Eu sou o Homem Certo pra Voce

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Eu te amo Corinthians.. Eis um fato, do qual eu devo me orgulhar. Afinal.. Corinthians, é Corinthians!

Enfim, esses ciúmes de mulher. Que eu nunca entendo porque são polvilhados de um egoísmo vulgar, de bolero barato. Só se deve ter ciúme do que vale a pena, do que é verdadeiramente importante. Não devemos desgastar-nos sentindo ciúme de tudo. Mas as mulheres não pensam assim. São capazes de sentir ciúme do ao mesmo tempo e com igual intensidade e veemência do marido, do amante, e de dois namorados. Têm muita habilidade para a vida. Ou muito sentido pragmático.

"De uma coisa eu sei
não preciso mendigar amor de ninguem
só preciso de uma unica chance pra que eu
possa ser feliz..."

Simplesmente eu sei que tudo que foi
Importante pra mim
Da minha vida se foi
Então me fez ser assim
Dentro dessa armadura, nessa vida dura
Não sou Indiana Jones
Então, sem aventura.

"Todos eles me conhecerão, desde o menor até o maior", diz o Senhor. "Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados."

Bíblia Sagrada
Jeremias 31:34

O que eu quero na minha vida é compaixão, um fluxo entre mim e os outros baseado em uma doação mútua do coração.

Eu quero uma pessoa que entre na minha vida por acaso e que permaneça de propósito.

Eu aprendi...que não há pessoas perfeitas até ao dia que tu te apaixonas por ela,,!

"Que os outros construam uma caverna com seus barros, eu construirei um castelo com o meu."

Já que eu não posso dizer que te amo, prefiro não te dizer nada.

Poema transitório

Eu que na Era da fumaça: - trenzinho
Vagaroso com vagarosas paradas
Em cada estaçãozinha pobre
Para comprar
Pastéis
Pés-de-moleque
Sonhos
- principalmente sonhos!
porque as moças da cidade vinham
olhar o trem passar:
eles suspirando maravilhosas viagens
e a gente com um desejo súbito
de ficar ali morando sempre...
Nisto, o apito da locomotiva
e o trem se afastando
e o trem arquejando
é preciso partir
é preciso chegar
é preciso partir é preciso chegar...
Ah, como esta vida é urgente!
... no entanto
eu gostava era mesmo de partir...
e - até hoje – quando acaso embarco
para alguma parte
acomodo-me no meu lugar
fecho os olhos e sonho:
viajar, viajar
mas para parte nenhuma...
viajar indefinidamente...
como uma nave espacial perdida entre as estrelas.

Mãe, quando eu comecei a escrever esta carta, usei a pena do carinho, molhada na tinta rubra do coração ferido pela saudade.

As notícias, arrumadas como perólas em um fio precioso, começaram a saltar de lugar, atropelando o ritmo das minhas lembranças.

Vi-me criança orientada pela sua paciência. As suas mãos seguras, que me ajudaram a caminhar.

E todas as recordações, como um caleidoscópio mental, umedeceram com as lágrimas que verteram dos meus olhos tristes.

Assumiu forma, no pensamento voador, a irmã que implicava comigo.

Quantas teimas com ela. Pelo mesmo brinquedo, pelo lugar na balança, por quem entraria primeiro na piscina.

Parece-me ouvir o riso dela, infantil, estridente. E você, lecionando calma, tolerância.

Na hora do lanche, para a lição da honestidade, você dava a faca ora a um, ora a outro, para repartir o pão e o bolo.

Quantas vezes seu olhar me alcançou, dizendo-me, sem palavras, da fatia em excesso para mim escolhida.

As lições da escola, feitas sob sua supervisão, as idas ao cinema, a pipoca, o refrigerante.

Quantas lembranças, mãe querida!

Dos dias da adolescência, do desejar alçar vôos de liberdade antes de ter asas emplumadas.

Dos dias da juventude que idealizavam anseios muito além do que você, lutadora solitária poderia me oferecer.

Lágrimas de frustração que você enxugou. Lágrimas de dor, de mágoa que você limpou, alisando-me as faces.

Quantas vezes ouço sua voz repetindo, uma vez mais: “tudo tem seu tempo, sua hora! Aguarde! Treine paciência!”

E de outras vezes: “cada dia é oportunidade diferente. Tudo que você tem é dádiva de Deus, que não deve desprezar.

A migalha que você despreza pode ser riqueza em prato alheio. O dia que você perde na ociosidade é tesouro jogado fora, que não retorna.”

Lições e lições.

