Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri
Em linhas culpadas antes
mesmo de terem nascido
nem um pouco lúcidas.
Sem ordem judicial,
bem cheias de tudo,
hipertextuais
e com toda a falação:
deseja saber demais.
Jogos sujos e brincadeiras
de nervos não há
quem os ature mais.
Como vai a saúde
da tropa e do general?
Quando virá a liberdade,
a augusta moção
e garantia da paz?
Em versos inconformados
e bem convictos segue
anão aceitação
de 'ditaduras'.
Ainda bem
que existe
um anjo que visita,
e trabalha legalmente
pelo fim do cativeiro
de quem é notório
inocente pelo mundo inteiro.
O destino é
como um rio
que sabe
o lugar
e onde
irá chegar
mesmo
em meio
a turbulência
que o faz
transbordar,
O calendário é
como as águas
que não
conseguem
represar,
É mais preso
como aquele
que preso
por causa
da consciência
todos sabem
que assim está,
Não só aquele
que prendeu,
mas quem não
consegue por ele
se indignar,
Mais um dia
sem notícias,
Não paro
de perguntar.
Se soa do
jeito dele
como vós,
ele não
pertence a nós,
mesmo que
tente reescrever
a história tal fato
não apagará
da memória:
ele não é santo,
ele se trata
de um algoz,
ele é feroz.
O mascarado
proferiu
que ele soa
como
os 'deles',
não há
como fingir
que não,
o quê saiu
da boca
o condena,
e agora
quer fingir
que nunca
foi investido
na discórdia,
mas Deus está
evidentemente
vendo e não
há como
dissimular para
Ele e para quem
sabe observar,
só Ele concede
a misericórdia,
ele quer apagar
a História.
Ofendendo
da pior maneira
quem quer
defender
a sua existência
fazendo a justa
resistência,
ele não merece
a sua confiança
porque é incapaz
de debater e de
colocar freios nos
seus servos,
e sobretudo
nos seus lacaios
das profundezas
dos infernos.
A mulher deve ser elegante,
Suave e ao mesmo tempo,
- marcante -
Como um perfume insinuante,
Deve ter alma, maciez e calma;
Deslindando os mistérios e dar o tom
De amor, paixão e ternura;
Conduzindo a intenção com doçura,
Amando infinitamente, sempre.
A mulher marcante de verdade,
Será lembrada pela virtude,
E grande capacidade de amar;
Espalhando a graça,
- por onde passa
Como uma felina mansa,
Que só no olhar recebe
O seu colo e afeto.
A elegância feminina,
Ilumina o mundo,
Pacifica,
Engrandece,
Enternece,
Aproxima e conjuga,
Acarinha e aquece,
Eterniza a lembrança,
É presença que permanece.
Aprendemos a ser amor
com as correntes do mar,
Elas são ora quentes e ora frias,
E mesmo assim não deixam
de se encontrar;
Somos dois eternos amantes
- a se [amar].
Não importa se está
nublado ou se está sol,
As noites ao teu lado
são de luar,
E o teu corpo estelar:
é a constelação
a nos iluminar.
Aprendemos ser amor
no dia a dia,
Até Salinas se torna
um rio de água doce,
Na sua boa companhia,
Somos dois eternos
amantes da [poesia].
Aprendemos a viver
com as correntes do mar,
Elas são mansas e ora bravias,
e mesmo assim não se deixam jamais;
São correntes que se unem,
e vivem a se [cortejar].
Emaranhados no mesmo verso,
Retornamos à mocidade,
Enamorados da mesma causa,
Filiais da liberdade,
Enlaçados no mesmo amor,
Cremos na imortalidade.
Anoitecidos no pleno Universo,
Íntimos e maliciosos,
Madrugadeiros e boêmios,
Amantes gloriosos,
Encantados a milênios,
Dois intensos devotos.
Desobrigados de rigores,
- experimentando -
Os melhores sabores
Escrevendo no silêncio
- dos corpos;
Orações à dois senhores...
Existe uma dolência que nos une,
Nunca chegará a se tornar escuridão,
Resistirá em nós o mesmo Sol,
Que nascerá e que se dobrará;
Persistirá como saliente brasa,
Deslizará como mão que afaga,
Com o doce beijo que não para,
Será muito mais do que chama...,
E queimará muito mais do que fogueira
Em noites de luar, e não tente duvidar!
