Eu sou tudo e nada
Apetece – me gritar
Correr … saltar
E nunca parar
Apetece – me sorrir
Desatar a rir
Tudo são emoções
Que sofrem alterações
Provocadas pelo interior
Seja por raiva ou amor
Não tem explicação
São resultado da emoção
Do comportamento …
Derivado do momento
De um acontecimento
Era bom saber comandar
O que nos faz revoltar
A tristeza que nos faz magoar
O ideal era sempre sorrir
Chorar de rir …
Há que ser forte …
Saber viver …
E nunca esmorecer
… e sofrer
Esta vida, é uma carruagem
Andamos a correr, sem paragem
Por vez é tudo miragem
Cada dia uma estação, uma agar
Temos que saber parar …
procurar dentro de nós pensar
Viver cada dia com tensão …
Esmorecer, agoniar o coração
Quantas vezes não há razão …
Nossa cabeça faz confusão …
Por vezes há solução …
Usar a inteligência equilibrar …
E saímos a ganhar …
Fortes e resistentes …
Feliz e contentes …
Nada de dramatizar
Enquanto ca andar …
Seja na vida um simples aprendiz
Seja uma pessoa mais feliz
A escola da realidade …
É viver com liberdade
De espirito, de inteligência
Sai vitorioso da resistência !
Manuela Pinto
Amo
Ser Amada ...
Comquistada ...
Amor é arte do Sentimento!
Sentida no momento
Tudo é sentir ...
Coração a sorrir ...
Se for correspondido
em simultâneo Sentido .
Amor é sentir ... energia eplodir
Quando aquele o sentimento
Emerge o momento ...
A noite a lua,
De dia o sol,
Vivo tudo,
O frio,
O calor,
Alegria,
E a dor,
Até amor,
A família,
Amigos,
Mas Sozinho sigo,
Tento achar,
O mar,
Pra poder me encontrar,
Me perco,
Depois te acho,
Olho e vejo,
Daí percebo,
Pequeno riacho,
E uma vizinha,
Sozinha,
Lavando roupa,
Criança no colo,
E bem lá no solo,
A plantação,
Bonitas maçãs,
E hortelãs,
No meio um sorriso,
Por que,
tudo isso?
Nem sei,
Pra que?
Ou mesmo,
Por que?
Que o vento sopra,
O dia raia,
A tropa,
E a traia,
Se arruma,
Se vai perder o rumo,
E tudo vai,
Morrer.
A morte é tão doce,
quanto a sorte que te trouxe,
Se não fosse,
A tosse,
Tudo que se retorce,
Em sua passagem,
Até que forcem,
A homenagem,
Que deveria ser,
Um incrível viver,
Caridade e amor,
Provando ser professor,
De matéria tão repetida,
Por tantos nessa história,
E quantos nessa vida,
É só buscar a memória,
Sair da corrida,
Da tentação,
Da reprovação,
Desta massa falida,
Que destroe o viver,
Só quem não vive pra saber,
Que o animal morre,
Só pra comer,
O desmatamento,
Só pra comer,
Acham que dura pra sempre?
Vamos ver...
Também gostaria,
Mas nossa rebeldia,
Me fez refletir,
Nessa covardia,
Que fazemos aqui,
Somos seres humanos,
A causar tantos danos,
E a proibir,
O saber,
Desta ilusão,
Que acaba com a morte,
Ou com a devastação,
Quando vem o furacão,
Terremotos e guerras,
Aí toda ilusão
Se quebra,
E enxergamos a verdade,
Fim da nossa vaidade,
Somos frágeis
Basta tempestade,
Pra ficarmos amáveis,
Como entender,
Uma vida inteira,
Ou várias pra ter,
Uma razão passageira,
Uma intenção
Verdadeira,
Pra todos,
Pra tudo,
Absurto...
Vida de verdade.
Só longe da tal vaidade,
Que obscurece o viver,
Transformando tudo em maldade.
Fingindo ser você.
Temos que respeitar a vida,
E tudo que nela contém,
Pois nossa história querida,
Só tem graça juntos de alguém.
Que possamos desabafar,
As vezes mostrar algo,
As vezes só pra conversar,
Sobre vida de um fidalgo.
Se destruirmos o planeta,
Com nosso EGO voraz,
Esqueçamos a caneta,
Não escreverá mais,
Vivemos em conjunto,
Com outros humanos,
Os animais,
Lutando todos juntos,
Nós como insanos,
Pensando que o planeta,
É nosso,
Aí ela a trombeta,
Daquele troço,
Apocalíptico,
Que nos demonstra,
Estamos deixando paralítico,
O nosso saber divino,
Precisamos dele,
Para caminhar,
Pois sem ele,
Não conseguimos,
Nem respirar,
Isso tudo é a criação,
Deixando vocês saberem,
Que devem se dar as mãos.
Pra não se esquecerem.
Que sendo humilde,
Podemos aproveitar a vida,
É um só um palpite,
De uma Vitória preferida.
Para termos casas,
Carros, barcos,
Apartamentos,
Tem que ter brasas,
Junto ao vento,
Queimar florestas,
Destruir a natureza,
Pq o que interessa,
É nossa proeza,
Em ser o mais rico,
O mais belo,
No alto do pico,
O mais intelectual,
Pensando não ter mau,
Ser só mais um,
Mas sabe o sal?
Que qualquer um,
Conhece,
Anda na vida,
Participa de sua prece,
Até nas tripa,
Ele desce.
