Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri

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Deus sabe oque faz
e eu so me arrependo do que eu nunca fiz
nunca do q eu faço
minha parte eu to fazendo pra que o melhor aconteça
se algo der errado
não vai ser minha culpa
porque eu to tentando fazer o meu melhor

Quem ama nunca desiste do que sente.. e é independente de todas as nossas discussões bestas que eu quero sempre me reconciliar com você e nunca deixar que nenhuma briga, nenhuma inveja, nenhum mal entendido, nenhuma frescura minha ou tua destrua esse sentimento verdadeiro que a gente tem um pelo outro. Porque a felicidade de amar e ser correspondida é indescritível! Foi Ele que te colocou na minha vida e espero que dela tu nunca saia, pois se isso acontecer morrerei de tristeza sem você, porque pra todo mal da minha vida, pra curar qualquer ferida meu remédio é você.

⁠Não é fácil lavar louça quando eu poderia estar lendo um soneto da Cecília, um poema do Bukowski, qualquer coisa do Drummond... se bem que o tilintar de colheres, facas e garfos é inspirador; a espuma do detergente, o barulho dos pratos, a água caindo... ah, tudo é poesia e isso me transporta pra um horizonte sem limites; eu sou um anjo e condeno os pecados do mundo, mas eu também tenho os meus pecados, esta paixão... esta paixão pela vida; Louis Armstrong sabe de tudo: "what a wonderful world!" que mundo maravilhoso; garfos, facas e colheres tilintam... pratos e panelas são lavados lembrando-me que pessoas se alimentaram, a água cai como cristais lembrando rios e lagos, a poesia é viva e dinâmica; e eu reflito no meu horizonte: os pecadores passam, a paixão nos rejuvenesce e a poesia... a poesia é o ar que você respira, a água que você bebe, é o que te alimenta. Ah, quem vive sem poesia?

A Ligação Que Eu Queria Fazer
Homenagem ao Meu Pai, Edilson Alves


No silêncio da saudade
Que insiste em me abraçar,
Muitas vezes olho o céu
Com vontade de falar,
Com quem foi luz em minha vida
E hoje mora em outro lugar.


Meu pai foi homem direito
De palavra e de valor,
Ensinou-me desde cedo
O caminho do amor,
Da coragem e humildade,
Do respeito ao Criador.


Se a vida fosse mais simples
E tivesse solução,
Talvez houvesse no céu
Um fio de comunicação,
Pra gente matar a saudade
Que aperta o coração.


Se eu tivesse só uma ligação
E pra o céu eu pudesse ligar,
Mataria a saudade do meu velho
E assim sua voz escutar.
Contava da minha vontade
De poder lhe abraçar.


Eu diria: “Pai, tá tudo bem?
Como é que o senhor está?”
Contaria das minhas lutas
Que continuo a enfrentar,
Mas seguindo os seus conselhos
Que nunca deixei pra lá.


Falaria das lembranças
Que o tempo não apagou,
Dos momentos da infância
Que o destino guardou,
Do orgulho de ser seu filho
E de tudo que me ensinou.


E no fim dessa conversa
Que eu tanto queria ter,
Diria olhando pro alto
Antes da ligação se perder:
“Pai, obrigado por tudo,
Um dia eu encontro você.”


Porque amor de pai é chama
Que o tempo não desfaz,
Mesmo longe ele protege
Como sempre foi capaz,
E quem vive nas lembranças
Não é esquecido, jamais.

⁠Eu já procurei um amor-perfeito encontrei um vazio frio no peito.
Já quis uma felicidade percebi que e raridade.
Não queria esta, sozinho com uma taça e meia de vinho.
Querê e um pensamento. Que vagar no tempo
envolve tristeza esperança e sentimento,
envolve-te por pouco ou muito tempo ate cai no esquecimento.

Não é negar de onde eu vim,
nem apagar o que ficou.
É só parar… olhar pra dentro,
e ver o que ainda não começou.

⁠Tú és muito importante!

Possa ser que eu não seja,
tão importante para ti.
Mas, quero que saiba, que tú és,
importante para mim.

O ônibus da 7 nunca se atrasa.
O motorista, que eu nem sei o nome,
consegue ser mais pontual do que você.
Engraçado… quem não significa nada chega sempre, e quem significa tudo vive faltando.