Amor sempre teremos de sobra!
Tu és como mar que leva o barco,
Assim é a carência que nos dobra;
Afirmativa é a boca sedenta por água,
Nós chamaremos insistentemente - a toda hora,
Seremos uma luz que não se apaga;
Um nó do destino que não desata.
Existe um amor que o mundo enxerga,
Não há ninguém que discorde,
E muito menos nos afronte,
Estamos prontos para a epopeia,
Que há de fazer a história,
De duas almas severas;
Tão doces quanto valentes,
Sementes lançadas ao vento,
Resistindo ao veneno,
Do cotidiano que é quimera.
Amor: aprecie a cantiga do mar!
Observe como gingam as correntes,
Tenho que te confidenciar:
- Eu quero te mimar!
O quê pensam as gentes?
Que somos inconfidentes.
Eu sou a tua rosa solar,
Regada pela água do mar,
Poesia e repente de amar.
O importante é que
o desejo de estar
no mesmo caminho
tem sido o presente
superar os obstáculos
do destino e tornado
a espera contente.
A vida brinda
a cada um de nós
com amores possíveis
e os impossíveis
para termos forças
para superar
as tempestades
que sugerem
ser implacáveis.
O imprescindível é
que nós nos temos
de olhos fechados,
e com o mesmo
fervor de jovens
enamorados
e a confiança
no giro dos astros.
Carrego em mim
o silêncio e a jura,
mesmo sem ter
jamais te ouvido
antes na vida,
e me fixo tua.
Cabe a nós
o recato para
a preservação
daquilo que
nos espera
e faz o coração
permanecer
em sinfonia.
Quando o amor
é inevitável,
os astros dançam
no absoluto
e indomável,
em nós o paraíso
já é impenetrável.
Certa daquilo que
nos une e move
as montanhas,
venho preparando
o quê há de ser
além dos dias
e distâncias;
e assim será.
Só de pensar em você,
qualquer lugar vira
Um doce paraíso,
mesmo sem tê-lo
De fato aqui comigo.
Só de ouvir tua voz,
prevejo o futuro,
o doce acordo,
Mesmo distante,
o radiante encontro.
Só de pensar em você,
revivi o quê devia,
A volta sem regresso,
mesmo sem tê-lo,
De fato aqui por perto.
Só de saber como és,
adivinho o destino,
A fortaleza e doçura,
mesmo de longe,
O soneto pressentido.
Só de pensar em você,
imagino mil cenários,
Já me proclamo sua,
mesmo sem você saber,
De fato tanta ternura.
Só de te admirar,
proclamo-me íntima,
Revisto cada detalhe,
mesmo em cada letra,
De fato além da poesia.
Já és realidade...
É imperioso dizer:
- Ninguém mais
contém o quê
é sobrenatural.
mesmo diante
dos quatro
atrasos
do que é
para ser,
e ninguém
mais há
de deter.
Rima para o teu
ombro curar,
sonho para te
devolver,
pelo teu povo
não desiste
de te libertar.
A poética nasceu culpada
antes mesmo de nascer,
obcecada pela paz
sempre caminha livre
em territórios de guerra.
Quem tem um palácio
da paz interior em si,
possui o ânimo que ajuda,
e a lucidez que sustenta.
A firme e óbvia convicção
da inocência que faz
resistir a dureza do cárcere,
é evidente e absoluta.
Mesmo que não reclame,
sente a falta de cuidado
do seu corpo castigado,
resiste estoicamente
a insanidade de quem
engendrou a prisão
notoriamente imerecida,
busca mesmo em oração
a luz da justiça perdida.
O céu e o mar no maior cortejo
Porque se possuem os amantes,
E mesmo estando (distantes):
Possuem o embalo e o aconchego
De dividirem os seus segredos
Mais íntimos e impressionantes.
O Sol e a Lua dançam no infinito,
Porque se fundiram num corpo só:
O masculino e o feminino;
Giram os astros de contentamento
Pela potência dos amantes
Com o vigor nas coreografias
Expandem desejos flamejantes.
O verso é a fruição deste mistério:
Repleto de Sol, Lua, Céu e Mar
Dois amantes e seu (Universo).
