Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre

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As perguntas que sempre recebo:


Você acredita em Deus?


Então: Acredito.


Mas não em um Deus que intervém para realizar desejos humanos.
Deus não atua por concessões ou exceções,
mas pela ordem que sustenta tudo o que existe.


Ele não substitui meus passos.
É o fundamento sobre o qual eles se apoiam.
O caminho não é imposto — é compreendido.
A fé não está em esperar que o mundo se dobre,
mas em aprender a caminhar de acordo com sua estrutura.
Nada me é entregue pronto.
Tudo se constrói a partir da lucidez, da escolha e da ação.


Quanto mais compreendo as causas, mais livre me torno para agir.
Quanto mais clareza tenho ao agir, mais sentido encontro ao viver.
Deus não faz alguém rico.


Não distribui fortuna como resposta à insistência ou à oração repetida.
O que Ele oferece é direção, consciência e oportunidade.


O resto é responsabilidade minha.
Minha fé não é passiva.
Ela não espera milagres.


Ela sustenta minha coragem de agir.
Eu ajo.
Eu erro.
Eu aprendo.
E sigo.


Se algo vem, vem como consequência de visão, disciplina e movimento —
não de pedidos, mas de alinhamento.


Deus não é meu fornecedor.
É minha base.
E eu honro essa fé fazendo, não esperando.

Amo gente que me faz feliz. E o que me faz feliz fica.
Permanece sempre dentro de mim.
______________FranXimenes
21*12*2013

Mas o coração nos diz que sempre o mais bonito, é o AMOR...*

______FranXimenes
01*11*2013

⁠O coração sempre vai doer enquanto o pensamento insistir em vascular memórias soterradas.

Sempre sofri por ser diferente, a romântica, a chorona, a melosa. Em um mundo onde dinheiro e corpo é tudo, eu me destaco, sabe por quê? Porque no fundo o que todo mundo quer é alguém pra amar. Eles procuram tanto pela liberdade que acabam infelizes com suas vidinhas egoístas. A verdadeira liberdade está no amor, e em mais nada.

" Que tudo o que te faz Feliz,
seja abençoado sempre, mais e mais! "

__________FranXimenes
17*01*2014

No tribunal do amor, o coração sempre é acusado de ser culpado pela dor de não ser correspondido.

' PINTANDO SONHOS '


Por entre diversos caminhos nessa vida,
vou sempre semear, poções da alegria,
Na terra quero ter uma vida bem vivida,
ter a vida feliz, e levar doses de empatia.


Plantei, cuidei do meu jardim tão florido,
Eram flores tão formosas, tão cheirosas,
Deixando então, meu cantinho colorido,
No cheiro do jasmim, e das belas rosas .


Feliz cantarolava, cultivava meu jardim,
Com tantas flores, a exalar seu perfume;
Fui me apaixonar pelo aroma do jasmin,
Da rosa negra, a rosa na cor de betume.


Pela estrada da vida, sigo o meu caminho;
Vou pintar sonhos, parecendo um algodão
vou pintar o amor com todo esmero,carinho,
Na Cor vermelha, cor de uma grande paixão !
Maria Francisca Leite
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REGISTRO N° 122958067065

Sempre respeite os seus pais, os mais velhos, e todos as pessoas, porque não deveis ver a ninguém como diferente de você

Vim de baixo, mais sempre com a cabeça erguida, no caminho correto. nunca fiz ninguem de escada, Seja luz onde estiver escuridão.

Tem pessoas que dizem conhecer a Deus, mas as suas atitudes sempre demonstram o contrário

O soberbo, sempre é o autor das ideias alheias.

“O Direito sempre estará adstrito à ética, à moral, à filosofia, à sociologia, à epistemologia, à antropologia, entre outros, pois, em frígida análise, são ambiências que se complementam entre si, nutrindo-se mutuamente uma das outras.” ⁠

Vida sempre se celebra
tempo de agradecer
infindáveis são as bençãos
reflexão vamos ter
elevação, muito amor
redenção desejo ter

A força do espírito nos faz permanecer sempre jovial.