DeBrunoParaCarla

Tem algo curioso na tal da Sexta-feira Santa. Eu fico observando como se fosse uma peça de teatro que todo mundo conhece o roteiro, mas ninguém lembra exatamente quem escreveu. Dizem que foi nesse dia que Cristo morreu. Dizem com tanta certeza que parece até que alguém estava lá com um relógio na mão, anotando data e horário, como quem marca consulta médica. Mas, no fundo, ninguém sabe ao certo. E mesmo assim, todo mundo respeita. Ou pelo menos finge respeitar, que às vezes dá no mesmo.


Aí chega o dia e, de repente, o mundo desacelera. A carne some dos pratos como se tivesse sido proibida por decreto celestial. O peixe vira protagonista, coitado, como se tivesse menos culpa no enredo da existência. Eu fico pensando no peixe, nadando tranquilamente dias antes, sem imaginar que seria promovido a refeição oficial da consciência aliviada. Porque não é sobre o peixe, nunca foi. É sobre a sensação de estar fazendo a coisa certa, nem que seja só por um dia.


E o medo… ah, o medo ganha um brilho especial. Tem gente que não varre a casa, não ouve música, não ri alto, não faz nada que pareça “errado”. Como se o céu estivesse mais atento, com uma prancheta na mão, anotando comportamentos. Mas aí eu penso com uma certa ironia silenciosa, dessas que a gente nem comenta em voz alta… nos outros dias, os mesmos que hoje se recolhem, vivem sem esse cuidado todo. Falam o que machuca, fazem o que sabem que não deveriam, ignoram o que pede atenção. Mas hoje… hoje não pode.


É um tipo de fé curiosa, meio seletiva, meio episódica. Como se a consciência tivesse um calendário próprio, funcionando só em datas comemorativas. E eu não digo isso com julgamento, digo com aquele olhar de quem percebe a contradição e, ao mesmo tempo, se reconhece nela. Porque, no fim, todo mundo tem um pouco disso. Esse desejo de ser melhor… mas só quando é conveniente, só quando o ambiente pede.


E mesmo assim, apesar de tudo, existe algo bonito ali. Existe um silêncio diferente no ar, uma pausa que não acontece em dias comuns. Uma tentativa, ainda que breve, de lembrar que existe algo maior, algo que pede reflexão, cuidado, presença. A Sexta-feira Santa não é sobre saber a data exata. É sobre o que a gente faz com a ideia dela. É sobre o símbolo.


O problema é que o símbolo dura pouco. No dia seguinte, tudo volta. A carne volta, o barulho volta, a pressa volta, as falhas voltam com força total, como se estivessem só esperando o sinal verde. E aquela consciência que parecia tão sensível… adormece de novo.


Talvez o ponto nunca tenha sido o peixe, o silêncio ou o medo. Talvez fosse sobre manter, pelo menos um pouco, aquilo que a gente só lembra de sentir nesse dia. Um pouco mais de cuidado, um pouco mais de respeito, um pouco mais de verdade nas atitudes, não só no calendário.


Porque fé de um dia só é quase como um feriado da alma. Descansa, aparece bonita, mas não muda a rotina.


E no fim, eu fico com essa sensação meio irônica, meio melancólica… de que a gente sabe o caminho, só não gosta muito de caminhar nele por muito tempo.


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Eu demorei para entender que o que eu sentia não era mentira… mas também não era exatamente o que eu pensava que fosse. As conversas existiram, sim. Em algum lugar distante no tempo, em alguma versão de nós que um dia foi real, elas aconteceram. Não eram invenção da minha cabeça. Mas o que eu fiz com elas depois… ah, isso já foi outra história.

Eu peguei lembranças vivas e transformei em abrigo. Fiquei ali dentro, revivendo cada palavra como se ainda tivesse calor, como se ainda tivesse presença. E, por muito tempo, eu confundi memória com continuidade. Como se só porque algo foi bonito um dia, ainda tivesse o direito de existir no agora.

E é aí que mora o engano mais silencioso de todos.

Porque não é sobre ter sido real ou não. Foi real. Foi sentido. Foi vivido. Mas não é mais. E aceitar isso exige uma maturidade emocional que a gente evita, porque, no fundo, dói menos continuar visitando o passado do que encarar o presente sem ele.

Eu chorava não porque era fraca, mas porque eu ainda estava conectada a algo que já não me pertencia. Eu alimentava aquilo como quem tenta manter acesa uma chama que já virou brasa. E, de certa forma, eu conseguia… mas só dentro de mim.

Até que chegou um momento em que eu percebi que lembrar não era o problema. O problema era me prender.

