Eu sou assim Completamente Indefinida

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Desculpa pela preocupação,
Mas não sou quem pensa,
Sou um ser vazio sem crença

Uma farça
A farça que sou,
O ser que criei para "agradar-te"
O ser que te encantou,

Te encanto porque?
Se não sou o que pensa,
Sou a miragem que criou

O meu ser pede socorro,
Ele grita e chora,
Toda hora,
Que ser é esse?, que ser sou eu.

Sou uma pessoa de dentro pra fora. Minha beleza está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente. Sou isso hoje... Amanhã, já me reinventei. Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim. Sou complexo, sou misterioso, sou mistura, sou homem com cara de menino... E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar... Não me douo pela metade, não sou seu meio amigo nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não acredito que eu seja ninguém de tão grande importância. Presumo que eu seja como qualquer um, com certos defeitos, porém acompanhado de qualidades. Posso ser constante, inconstante, ou até mesmo os dois ao mesmo tempo. Em grande parte do tempo, sou previsível, admito. Mas o imprevisível me acompanha bem de perto. Consigo ser o bem e o mau, o certo e o errado, a tristeza e a felicidade. Eu posso ser tudo, ou simplesmente nada. Talvez eu seja isso; uma porção de coisas, depende de como você me vê!

Não sou quem estou aqui! Sou um instante... Passo!

Não sou mulherengo sou encatador de serpentes!

Sento ao teu lado,
sensível demais para me perceber
sou invisível e dizes não poder me ver
pois sou eu a suave brisa a tocar o teu rosto
folha seca que cai ao teu encosto
a grama macia em que estás deitada
sou também nuvem para te proteger
a primeira estrela a ser avistada
a chuva a embeber tua pele salgada
também sou sol para te secar,
sou cada gota com teu suor a me envolver
e dentro de ti vou para sempre viver.

Sou de enraizar sentimentos germinados pela semente do amor, sou de esperar florescer o jardim que cultivo, sou solo arado para plantio. Sou terra seca para árvore que não dá bom fruto, sou espinho de flor no deserto, sou bruta onde não cabe o semear. Sou raiz, eu soul ♡.

Sai do meu casulo, agora vou procurar um jardim bem florido, pois sou uma Borboleta e não trago comigo nenhuma lembrança da minha vida de largata.

Sou um ser em construção, em constante evolução... Tentando fazer o que é certo, sem saber o que na verdade significa essa palavra... Insistindo em debater-se contra a corrente... Constantemente recuperando-se das mazelas que isso me causa... Às vezes me sinto um matinho tentando sobreviver em um espaço ainda fértil do lixão e as vezes me sinto o próprio lixo... No momento pretensiosa, me sentindo uma exceção que não consegue confiar em mais ninguém... Uma mente criativa com idéias simples que só funcionam no papel... Um suspiro que vive de momentos bons passados e que já não consegue mais acreditar em um futuro planejado... Vamos lá... Em frente... Como todos sou o que o momento me permite ser, e serei mais... Esperando que a minha essência resista....

Não sou promiscuo,
Não sou bipolar…
Não sou louco,
Não sou demente,
Nem crente
E nem descrente.
Sou presente moral
Sou ausencia vergonhosa.
Não tenho pensamento lerdo,
Ou tenho?
Só sei que tenho ideias cabulosas.
Não penso só asneiras
Acredite nas palavras desse idiota.!

Não sou santa, nem muito menos careta. Só sou apaixonada por mim.

Tive relacionamentos longos e outros temporais,e tudo o que sou, quando o assunto é AMOR... devo a eles.

Imagino que sou o vento
Que te balança fresco e lento
Ou quem sabe uma cigana
Dissimulada que te encanta...

Linda, Louca e Mimada? Complicada e Perfeitinha? Não, não. Sou durona, porém tenho coração mole, educada apenas com quem merece e as vezes com temor, mas sempre determinada e aceitando os desafios que a vida traz!
Não sou uma menina cheia de frescurinhas com apenas um rostinho bonito, tenho personalidade, consciência e acima de tudo, carácter !

⁠— Você é um idiota.
— Foi por isso que você não me ligou? Porque sou um idiota?
— Não. — Magnus caminhou em direção a ele. — Não liguei porque estou cansado de
você só me querer por perto quando precisa de alguma coisa. Estou cansado de assistir
enquanto você está apaixonado por outra pessoa... outra pessoa que, por acaso, nunca vai amá-
lo de volta. Não como eu amo.
— Você me ama?
— Seu Nephilim idiota — disse Magnus, pacientemente. — Por que outra razão eu estaria
aqui? Por que outra razão eu teria passado as últimas semanas consertando seus amigos
imbecis cada vez que se machucam? E o tirando de cada situação ridícula em que se mete?
Sem falar em estar te ajudando em uma batalha contra Valentim. E tudo de graça!
— Não tinha pensado por esse lado — admitiu Alec.
— Claro que não. Você nunca pensou por lado nenhum. — Os olhos felinos de Magnus
brilharam com raiva. — Tenho setecentos anos de idade, Alexander. Sei quando alguma coisa
não vai funcionar. Você sequer admite para os seus pais que eu existo.
Alec o encarou.
— Você tem setecentos anos?
— Bem — corrigiu-se Magnus —, oitocentos. Mas não aparento.

Ah!!!!!
Quantas suposições.
Seria mais fácil chegar até mim e perguntar.
Sou livro aberto pra quem sabe ler.
A questão é que nem todos tem fluência em Divês ...
Diva com orgulho!
O que você cogita,eu tenho certeza !

Perdoe Minha Fúria...

Sou um homem calmo,
Tranquilo, ponderado.
Porém, eventualmente,
Tenho meus arroubos.

Não êxtase, mas fúria.
O animal sem controle
Me domina, aos gritos.
A razão, enfim, some...

E sob mercê da besta,
Ajo como tal, um tolo.
Faço tantas besteiras...

E quando a verve baixa,
Lamento... E tal criança
Arteira, murmuro: perdão?

Sou assombrada pelos meus fantasmas, pelo que é mítico e fantástico – a vida é sobrenatural. E eu caminho em corda bamba até o limite de meu sonho. As vísceras torturadas pela voluptuosidade me guiam, fúria dos impulsos. Antes de me organizar tenho que me desorganizar internamente. Para experimentar o primeiro e passageiro estado primário de liberdade. Da liberdade de errar, cair e levantar-me.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

Às vezes sou pura arquitetura.

Cimento e concreto armado

Linhas duras, ângulos obtusos

Paralelas infinitas, pontos em fuga.


Às vezes sou janelas abertas.

Florida, estampada, esvoaçante

Iluminada. Deixo o vento me percorrer.


Às vezes sou bancos.

Inerte, vazia

Parada, imóvel, espera

Outono ou inverno.


E, às vezes, sou toda natureza.

Viva!

Não sei falar de amor
como aqueles que o possuía
Sou um romântico, na teoria
que não ama como queria
Mas, acredita que um sentimento assim
existe para quem sabe apreciar
A pureza do amor
que todos querem
E tão poucos aprendem a amar

Não sou tão importante quanto penso, nem tão inteligente quanto gostaria, mas a importancia que tem meus sentimentos, causaria a muitos, muita alegria!!!