A poesia é flutuação e oráculo
Do hemisfério sensual;
É manifestação e espetáculo.
É a devoção masculina derramada
Ao infinito feminino...,
É cumplicidade (apaixonada)!
É o invadir potente o corpo
Da tua amante,
E conduzi-la ao sonho:
De ser gigante.
É o espargir do teu perfume
- marcante -
E convencê-la aos teus jeitos
De amar sem freios.
É escrever o soneto despreocupado
Do teu modo,
E temperá-lo apimentado.
E assim em versos livres de rigor
- reconhecer -
Que a potência e o vigor nascem
das graças e do porte da mulher
- amante -
Derretendo-a com carícias plenas,
Efusivas, magníficas e extasiantes.
Desafiando as horas rebenqueadas,
- nada -
Mas nada mesmo há de deter
Os meus desejos dos teus
Sabores que carregam a essência
Do melhor de todos os amores.
Nada há de fazer que as nossas
Vontades se tornem alquebradas,
Somos duas almas mais do que livres
Que se entregaram apaixonadas...
Não precisamos de elementos,
- nem poéticos e nem exóticos.
Guardamos em nós os licores,
E os perfumes mais eróticos...
Com fidedignidade aos consentimentos
- nossos -
Assim faremos de tudo
- e muito mais -
Para preservar o amor espiritual
Aqui terreno;
Carrego você pleno e segura
Estou do nosso infinito sereno.
Da lingerie púrpura ao véu
- escarlate,
Há um pensamento e um segredo
Que em breve eu hei de revelar-te:
Porque exclusivamente foi você
Que me atiçaste com o teu fogo alto,
Já nem sei se o que estou escrevendo
É um poema ou mesmo um salmo.
O importante será que debruçada
Sobre ti farei o santo e o profano;
- e entre nós não haverá nenhuma dúvida
- e nenhum engano.
A liberdade à beira do regato, Perfumada da relva, Enfrenta a vida com ousadia, mesmo sabendo que ela é uma selva - confia.
De que adianta falar em golpe ou revolução? O quê de fato interessa mesmo para o destino do Brasil é o conhecimento dos conteúdos dos atos secretos assinados pelos ex-presidentes.
Vai precisar de muita arte mesmo para apagar da memória que todo o dia passamos por um ridículo diferente.
A diáfana existência
de cada abelha
que se esforça mesmo
com todo o veneno
que neste mundo há,
ela traz a mensagem
do mundo para o mundo
que deveria buscar
como cada uma delas
cooperar, resistir
e sempre lutar para evoluir.
O coração que para
uns muitas vezes
se mantém calado,
por pura autopreservação
para não ser envenenado
por gente que vive
sem eira nem beira,
com o espírito esvaziado
e faz da bondade alheia
um campo para plantar
a marca da transgressão.
Cada abelha por todos
os lugares e rumo
à savana montanhosa
para produzir o mel
de acordo com o quê
lhe é proporcionado,
traz o signo daquilo
que entre nós já
deveria estar pacificado,
e por senso comum
deveria ser preservado.
O coração busca ser
deste jeito para
se resguardar de gente
que se perdeu, perdeu
ou deixou perder o quê
há de mais belo que
é a pureza da crença
no amor simples e original,
que é aquele que vê
sempre no luar a beleza
que encanta sem igual.
O luar ultrapassa
o tundra alpino
que mesmo
em degelo ainda
oculta solene
o multicolorido:
floral enamorado.
E sem conseguir
fingir o quê
estou sentindo
venho confessar
apesar deste
mundo esquisito:
que de nós não
ando desistindo.
Com devoção ando
buscando sinais
que me levem
todo o dia ao mais
terno dos abraços,
e quem sabe ser
só lábios grudados
nem que seja
por um instante
ou por sutil acidente.
Pelos siderais fios
que nos unem
mesmo sem saber
onde você está;
Sei que nós dois
vamos nos encontrar,
e que não importa
a hora e o lugar.
O Universo abriu
um palimpsesto
a nossa previsão,
Tudo ocorrerá
fazendo bater
sempre mais
forte o coração
em ritmo forte
e indomável paixão.
Os seus toques
já estão todos
roteirizados
na minha pele,
E hão de ser a sua
estratégica mania,
e suave maneira
para de mim
fácil e faceira
muito além desta
Superlua de Neve.
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