Foi quando eu resolvi escrever. Não para recriar nada, não para reviver… mas para encerrar. Eu coloquei para fora tudo o que ainda ecoava aqui dentro, tudo o que ainda me atravessava. E quando eu terminei, não foi mágico, não foi instantâneo… mas foi definitivo.

Porque eu entendi que aquilo que existiu não precisa continuar doendo para continuar sendo válido.

Ele também sentiu, também reconheceu, também olhou para trás com aquele mesmo “e se…”. Mas a vida não se constrói com “e se”. A vida exige presença, escolha, responsabilidade com o agora. E nós dois, de alguma forma, escolhemos respeitar isso.

Não houve drama, não houve volta, não houve recaída. Houve silêncio. E, dessa vez, um silêncio que não machucava… um silêncio que curava.

Hoje, quando eu penso, já não pesa. Não porque eu esqueci, mas porque eu parei de carregar. Eu não apaguei a história… eu só devolvi ela para o lugar dela: o passado.

E isso me ensinou uma coisa que eu carrego comigo todos os dias… nem tudo que foi bonito precisa continuar. Às vezes, a maior prova de amor, inclusive, é deixar ir.

Eu sigo. Leve. Inteira. Sem precisar negar o que vivi, mas sem permitir que isso defina o que eu sou hoje.

Se você ainda está aí, segurando algo que já foi… talvez o que você precise não é esquecer. É só aceitar que existiu, honrar o que foi… e ter coragem de continuar sem.

"Minhas tatuagens, caso eu as tivesse, seriam todas particulares e, portanto, escondidas. Pra que tatuagens para o público externo? Hein? Exibicionismo? É isso?"
Texto Meu No.1036, Criado em 2021


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Eu almejava tão pouco


Eu almejava tão pouco,
um sorriso teu ao amanhecer,
um toque leve que dissesse
que meu mundo cabia em ti.


Mas o amor, sempre vasto,
transbordou silencioso,
pintando nossos dias com cores
que eu nem sabia que existiam.


E agora sei que pouco ou muito
não mede o que sentimos,
porque te amar é infinito,
mesmo nas mínimas coisas que compartilhamos.

Eu vim...





Eu vim para deixar algo que jamais você ira esquecer,

não tente entender o que não se pode tocar, apenas sinta o sabor do vinho sem derramar um gole da taça,

o que já foi livre agora está preso para por completo se libertar,

o aventureiro deixou de ser desconhecido, o que tinha pressa para acontecer, deseja de toda alma ficar,

o outro passo da história tem folhas molhadas, terra seca e um mundo a ser explorado.

Meu interior




Por um tempo eu quis te salvar,


Quantos questionamentos, sem respostas, quantas verdades ditas fora de hora,


O amanhecer visto acima das nuvens pela janela de um avião tem cores tão diferentes, são tons tão surreais é um mundo novo,


Acima de nós e das nossas certezas e razões a tanto a aprender, a tanto a enxergar de outros ângulos,


Se tudo que transborda em pensamentos pudesse virar realidade isso seria tão bom,


É noite, a vela está acesa, a janela está batendo suavemente, lá fora na varanda a cadeira de balanço ainda balança lentamente,


Em um breve momento de lucidez eu descobri que quem está precisando de socorro, de ajuda é o meu eu interior.

"Eu quando vejo alguém que se esforça tanto para parecer inteligente que esquece de aprender."

Pensei em revidar algumas coisas de que eu não gostei.
Mas olhei para minha paz, ela estava tão quieta, que resolvi deixar para lá, é escusado.
Às vezes a gente se importa demais com o amanhã sem perceber que, para que o amanhã aconteça, a gente precisa fazer o hoje valer a pena.

eu…
aprendo, todos os dias,
que amar também é isso:
entender o que não é dito,
acolher o que não se mostra,
e permanecer…
mesmo quando o mundo dele
é diferente de tudo.
— Helaine Machado

Eu já duvidei de mim, já me senti pequena diante de tudo que disseram…
Mas Deus nunca mudou o que pensava ao meu respeito.
Hoje eu entendo: não era sobre ser aceita pelos homens,
era sobre ser escolhida por Ele.
— Lílian Arriel

Eu quem merecia morrer
Eu quem merecia estar lá
Eu quem merecia sofrer
Mas o Senhor quem foi em meu lugar
Rapha Brito / Maurício Paes

Debaixo de Tuas asas
Eu estou seguro
Debaixo de Tuas asas
Praga nenhuma me destruirá
E Ele é quem me guarda

E Ele é quem me guia
Ele me consola
De noite ou de dia Marquinhos Gomes