Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
Tem dias que acordo atacada por uma veia poética onde sou capaz de escrever mil poemas de amor ao me sentir perdidamente apaixonada pelo indivisível...algo hipotético que acho que foi vivido em outras encarnações...daí me ponho a ouvir melodias que me fazem lembrar alguma coisa, um não sei quê...de encantamento
de misterioso...não sei dizer...talvez escrever...escrever...escrever...fechar os olhos e levitar literalmente sobre todas as palavras escritas ...talvez para anjos e arcanjos..e debruço-me sobre meus poemas, meus escritos e procuro descobrir vidas que vivi...
ou talvez pedaços de vida vivida em minha infância e adolescência que hoje me parecem tão distantes ...e que o tempo levou e não trouxe de volta...o tempo não volta!
E me vejo chorando com saudades de algum pedaço vivido amarelado pelo tempo...mas não apagado pois permanece em minha memória e meu coração!
Uma fragrância selvagem é sentida no ar...
Agrada a minha alma... Acorda-me os sentidos...
Sou apenas um ser que abraça o vento
Nele te sinto...Perdidamente...!
Sou...um poeta doce!
**Talvez uma alma triste... Um poeta doce e sofrido
Que vive à margem da vida flutuando entre
Nuvens e devaneios... Colecionando lembranças
De um passado tão presente***
Cobiçando ser apenas uma gaivota a voar...
sobre este verde mar..
Anoiteço esperando os amanheceres
Exausto desta contradição... De sentimentos...
***Vou ao encontro da brisa que sopra vagarosamente com
A melancolia do anoitecer... ***
**Quando então
escrevo meus versos à lua prateada...***
***E vou renascendo e morrendo tantas vezes...
Quantas na vontade de ser um poeta...ou mais que um poeta doce
Um louco...de amor!***
Quem sou? Quem tu és?
E passaste em frente aos meus olhos
Tramando a crueldade no amanhã sombrio
Estou cansada de ti e de teus espinhos
Que cravas no meu peito...
Abri-te meus braços novamente a um abraço
quem sou?
quem tu és?
Sou...Talvez uma canoa sem alcunha
Um pássaro ferido... Por tua crueldade!
E eu qual ave que voa na alma do vento
Quero lembrar-te que te amei e
Que te dei aquele para quem cantei para faze-lo adormecer...
E que me encantei por ele durante toda a minha vida...e por
Seus sorrisos cândidos...e que dele fiz uma cintilante estrela
Para que seguisse estradas de flores perfumadas da vida
Com o farol do amor..
Quem tu és? aquela que me devolveu.a dor
Eu não merecia tanto desamor!!!
O silencio da minha alma!
Tenho um grito de pássaro que vem da alma
Sou uma gaivota perdida no espaço
Muitas vezes exalto o amor
Noutras carrego nos meus voos uma grande dor...
Neste momento me visto de poeta só para escrever versos...
São palavras que vem no torpor dos sons...
Um poema delirante
Onde escuto melodias silentes... No final das tardes...
E vou tingindo os céus e o horizonte com pincéis
- de uma cor dourada -
E sorrio ao recordar o teu sorriso num lento entardecer ...
E viajo batendo as asas... Hesitante... Para depois deixar chegar à escuridão...
E guardar este momento dentro do silencio da minha alma!
Sou mulher do mar...
Sou o vento arrebatador da alma...
Sou pássaro que voa nas nuvens brancas...
Sou verso de amor oculto no horizonte
Na límpida calma de uma madrugada de abril...
Faz-se o silencio na memória
Sou pássaro de voo... Jardim de primavera...
De ti já tentei em muitas outras estações...
Nunca te esqueci... Nem nunca parti...
E nesta distancia infinda jaz a tua lembrança
Nas noites e nos dias... Em todos os crepúsculos
Sonho com noites de luar... Em chama acesa...
Na fulgente placidez de uma manhã de abril...
Sou poeta que fenece existindo
Na tua voz calada que um dia disse que me amava
Um fantasma solto do exilo
Um piano que toca enquanto escrevo
Uma emoção... A palavra que abre o coração
O estonteamento de anseio que nunca se detém
Em mim... Há aguas brandas... Vindas de um dilúvio
Chamado Saudade...!
Não quero perder-me na solidão das noites
Vem... No sussurro da noite ao encontro do amanhecer!
celina vasques
Sou discípulo obediente
Tento seguir com carinho
Para poder lá na frente
Estar junto a este caminho
Este lugar é uma estrada
Pode ser larga ou ser estreita
Vai depender da direção tomada
Se é a esquerda ou direita
Preste muita atenção
No que lhe foi confiado
Guarde no seu coração
Tudo o que foi reservado
Se for preservado
Receba o Dom de Nosso Senhor
Jesus Amado
Nosso Pai de Amor
Me pediram para escrever uma crítica textual. Não sou muito bom em escrever críticas. Analisarei os pontos positivos e os negativos, direi o quanto podem ser melhorados. Afinal, nesse mundo de pessoas tão críticas, porque não sermos sempre positivos?
Sou o Eterno...
Nessa dança frenética,
De ida e vinda.
Dos corações apaixonados,
Dos cordões entrelaçados...
A vida é linda!
O que nos dá força
Para ainda continuar...
Nessa luta contra a matéria,
Enfrentando a morte e a miséria,
Força para amar!
O que move o mundo...
A mecânica maior!
União de todo coração,
Espalhar a verdade para seu irmão
Em derredor!
Eu vos escolhi
Para essa missão!
Aconteça o que for.
O caminho revelado
É aquele determinado,
Pelo Mestre do Amor!
Não penso porque existo
Imagino aquilo que sou
A um único pensamento,sei que resisto
Ao desafio único do amor!
Se imagino o que sou
Posso me tornar o que for
Me tornando o que sou eu vou
Construindo uma imagem ao meu favor
Construir sua imagem
No caminho da bondade e bem querer
É trilhar e guiar com sabedoria sua linhagem
Guiando-a no futuro do saber
No futuro do saber
Nos mares do futuro
Quero ver o amor prevalecer
Estar na luz e seguro!
Sol e Lua
Que nos ilumina
Sou imagem sua
O brilho da vossa doutrina
O brilho da vossa doutrina
É que me faz firmar
Vi minha figura batizada na Santa Colina
Era O Mestre me ensinando a amar
Ensinando a amar
Ensinando o bem querer
Pois o povo não sabe perdoar
Quanto mais a obedecer
Quanto mais a obedecer
Ao que o Mestre dá de valor
Dá vida,saúde a quem merecer
Para caminhar na estrada do amor!
Em um mundo imperfeito, sou mais um, cheio de defeitos, buscando ser diferente, fazendo do meu jeito...
Sou apenas um vivente, que sonha, que sente...
Uma alma buscando levar a energia do amor e fazer emanar..
Caminhando sem direção, sem rumo sem intenção...
Apenas para mostrar, que eu, eu apesar de não parecer, tenho um coração...
As vezes penso que não sou o suficiente, o vazio toma conta do meu consciente.
As vezes sinto que estou em pedaços, tentando me juntar, colar meus cacos.
As vezes penso onde errei, mas na realidade, estou pagando por dores que eu não causei...
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