Eu sou tudo e nada

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Vivendo muito abaixo do telhado do medo, sentindo nada sobre como seriam os encontros com tudo aquilo que é bom.

Tinha tudo e nada. Felicidade e castigo. Paraíso e inferno. O extremo disso tudo está além. Não tem rotas. Apenas acontece. Não dá para abraçar o que está íntimo e ao mesmo tempo distante. Nessa imensa e inóspita vida, somos gigantes e marionetes ao mesmo tempo.

O nada não existe. Tudo é potencial.

Aqui é tudo passageiro…
as dores, as glórias, os aplausos, os palcos e até as lágrimas.
Nada disso permanecerá.
Mas há algo que meu coração clama:
que Jesus lembre-se de mim.

Não como antes, nada é mais como antes,tudo se passou o amor o fogo que se julgava incessável se cessou,tudo o que foi dito também se retirou,o que era inesquecível foi esquecido rapidamente num vacilar da mente tornando o que foi intimo em um mundo desconhecido...

Um dia acordei e pensei em tudo que perdi em tudo que deixei que tirassem de mim, nada material, mas alegria, a confiança e meu otimismo, um dia deixei de ser eu para ser o que outros queriam, fui devastada, arrasada, mas não desisti até me permitir chorar e resisti e resisto, sou assim feita de coragem sem fim!

No vazio cheio de significado, o nada abraça tudo sem explicação. O tempo se dobra sobre si mesmo, criando curvas que não levam a lugar algum, mas definem o espaço entre ser e não-ser. O silêncio ruge e o imobilismo se move, revelando a plenitude do incompreensível. Cada fragmento desconexo é a peça que falta na arquitetura confusa do existir. A verdade se esconde no paradoxo: que nada faça sentido, e ainda assim tudo seja perfeito. A filosofia surge não no esclarecimento, mas na entrega ao absurdo, onde lógica naufraga e sentido se dissolve em ausência e presença simultâneas.

Tanta gente tem tudo e ajudam ninguém, a gente tem nada e está sempre ajudando alguém.


Nem sempre a ajuda seria dinheiro, onde não tê-lo precisaria de ajudas.

Dinheiro é a soma do “Nada” e a divisão de “Tudo”...

A vida me ensinou muitas coisas, mais as principais são; não se apegar a nada, pois tudo é transitório. Não ter medo de viver, o que tiver que ser será, ninguém vai mudar. Ser uma pessoa bem resolvida, saber aonde quer chegar.

⁠Tudo no Universo é ação, nada fica inerte. Tudo é compensatório e sem a compensação tudo vira inação e a Vida fica sem manifestação e satisfação.


Coragem o cão covarde


O Coragem é um cão solitário
num lugar onde o tudo é nada,
e o nunca é elevado ao quadrado,
onde um rancho é a sua morada!


O Eustácio só sabe xingar,
é ranzinza de primeira mão.
A Muriel já é pura inocência,
acredita em qualquer Vilão!


O Coragem é um cão vira-lata,
mas tem na mente a terceira visão.
E apesar do seu corpo franzino,
enfrenta o mal e salva o patrão!


O coragem é um cão mui esperto,
e o Eustácio, um homem vulgar.
Ele só diz: — cachorro idiota!
mas o cão tem muito a ensinar.


[Personagens principais: Eustácio Bagge, Muriel Bagge
e o cachorro - Coragem]


Poema de J.A.Lopes

Não há NADA que Deus saiba e Ele permite que TUDO aconteça como está.

Quem não se compromete com nada, se distrai com tudo.

" Nada se perde, tudo se transforma", inclusive o corpo físico quando morre. E a consciência, essa que é a "cereja do bolo", não poderia ascendente a outros planos de energias mais sutis?
Os limites onde uma vida acaba e outra recomeça poderiam ser, sim, uma boa estratégia do universo para dar uma nova oportunidade àqueles que não completaram seus ciclos de vida aqui na Terra, permitindo-lhes corrigir seus erros. Ou será que todos serão condenados para sempre ao "fogo do inferno" de seus próprios pecados?
Fica aí o questionamento !

" A vida doa...a vida toma...nada é por acaso...tudo se transforma...nada se perde...tudo tem sentido...veja...observe...viva intensamente...corra...beije...dance...abrace...cante...chore...sorria...e num último suspiro...último piscar...uma lágrima vai rolar...e sua face...suavemente vai sentir...a luz da vida...a escuridão da morte...quem sabe um novo caminho...ou não."✨️💞

⁠Nada me surpreende em relação às religiões;
Tudo me conforta em relação a Deus.

Sendo provado pelo fogo


Abri mão de tudo.
E mesmo assim,
parece que nada faz sentido.
Por dentro, estou queimando —
minha mente é um caos,
meu coração, um campo de guerra.
Tento orar, mas as palavras não saem.
Tento crer, mas tudo parece distante.
Olho pra todos os lados
e não vejo saída.
Só silêncio.
Só o vazio.
Tenho medo de admitir
que não estou bem.
Tenho medo de pedir ajuda,
porque parece que só incomodo.
Então engulo tudo —
a dor, o cansaço,
e essa fé que, às vezes,
parece morrer um pouco por dia.
Mas, no fundo,
ainda acredito que Deus me ouve,
mesmo quando não sinto nada.
E talvez,
esse fogo que me prova agora
seja o mesmo que vai me moldar depois.

Um passo pode parecer nada, mas pode ser o que precisa para acontecer tudo.

Depois do Desligamento


Trabalhei onde tudo passava
e nada ficava.


Caixas subiam mais alto que a memória,
nomes pesavam mais que o corpo,
e eu seguia
porque seguir era o combinado.


Corri atrás do que me levava,
mas o caminhão não freia
para quem chama pelo próprio nome.


Um fio me segurou pelo costume.
O choque não queria me matar,
queria que eu continuasse ligado.
Uma criança perguntou
o que só o medo pergunta:
— você ainda está vivo?


Saí.
Com a mão que sobrou.


Caí onde a imagem nasce,
madeira crua,
fachada antes da fachada.
Dói menos quando não é verniz.


Teias tentaram me convencer,
baratas me ensinaram a ficar.
Um amigo não explicou nada,
só puxou o que me prendia.


No chão, alimento.
Alguém pegou.
O mundo seguiu sem minha supervisão.


Larguei o que não era meu,
inclusive a pressa,
inclusive a dívida invisível.


Fiquei com as marcas,
porque elas sabem
onde parar.


E entendi, tarde e em paz:
não é cair que machuca,
é insistir em segurar
o que já partiu.