Eu sou tudo e nada

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Na minha convicção de fé e conduta, caso eu esteja errado, é tolo quem não aderir, caso eu esteja certo, é sábio quem aderir.
CJR
@claudioribcjr

⁠Quais as 3 perguntas antes de comprar?
Eu preciso desse objeto? ...
Eu tenho dinheiro? ...
Tem que ser agora?

''A ganância é uma doença e doente eu fico!''

Eu nunca fui esquerdista.

"A tarde está chegando, o sol está se pondo, as aves retornando e eu aqui compondo."

"Lembre-se que: Não importa o que eu quis dizer, importa o que você quis entender."

Eu gostaria de ser uma de suas lágrimas: nascer suavemente em seus olhos, carregando toda a beleza que existe no seu olhar. Gostaria de percorrer lentamente o caminho do seu rosto, admirando cada detalhe que torna você tão especial, sentindo de perto a doçura do seu sorriso e a luz que você leva por onde passa.


E, ao final dessa jornada, morrer delicadamente em seus lábios, o lugar onde eu gostaria de permanecer para sempre. Porque, se eu pudesse escolher um destino, escolheria viver cada instante perto de você, guardando cada sorriso, cada palavra e cada momento que compartilhamos.


Talvez eu não possa ser uma lágrima, mas posso dizer que meu coração já encontrou o seu caminho. E, desde então, cada pensamento meu encontra um jeito de voltar para você.


BY : ian vioto querubim

Pudera eu esculpir em seu rosto um sorriso inédito e lindo, o mais belo que a arte humana já criou, um sorriso irretocável que nem Da Vincci imaginou.

Eu estava doente


Eu estava doente
Mas elas não sabiam
Tinha noite que eu não dormia
Mas elas não sabiam


Elas estavam sempre prontas
Pra me abraçar
Me pediam braço
Me faziam brincar


Eu fazia de tudo
Pra não deixar transparecer
Que dentro de mim
Eu só queria morrer


Elas eram minha vida
E eu as pertencia
Sempre foi por elas
Que eu sobrevivia


Dia após dia
Enfrentando meus medos
Tudo comigo mesma
Guardando meus segredos


Eu não me arrependo
De ter me calado
O que importava
Era elas estarem do meu lado


Pois delas eu fazia
O meu combustível
Pra seguir a vida
Sem ser desprezível


Escrito 07/09/2021

Ainda que me faltem bens ainda que me falte a saúde, eu não vou deixar de te adorar.
#kauêhemrik
#adoradordocéu.

Eu vivo a vida com uma parte de mim que não deseja sucumbir, é a consciência que reluta em não ser eterna, afinal para onde irão todos esse nossos pensamentos?
Ei-los aqui para sempre, sendo eu, ponte de outros tantos pensamentos, chegam a ti em uma pequena parte do que fomos nós, seguem contigo e partem para adiante daquilo que podemos ser em outro ser.
É terno o quão ciente.

Quando eu era pequena, meu primo pegou uma rolinha machucada e levou pra casa pra cuidar. Ele sabia que eu era apaixonada por animais, e me mostrou assim que chegou em casa.
Nós colocamos ela na gaiola até ela se recuperar.
No dia seguinte ela morreu enforcada tentando sair da gaiola.
Ela se matou tentando se libertar.
Não se prende um pássaro que conhece a liberdade, imagina um povo inteiro.

Quando o filme da sua vida passar, vai ser um curta, meia ou longa metragem?
Eu espero que se não for um longa, que seja digno de um oscar.

Eu não dormi —
atravessei a noite armada de silêncio.
Havia um mundo em colapso
respirando atrás das paredes,
soldados marchando dentro do tempo,
e eu…
com as mãos cheias de nomes que amo.
Corri.
Não por mim —
mas por cada pedaço de mim
que anda solto no mundo
com o meu coração no peito.
Havia códigos escondidos no ar,
segredos costurados nos bastidores,
e eu entendia tudo
como quem carrega um mapa
que ninguém mais pode ler.
Mas o preço da lucidez
é nunca descansar.

