Eu sou o Homem Certo pra Voce

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⁠Estou começando a acreditar que qualquer coisa que eu faça para prolongar a minha vida vai ser superada pela agonia de vivê-la.

⁠Por sermos quem éramos, eu já sabia o que faríamos.

⁠Não há espaço para me sentir mal. Se eu sentir isso, tenho que sentir todo o resto.

⁠⁠penso comigo que serei o que pensarei o que falarei mas eu não sei e nunca saberei o quanto eu quero saber ou quanto eu deixei de saber meu pensamento é uma coisa sem fim mesmo eu sabendo onde acaba ou onde começa sei que nunca acabará por que nunca começou. uma mente vazia só com um sopro da solidão saberá que algum dia quando as flores murcharem e o vento não soprar que será á hora de partir.

⁠De qualquer maneira, pergunte a si mesmo: é disso que eu quero ser feito? É isso que eu quero ser?

⁠Querido diário, hoje foi um dia estranho, pela primeira vez eu senti que as horas passaram sem me mostrar o resultado destas, mas não foi um tempo perdido, estive muito envolvido no labor do meu dia, mas ele não me envolveu ao ponto de me senti satisfeito de estado nele. Recentemente, não são todos os dias que tenho contentamento do tempo passado, mas entendo que preciso me preparar para as horas que virão, pois, embora toda essa segregação entre me e o tempo aconteça somente hoje só hoje parei para refletir.
Tenho escolhido caminhos que minha trajetória se adequá, sempre seguindo preceitos fundamentais, de caráter e herança familiar. Não que nunca haja deslizes momentâneos de um xingamento esporádico, mas de manter um padrão. Preciso olhar com entusiasmo o que o tempo e as horas têm me mostrado, olhar na perspectiva correta que não e só a dedicação e comprometimento, a organização e o moralismo que vai me fazer realizado, mas sim sentir o prazer de estar no tempo fazer parte dessas horas que passam rápido, dependendo do ponto de vista. Vou me permitir vagar em pesamentos aleatórios em meio a horas de pressão de tempo, vou olhar para eles como mecanismos de transporte não como condutores da minha presença.
Eles me levam, mas o condutor dessa maquina sou eu.

⁠ Eu sinto que já não tem Lógica te conquistar, e também não pretendo te amar sem a tua permissão, para que no fim eu me sufoque com as tuas lembranças.

⁠Já nem te chamo de meu bem
Por que se o banco sabe toma
Me aceita e eu te aceito
Tem paciência com meus defeitos
Mudanças, costumes e jeitos

⁠Eu não me acostumo à tua beleza
Bonito um dia isso poderá passar
E esse agora já vale a nostalgia
E algum dia essa hora irá chegar

⁠É quando a noite cai,
que eu me levanto,
para tecer meus planos
e realizar meus encantos.
E assim tem sido,
há milhares de anos,
desde que mergulhei em mim,
este profundo oceano.

⁠Se realmente gostar de todos os momentos que passou comigo eu troco todos eles por um beijo seu.

⁠Eu aprendi que é melhor se sentir um pouco injustiçada do que criar expectativas e se desapontar.

⁠Fim
O que é o fim?
É uma virgula, ou um ponto final?
⁠É a morte, ou o inicio de uma nova vida?
Eu me doo ao fim, pois quero saber o que vem depois,
depois que o vento se vai,
depois que o sol se poê.
Me sinto fraca,
sinto meu coração doer,
preciso correr,
eu corro mas não chego a lugar nenhum.
Eu choro, e choro muito,
não sei mais o que dizer,
só me deixe,
preciso esperar,
o fim chegar.

⁠Após muitas luas
Contínuo na floresta
A busca é constante
Do meu EU
Meu amigo lobo
Cuida de mim
Em cada passo
Em cada escalada
Olha para mim com ternura
Me aquece a noite
É meu cobertor e travesseiro
Me sustenta com sua caça
É meu alimento
Serei sempre grata
Ao meu lobo
Em troca lhe dou
Carinho
Lhe afago o pelo
Lhe abraço
Lhe beijo
Lhe amo
Corremos juntos e nadamos
Pela floresta
Amizade estranha
Ninguém entende
Mas todos respeitam
Por isso vivemos em harmonia
E mesmo quando a floresta
É agredida, destruída
Ressurgirmos do nada
Seremos eternos amigos
Um protegendo o outro