Pra te alertar,
Que sua sabedoria,
É como o mar,
Você poderia,
Só demonstrar,
O quanto é bom pra tudo,
Pois nas aldeias de índios,
São todos juntos,
Tudo parece lindo,
Respeitando a natureza,
Vivendo com o que precisa,
Assim vejo a pobreza,
Uma forma que ameniza,
Essa nossa tempestiva,
Forma de levar a vida,
Usando de tudo um pouco,
E descartando como loucos,
Vamos comprando,
E substituindo,
Só estamos caçando,
Algo,
Nos iludindo.
Fazendo da vida uma miséria,
Pois sabedoria,
Tem provas na matéria,
É grande alegria,
E cores,
Tudo natural,
Quando por nossos amores,
Fazemos de um tudo artificial.
Pode até ser legal,
Mas as outras vidas,
Encontram seu destino fatal,
Na extinção.
Que causamos,
Tudo pra ter algo,
Enquanto andamos,
Construindo nosso viver,
Achando tudo nobre,
Mas pobre estamos a ser.
Enquanto não descobre.
Que é direito saber,
Que vida e viver,
Se misturam,
Pra você saber,
Que muitos juram,
Entender,
Muitas informações,
Estão a escrever,
E criar novas prisões,
Pra iludir seu EGO,
Seu modo de agir é cego,
Por isso emprego,
Junto a tantos,
Que por aqui passaram,
Que eram os santos,
Que outros alegaram.
Chico Xavier,
São Francisco de assis,
Sabe como é?
Gandhi,
Buda,
Jesus,
Bezerra de Menezes,
E quantas vezes,
Temos que ver de novo,
Pra perder os interesses,
Em meio ao povo.
De fantasias materiais,
Já tiveram nossos ancestrais.
E temos que repetir?
Acho que já é demais!
Tem que ter um fim,
A evolução é de tudo,
Para mim,
Parece absurdo,
Mas tudo quer viver,
E estar neste lugar,
Onde você,
Nem precisa falar,
Que também quer ficar,
Mas quando tem demais,
Além do que precisar,
Algo que se refaz.
Tenta te mostrar,
Que pra ter sua jóia,
Precisa tirar de algum lugar,
Pois então olha,
O que quero te dizer,
Sua simples carne,
Vem a ser,
Grande destruição,
De tudo e de você.
Gerando mais CO2,
Que veículos,
Tudo isso pra depois,
Arrancar os testículos,
E criar seu alimento,
E se acham evoluidos,
Nesse seu advento.
Sendo instruídos,
Por sabe lá o que.
De informações,
Sabe o que é merecer?
Alívio de tensões?
Crescer?
Em meio a tentações?
Ou mesmo ver.
Suas lamentações?
É necessário um lugar,
Para tudo isso,
Pra impactar,
De improviso,
Te digo,
E provo,
Sou seu amigo,
E me coloco,
Ao seu lado,
Por isso me ouça,
Esteja antenado,
De toda essa bagunça,
Pra se ver libertado,
Desta realidade,
Que está sendo fantasiado,
Em todas as idades,
Precisa olhar pro lado,
Pro mundo,
É tudo junto,
Animais, nos rios e lagos,
Árvores, natureza, mar.
Terra, pedreiras, e tudo que há,
Tudo junto,
Pra junto estar,
É preciso se conformar,
Que a evolução,
Pode se juntar,
Com a criação,
E viver de forma inteligente,
Fazendo da vida um milagre,
Não ser só mais um indigente,
Que fala que sabe.
E pra terminar,
Gostaria de agradecer,
Por poder compartilhar,
Todo o viver,
Que vive a implorar,
Um pedacinho,
De tudo,
Em tudo que há.
Pra ter sua simples vida,
A contracenar,
Com a sua e a minha.
Isso não é uma disputa,
De poder,
É uma grande luta,
Pelo simples direito de tudo.
------------------VIVER---------------------------
----------------------+-------------------------------
Mário Magalhães
Animais e Natureza
vivem a implorar,
Um pedacinho,
De tudo,
Em tudo que há.
Pra ter sua simples vida,
A contracenar,
Com a sua e a minha.
O conhecimento,
de que tudo é bom,
Me libertou do mau.
Tudo tem seu direito,
Na Divina luz,
Só é perfeito,
O criador,
Sem conceitos,
E com amor,
Entende a cruz,
De cada um,
Por onde for,
E vive a partilhar,
Dentro de nosso interior,
Se faz brilhar,
Para sempre por,
Uma interrogação,
Será que vivemos,
uma prisão?
Ou nos esquecemos.
De toda razão.
Por que podemos viver assim,
Donos de tudo e da verdade,
Mas só a caridade,
Nos mostra o saber,
Dos irmãos e da família,
Por que viemos a viver!
A incrível partilha,
Que engradece não humilha,
Tudo cresce,
Em família,
E a prece,
É a partilha,
Do infinito,
e do invisível,
Quebra os mitos,
E torna crível.
O poder de atravessar,
Entender o todo,
E tudo que há.
Sem questionar,
O por que de tudo,
Pois pra Deus,
Aqui no mundo,
Todos os seus,
São oriundos,
Do infinito,
Multiverso,
Sabemos tão pouco,
Por isso te peço,
Pra não ser louco.
De ofender seus irmãos,
Pois a paz e a calma,
Lhe mostrarão,
A sua própria alma,
Na questão!
Sabedoria
Sentir tudo,
Antes de precindir,
Os absurdos,
Que estamos a refletir.
Dando nomes,
E identificando,
Pois tudo um dia some,
Até nós que estamos vagando.
Pela vida,
Somos só pretexto,
De conhecimento.
Pois viver de forma sabida,
Pra mim é só argumento.
O maior estimulo,
Na vida.
É aprender todos os dias
A andar, respirar e sentir
Tudo a sua volta
De novo e de novo.
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