A casa formosa, entre os tamarindeiros assomou na minha emoção.

Voltei aos caminhos percorridos para invadi-la novamente, como se eu fosse alguém expulso do paraíso, retornando de repente.

Mãe, chegou um momento em que a carta me penetrou de tal forma, que eu já não sabia se a escrevera.

E porque ela falava no meu coração dorido, voei, vencendo a distância.

E vim, eu mesmo, a fim de que você veja e ouça as notícias vibrando em mim.

Mãe, aqui estou. Eu sou a carta viva que ia escrever e remeter a você.

Entre as quadras da vida e as atividades que o mundo o envolve, reserve um tempo para essa especial criatura chamada mãe.

Não a esqueça. Escreva, telefone, mande uma flor, um mimo.

Pense quantas vezes, em sua vida, ela o surpreendeu dessa forma.

E não deixe de abraçá-la, acarinhá-la, confortar-lhe o coração.

Você, com certeza, será sempre para ela, o melhor e mais caro presente.

Eu tinha apenas 16, e já achava que sabia demais. Tudo que eu tinha era um quarto, o dinheiro dos meus pais, e alguns amigos que cabiam numa mão.

Entre amar e ser feliz eu prefiro amar. Pois quem ama é feliz. Não existe felicidade sem amor.

Eu te conheço há pouco tempo, mas eu te amo, como há muito tempo.

"... Eu me desnudo emocionalmente quando confesso minha carência – que estarei perdido sem você, que não sou necessariamente a pessoa independente que tentei aparentar. Na verdade, não passo de um fraco, cuja noção dos rumos ou do significado da vida é muito restrita. Quando choro e lhe conto coisas que, confio, serão mantidas em segredo, coisas que me levarão à destruição, caso terceiros tomem conhecimento delas, quando vou a festas e não me entrego ao jogo da sedução porque reconheço que só você me interessa, estou me privando de uma ilusão há muito acalentada de invulnerabilidade. Me torno indefeso e confiante como a pessoa no truque circense, presa a uma prancha sobre a qual um atirador de facas exercita sua perícia e as lâminas que eu mesmo forneci passam a poucos centímetros da minha pele. Eu permito que você assista a minha humilhação, insegurança e tropeços. Exponho minha falta de amor-próprio, me tornando, dessa forma, incapaz de convencer você (seria realmente necessário?) a mudar de atitude. Sou fraco quando exibo meu rosto apavorado na madrugada, ansioso ante a existência, esquecido das filosofias otimistas e entusiasmadas que recitei durante o jantar. Aprendi a aceitar o enorme risco de que, embora eu não seja uma pessoa atraente e confiante, embora você tenha a seu dispor um catálogo vasto de meus medos e fobias, você pode, mesmo assim, me amar..."

O infinito do horizonte, com a imensidão do mar, se refletem nos meus olhos cada vez que eu te encontrar. Pois a distância pode ser imensa, as razões podem se cansar, mas ainda assim, não vou deixar de te amar.



Porque não é em adeus de despedida que mora a dor, mas sim, na certeza de um nunca mais...

Nunca quis ser melhor do que ninguém. Não preciso ter inveja do próximo, tudo o que é meu, eu quero conquistar. Descarto pessoas que não me suportam e querem ser educadas. Não gosto de falsidade, prefiro que nem comigo falem e mantenham distância. Assumo o que eu falo e faço, não tenho rodeios. Não gosto de pessoas que concordam com tudo, que dão sorrisos correspondendo a opinião de terceiros mesmo que no fundo discorde. Sou estúpida, ácida e ranzinza. Mas não preciso pisar em ninguém para conseguir o que eu quero, às vezes me prejudico por querer tanto ajudar. Porque pessoas boas são observadas como um cenário de gente otária. Participam do nosso espetáculo, ofendem nossa integridade e saem ilesas com a coroa de majestade. Chega de me importar e aplaudir quem quer me ver bem longe. Chega de achar que todos são confiáveis e querem meu bem. Chega de acreditar em certas pessoas que não querem meu sucesso.

Não tente me entender,
se nem eu mesma posso
me compreender.
Apenas caminho e tiro
de cada gota de vida
o que preciso para viver.

Eu não tinha nada a perder. Meu pai disse que na ilha tudo é exagerado. Tem pobres e ricos, mas em maior quantidade e intensidade. Acho que o jogo é manipulado. Talvez sempre tenha sido. E sem pais, sem dinheiro ou alguém pra cuidar de mim, eu não tinha chances, a não ser que eu corresse atrás.

Outer Banks
1ª temporada, episódio 1.