⁠Como eu imagino um Poeta
Deve ser colorido na alma e na mente
Deve ser cheiroso pelo perfume das flores
Deve voar como um colibri
Andar manso sobre rios e mares
Deve ser muito alto
Para ter uma visão de tudo
Ou não talvez bem baixinho
Para enxergar as minúsculas criaturas
Deve carregar na mão, sempre uma árvore
Para que não lhe falte papel e lápis
Seu coração é feito de luz
Para que possa iluminar
A humanidade e os apaixonados
A noite já cansado de tanto andar e voar
Vai se deitar na relva
E se conectar com a mãe natureza
Recarregar sua energia
Transformar tudo que viu e sentiu em poesia
Olhar a lua, as estrelas, as nuvens
E criar e poetizar
Nos primeiros raios de sol
Presentear a todos
Com seus belos textos
Encantando a triste morena, o jovem aprendiz da vida, a criança birrenta, o velhinho, o doutor, mas principalmente os apaixonados
Ira falar de amor, de todas as formas e maneiras possíveis
Assim é que descrevo um poeta.
Um ser colorido

⁠Eu me deitei na lareira do seu colo
E o calor me aqueceu
Quando minha mão no seu braço tocou
Eu me queimei
Quando sua boca com seus lábios vermelhos na minha encostou
Sugou minha alma
Me usou, me manipulou
Abusou da minha masculinidade
Friamente, metódicamente
E me deixou
Hoje sangra minha boca, com as minhas próprias mordidas
Sinto o gosto e a dor da saudade.

⁠E se eu morrer...

Se eu morrer, ainda permanecerei vivo?

Se eu morrer, quem se importaria com isso?

Vejo. O que até aqui construí?

Quantos chorariam por mim?

Já ouvi dizer que todos somos sozinho.
Mas, quem seria apático o bastante para nao ceder a este abismo.

Por vezes pergunto, o que é real?

O mundo físico? O palpável!?

Certamente que não.

As emoções incontroláveis, toda essa química do cérebro que é fatalmente transpassada pela ciência!?

O mundo com sua ética e moral?

Quem parou para questionar a morte, se não aquele quem a desejou?

Quem no vazio indizível encontrou colo na desesperança da vida?

Ouça o grito, ou não.

É silencioso de mais para essa agitação toda.

Sou voz que grita em silêncio. Água torrencial, caverna úmida e praticamente inabitável, a não ser por aqueles que são da mesma natureza dessas pedras.

Sou poesia, sonhos.

O medo do homem comum.

Entretanto.

A algo ainda aqui. Uma centelha.

Querer viver ou morrer, a se todos entendessemos que não há diferença alguma.

Estou em busca do meu paraíso.



Felipe Pereira

Sinto saudades de mim!
De quem eu era,
Do que fazia
Do que sintia
Eu não tinha ideia do quanto era feliz.
Até conheçer o abismo.
Onde me apaixonei por pessoas erradas ⁠,
Onde acabei adquirindo vícios mortais, onde me adundei na solidão
Antes se via o sorriso estampado em meu rosto,
Hoje se vê o medo em meus olhos.
Costumava usar o amor como escudo,
Hoje uso o ódio como arma.
Enfim virei o pesadelo de toda criança feliz.
uma vilã dos filmes da *Marvel*

⁠Ainda que eu não tenha força para prosseguir sei que Deus esta comigo em minha caminhada.

⁠Risonha eu fui um dia
Tentando te conquistar
Te encontrei nessa vida
Somente pra te amar .

O tempo tudo destrói
Aconteceu comigo assim
O seu amor acabou
O sonho chegou ao fim.

Se eu fosse um beija flor
Viveria livremente
Não conheceria a dor
De te amar imensamente .

Eu não sei o que restou
Do amor que havia em mim
Já não sei mais quem eu sou
Pra viver sofrendo assim .

Livre talvez eu seja
Ou prisioneira não sei!
Me deixaste num dilema
Já não sei se vale a pena
Sofrer tanto por alguém .

Indiferente a tudo
Jamais me senti assim
Como uma flor despedaçada
Que o vento da madrugada
Vai levar para outro jardim .