Eu sou Praia eu sou Montanha
"Eu sou o silêncio entre o trovão e a flor. A memória da estrela e o útero do futuro."
Essa poesia de 2 linhas, nasceu da combinação poética-filosófica com minhas reflexões.
Carreguei-à de metáforas fortes:
"Silêncio entre o trovão e a flor" sugere o equilíbrio entre força e delicadeza — entre caos e beleza.
"Memória da estrela" evoca a origem cósmica da Terra, feita do pó de estrelas.
"Útero do futuro" simboliza a Terra como o ventre da vida, onde tudo nasce e renasce.
Assim, não vou esquecer o que pensei quando à ela dei a luz.
Eu não sou seu Mestre, mas tenho a sabedoria em apontar um que muda a humanidade diariamente com exemplos de condutas
Essa massa de ilusão não sou eu... Aqui estou é aqui permacesso é verdadeiro quando existímos é amplo quando sonhamos.
Feliz sou eu que bebo de suas palavras e me satisfaço pela graça, que teu amor se multiplique, em milhões de linhagens, mesmo depois de nosso escrito encontro.
Há quem digas que sou é a perfeição dos movimentos, dês-loca-s solfejos do eu para os infames nictos vanilla.
Você sou eu quando sorrimos, prá ser mesmo estando longe, e, o ódio é o amor, sem falta do fortalecer, sejamos livres, então, por motivos também sem razão.
O eu não sou carente, muito menos você arrogante, é o falso medo querendo tornar nossas vidas busca incessante.