Pensar é sempre um ato de rebeldia contra os medos e os limites interiores, que nos prepara para enfrentar, com muito mais segurança e coragem, as barreiras externas ao nosso desenvolvimento.

A vida é uma jornada de tentativas
e erros, sempre impulsionada pela vontade de progredir.
Acredito que a evolução nasce da ação e que os erros
são lições valiosas no caminho da aprendizagem.
Gairifo Santos

A Urna Veio?

Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?”

À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo, porém, é uma das perguntas mais metafísicas que a linguagem humana já forjou.

Quando alguém morre, algo inusitado sucede: o seu nome passa a ser insuficiente. Aquele que, há horas, era chamado pelo nome próprio — repleto de história, afectos, memórias e conflitos de legitimação — hoje é reduzido a um objeto. Ninguém ousa perguntar por ele ou por ela; pergunta-se pela urna. Pior ainda, pergunta-se se ela veio. O nome cede lugar à coisa.

A morte não sacrifica apenas a vida biológica; ela opera uma transmutação simbólica. O sujeito transforma-se em conteúdo da urna. A pessoa converte-se em recipiente prestes à decomposição. Aquilo que foi presença temida, respeitada, amada ou odiada torna-se restos mortais. A linguagem segue com fidelidade fria esse processo: deixa de nomear identidades de excitação e passa a rotular objetos de repulsa. São poucos os que se aproximam da urna, ainda mais quando ela contém restos mortais em avançado estado de decomposição. Até os perfumes teimam em desempenhar o seu papel com zelo.

Esse desvio de eixo gravitacional não é um acidente aristotélico. É a revelação do quanto nos é difícil lidar com a substância finita. Dizer “a urna veio” é mais consolador e aconchegante do que dizer o nome daquele que já se tornou autenticamente mudo. A urna veio — eis um termo técnico que nos protege do abismo existencial. É uma forma de anestesia simbólica. A sociedade precisa refinar a absurdidade da morte para continuar a funcionar; do contrário, ela se tornaria tão insuportável quanto a pedra de Sísifo.

Mas há algo de profundamente angustiante nisso. Durante toda a vida, lutamos para afirmar quem somos, para deixar marcas, para sermos reconhecidos como seres singulares. No fim, essa singularidade dissolve-se numa designação coletiva. A urna é sempre igual, apesar de conter restos mortais de seres irrepetíveis. A morte, nesse sentido, nivela desigualdades que nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos consegue suprimir: ela é radicalmente igualadora.

A pergunta “A urna veio?” diz mais do que se imagina. Ela diz que o corpo (matéria) derrotou o nome (ideia); que a ciência da vida (biologia) venceu a ciência das vivências (biografia); que a história pessoal foi brutalmente encerrada e substituída por um banho colectivo. O ser humano deixa de ser projecto — como diria Heidegger — e passa a ser coisa disponível, transportável, administrável.

No entanto, algo permanece. Mesmo quando dizemos “urna”, sabemos que ali está alguém. Só que é um alguém que já não responde. Há quem responda por ele lá fora. A linguagem tenta coisificá-lo, mas a memória insiste em humanizá-lo. Em surdina, o nome continua a ecoar na mente dos seus. É assim que nasce o luto: no intervalo entre o objeto dito (urna) e a pessoa lembrada (nome).

Por isso a pergunta incomoda tanto, talvez. Porque ela expõe, sem disfarces, o absurdo da condição humana: não é apenas o corpo que apodrece; é também a forma como o mundo nos nomeia quando já não temos possibilidade de responder. E quando o nome se revela insuficiente, resta a urna.

A morte, afinal, não é apenas o fim da vida. Nem é o início da briga pelo espólio.
É o começo do momento em que o humano deixa de ser chamado e passa a ser levado.

Quem tem muito a esconder sempre parece que tem muito a dizer.

“Ignorar o sofrimento humano nunca foi neutralidade; sempre foi cumplicidade silenciosa.” - Leonardo Azevedo.