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Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre

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Chamo atenção pela simpatia, a minha vida é cheia de fotografia, não sou famoso, nem Popstar a minha vida inteira só é atuar

Você já havia me dito que sou o dono do seu coração. Busquei a resposta do que me pertence, e você me disse: são os seus olhos me querendo.

⁠Há um buraco negro em meu peito,
um abismo que devora a luz que sou,
deixando a minha alma inquieta, fora da órbita.
Um universo na minha mente se expande,
planetas de pensamentos que colidem e se metamorfoseiam;
tanta imensidão não cabe neste corpo tão diminuto,
que agoniza sob o peso da própria grandeza.
Meus amores e sonhos, infinitos na sua finitude,
são tão distantes quanto as estrelas que piscam longínquas.
Ah... metafísica! Em nenhum mundo encontro disposição,
apenas o fardo de estar indisposto,
cansado de aqui, cansado de lá,
Alá me acuda, ou Deus, que fiz eu aos deuses?
Estou cansado de teologia,
cansado de qualquer lugar que me aprisione.

⁠Não sou perfeita, mas sou autêntica. Aceito minhas fases, versões, imperfeições e celebro minhas peculiaridades.
Afinal, são elas que me tornam única.
Não sou nenhuma cópia, mas uma obra-prima original, que nem sempre agrada a todos e, tudo bem!

Sou dona
das minhas flores
dos meus espinhos
e de mim .
Tem dias ...
Que sou brisa ,
silencio minhas dores e
me alimento da calmaria
do meu existir .
Em outros ...
Me liberto e desaprisiono
o furacão que inda
grita por aqui .
Eu sou feita ventos e tempestades
Sou feita do barro e de chão
Sou feita de Sim e de Não
Sou o Tudo quando pouco quero
e sou o Nada quando muito
espero .

Seu tudo

Sou a criatura
Mais feia!
É o que dizem
E me aparece
Você vendo-me
Seu tudo!

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

Identidade

Sou Valter um menino
De óculos, às vezes em risos
E outras calado,
Bitencourt Júnior, ai está
O meu sobrenome… Valter
É o nome do meu pai
Para mim eu sou Júnior,
Para meus amigos Juninho,
E Bitencourt é o meu charme…
Eu sou poeta, nasci em
25 De Junho de 1994, sou canceriano…
E de tudo sou eu
Valter Bitencourt Júnior.
Poeta baiano, brasileiro, valeriano…

Bola

Sou uma bola entre espinhos
Sem peito, sem ar,
Humilhado e chutado
Por um ser inadmissível!

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

⁠sou uma pequena mulher com um coração grandioso...no entanto, feridas foram deixadas e cicatrizes se fincaram como parasitas. Nunca me mostro a ninguém. Só deixo as pessoas verem ou conhecerem o que permito. O silêncio sempre foi meu amigo e gosto de observar o perfil de cada pessoa. Amo meus cabelos e não me importo se estou gorda ou magra! Estética não é meu forte; inteligência sim! Gosto de ter conhecimentos e de conversar sobre qualquer coisa, pois sou bem eclética neste ponto. Tenho atração por homens inteligentes e enigmáticos. Sempre gostei de ser independente e amo escrever. Curto conversar mais com homens do que com mulheres.

⁠Há quem diga que me conhece. Pobres mortais! Sou um mistério para mim... Imagina para o resto do mundo!

⁠Se não me conhece, não me julgue. Se me conhece, me aceite como sou.

⁠Sou amigo da minha Própria Mente, Apaixonado nos meus
pensamento
E comprometido Com meu destino.

⁠⁠Sou mais um homem em busca de sonhos esquecidos e causas perdidas, mas não sou mais um homem que desiste por qualquer tempestade da vida, a humildade pode me tornar rei, mas nunca esquecerei dos caminhos tristes que caminhei, superei, recomecei, me reinventei, está claro para mim que quanto mais você é insistente mas a vida vai cobrar de você, é certo que vai vencer não desistir é fórmula mágica para nunca perder quando pensar em retroceder, se lança mas uma vez se cair levanta e faz mais uma vez acontecer...

⁠Desculpa, vida, mas não sou pombo para aceitar migalhas, não aceito menos do que mereço e como sou de mergulhar e lutar por tudo aquilo que quero não aceito nada menos que reciprocidade!

Ela é linda e perigosa
Sabe que sou o coringa desse seu baralho

Mc Kevin (funk)

Nota: Trecho da música Doutora 2.

⁠"Um dia, o sol admitiu:
Sou apenas uma sombra,
quisera poder mostrar-te a infinita incandescência
que lançou minha imagem brilhante.
Quisera poder mostrar-te, quando você se sentir só ou na escuridão,
a surpreendente Luz do seu próprio Ser."

⁠Em uma conversa com a Lua,
Há algumas madrugadas atrás,
Ela me contou, que pra você,
Já sou um tanto faz,
E que de mim já não se lembra mais.

Tantas promessas...
Lembro que uma vez me disse,
Que nos teríamos,
Todas às tardes de domingo,
E que o "nós" seria eterno,
Que por mim vestiria até um terno.
Porém isso nunca aconteceu,
Meu coração entristeceu
Quando você desapareceu.


Com diversas promessas em vão,
Você partiu,
Abalando meu coração.
A Lua que fazia parte de "nós",
Também o viu distanciando-se naquele breu, nós deixando a sós.


Agradeço aos amigos falsos que tive de lidar, pois sem eles não me tornaria tão forte quanto sou hoje e não saberia, afinal, quem são os verdadeiros amigos.

⁠Sei que sou culpada de alguma coisa, mas a punição quase nunca combina com as vítimas de um crime.

(Alice Liddell)

Se vou me enturmar, preciso ser algo que não sou.