Te levaram.
Não com gritos —
mas com laços delicados,
fitas de cetim preto
que pareciam suaves demais
para aprisionar um universo inteiro.
E ainda assim…
prendiam.
Me ajoelhei diante do poder
não por fraqueza,
mas porque o amor
às vezes se curva
para não se partir.
E então eu dancei.
Dancei com o medo,
com a guerra,
com o absurdo de um mundo
que tenta domesticar o que nasceu livre.
Dancei com você.
E em cada movimento
desatei um nó invisível
até que a liberdade coubesse de novo
no seu corpo pequeno.

Meus outros amores
ecoavam à distância,
como estrelas que não se apagam
mesmo quando o céu desaba.
Eu os guiava em silêncio,
em bilhetes invisíveis,
ensinando-os a sobreviver
sem que vissem o meu tremor.
Porque mães
não têm o direito de desmoronar
quando o mundo pede estratégia.

Mas eu sei.
Eu sei demais.
Sei do que se move por trás,
sei do que ninguém diz,
sei do fio tênue entre proteger
e desaparecer de si mesma.
E talvez seja isso
que me atravessa agora —
essa guerra que não terminou
quando abri os olhos.

Hoje,
eu ainda seguro a espada
mas minhas mãos tremem.
E tudo que eu queria
era lembrar
que não preciso salvar o mundo inteiro
para manter o amor vivo.

Eu sinto como se estivesse sendo rasgada. Sinto minha pele esticando e meus musculos sendo rasgados.
Tudo me dói, até a dor que não é minha.
Eu não sei mais como me desvencilhar dessa lãmina.

Eu não sinto mais as pontas dos meus dedos
Nem das mãos e nem dos pés
A minha base está curvada e enfraquecida
Sinto queimar da planta dos meus pés ao topo da cabeça
As dores que me assolam são tantas, que eu nem consigo mais listá-las.
Meu prazer, é o meu vício, e a repetição
Estou fadada a sofrer em vários aspectos de uma vez
Sinto que vivo por que preciso viver, não por que quero viver.
A música me acalma, mas eu não posso me acalmar.
O vinho me liberta da preocupação, e me joga no desespero de ter perdido mais uma noite.
Sinto que escrever é meu único refúgio, uma forma de tirar de mim todos esses pensamentos de dor, sem precisar me desfazer deles, por que eles se tornaram necessários demais para a minha sobriedade.

Sem reservas
Amo cada momentinho de felicidade
Não mude, que eu mudo, mas volto, na razão do porquê
Se no intervalo, eu errar, não será por toque
Retrocedo, na expectativa de estar errado
Acredite, no poder do meu amor
Se jogar no alheio, me perderá
Caminho sem volta
Minha razão se tranca
Mesmo que o coração tenha a chave
Um escudo se levanta
Já não mais haverá regresso
Se ao alheio se permitiu
Nos perdemos

O tempo foi passando e eu não me atentei da importância daquilo que não aprendi.
Com a brevidade da vida, passou…
Passou a oportunidade de leveza para a grandeza, fazendo se achegar a tristeza pela falta de beleza no agir, no vestir, no me comportar como a mulher que tem amor no peito, mas é sem jeito.
O tempo consolida padrões difíceis de desfazer. Trazendo dificuldades, em razão da deselegância consoante com o rude jeito do ser que a máscara usada por muito tempo deixou como cicatriz em raiz profunda.

Como reprimir a avalanche de sensações e emoções que me tomam o ser?
Se mesmo que eu tente sufocar isto em mim transborda.
A emanação de sentimentos que me toma a alma e se esvai corpo afora, como banho demorado de água morna?
Como calar o sentimento que estava aprisionado e encontrou vazão para ecoar?
Silenciar o grito de alegria que teimosamente se faz som audível a quem me encontrar?
Como não transbordar amor se o sorriso não se apaga de mim?
São tantos por quês, que desisto de perguntar e responder, quero apenas me deixar ficar, para apenas ser…

⁠Não vale a pena insistir por ninguém. Por mais que eu possa ter insistido na pessoa errada, a verdade é que não devemos insistir em ninguém, independentemente de ser a pessoa certa ou não!