pra falar de amor.

Por muito tempo, sentimentos como solidão e vazio
dominavam aquilo que eu escrevia. Ainda sou um garoto solitário,
mas agora não dependo apenas da solidão para escrever.

A verdade é que chega um determinado momento em que precisamos crescer.
É necessário deixar para trás velhas feridas; precisamos parar
de cutucar aquilo que nos causou dor. É tempo de respirar.

Tempo de aproveitar as coisas boas que aparecem em nossas vidas,
principalmente os amigos que nos resgatam e nos dão asas.

Meu voo já não é tão solitário;
não me encontro mais no abismo.

Como não vou acreditar em milagres se eu própria sou o maior de todos eles?