Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri
Sou fruto daquilo que foi feito de mim ao longo dos anos, as mudanças que a vida causou em mim através do sofrimento e oportunidades me fizeram quem sou hoje. Vivo nessa busca incessante e inconstante de saber quem sou eu isso me enlouquece, porque o que sou pode ser diferente daquilo que pareço ser, é as aparências enganam, enganam e como tem enganado, na maioria das vezes me surpreendo com minhas descobertas sobre mim mesma, posso parecer fraca mais por maior que seja minha fraqueza luto até o fim por meus objetivos e mostro minha fortaleza que vem de dentro, por fora posso ser leve como uma pluma, mais por dentro sou como um vulcão em erupção.
A vida me impulsiona a ir a diante de tudo que acho certo e mesmo que não ache certas coisas que faço certo continuo buscando e satisfazendo meus desejos mais insanos, pois a vida é uma louca aventura da qual sei que não sairei viva, por isso vivo o hoje, ontem já foi e não pode mais retornar como era antes e amanhã talvez nem exista.
Sou um ser humano forte nas tentativas de acerto, mas frágil na aceitação dos meus erros. Porém, continuo lutando para ser cada dia melhor.
Entre a Alma e o Olhar
Sou feita de memórias, de fragmentos de tempo que se recusam a ser esquecidos. Através das palavras e das imagens, encontro formas de tocar o intangível, de traduzir o que pulsa dentro de mim e, talvez, dentro de você.
Escrevo porque sinto. Fotografo porque vejo além do instante. Cada texto, cada imagem, é um pedaço da minha alma entregue ao mundo, na esperança de que encontre abrigo em outras almas que também buscam sentido.
Minha jornada é sobre conexões – com minha história, com minha cultura, com aqueles que me cercam e com quem, de alguma forma, se encontra nas entrelinhas do que expresso.
Seja bem-vindo ao meu universo, onde o tempo é moldado pelo olhar e as emoções ganham forma nas palavras.
Ser Muito
Dizem que sou muito. Que sou demais. Que transbordo sentimento. Como se houvesse um limite para sentir, como se fosse possível medir o que pulsa dentro de mim. Não sei ser pouco, não sei ser metade. Minha essência é excesso, intensidade, entrega.
Eu sinto fundo, amo inteiro, desejo com a alma. Não me contento com rascunhos de sentimentos, com migalhas de presença, com o morno das emoções rasas. E sei que isso assusta. Sei que, para alguns, sou tempestade quando esperavam brisa. Mas não sei ser menos.
Quem quiser ficar, que fique por inteiro. Quem quiser amar, que ame sem medo. Porque dentro de mim, o sentir nunca será um fio de água. Será sempre mar.
Sou todo incoerências. Vivo desolado, abatido, parado de energia, e admiro a vida, entanto como nunca ninguém a admirou!
Sou uma coleção de água, cálcio e outras e outras moléculas orgânicas que se chama Carl Sagan. Você é uma coleção de moléculas quase idênticas com rótulo coletivo diferente. Mas isso é tudo? Não existe ai nada além de moléculas? Há quem ache essa ideias um tanto depreciativa para dignidade humana. Quanto a mim, acho enaltecedor o fato de o univero permitir a evolução de máquinas moleculares tão intricadas e sutis como nós.
A Força no Meio das Interrupções – Resiliência Entre Cada Pausa
Em muitos momentos, sou forçada a pausar. A vida, com suas adversidades e desafios emocionais, às vezes exige uma parada, e isso, muitas vezes, gera em mim um sentimento de insegurança. Não pela pausa em si, mas pela sensação de estar interrompendo algo que é tão meu, tão profundo, que parece difícil retomar. Mas com o tempo, aprendi que cada pausa não é um retrocesso. Ao contrário, é uma forma de me permitir respirar, refletir e reencontrar minha força, mesmo quando o caminho parece escuro ou distante.
Essa insegurança que surge em mim é real, mas também é passageira. Sei que, por mais difíceis que sejam os momentos de interrupção, sempre há um retorno. O retorno à minha essência, ao que realmente importa, àquilo que me move. Porque mesmo nas pausas, a paixão continua, silenciosa, mas presente. E, ao olhar para trás, percebo que o que parecia ser um obstáculo, na verdade, foi um espaço necessário para que eu me reconectasse com a minha força.
Agora, mesmo com essas interrupções, estou pronta para continuar a jornada. Estou pronta para seguir em direção ao que realmente me faz brilhar: minha paixão por Indiaroba, pela minha cultura, pela minha história e pela beleza que encontro em cada canto deste lugar. A insegurança que surge ao longo do caminho não apaga o brilho daquilo que me move, mas me ensina a caminhar com mais sabedoria, com mais leveza e, principalmente, com mais coragem.
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OS PORQUÊS DA VIDA????
Porque nasci?
Porque vivo?
Porque sofro?
Porque não sou feliz?
Porque sou culpado?
Porque tenho medo?
Porque penso demasiado?
Porque olho para traz?
Porque não mudo?
Porque gosto de sofrer?
Porque gosto de ser infeliz?
Não?
Então PORQUÊ?
Não me julgue pela capa, sou um livro rústico. No que se refere a caráter, minhas páginas têm conteúdo, é só prestar atenção no sentido de cada frase neste livro que é minha vida. Não tenho nada a esconder. As histórias são reais, vividas, choradas, mas sem arrependimentos. Se gostar do livro, leia; se não gostar, não abra, pois se você me julga pela capa, não perca seu tempo para ler. Acredito que eu não lhe julgaria pela capa.
Não sou louca nem santa é a sua maneira de me ver que define a sua opinião. Se você me olhar com amor serei santa e se me enxergar só com os meus defeitos serei louca.
Pele de História
Sou tinta, sou tempo, sou grito, sou gente,
No peito, a memória que nunca se ausente.
No rastro do chão, no giro da dança,
Ecoa no corpo a fé e a esperança.
No som do tambor, sou força e brio,
No rio me lavo, renasço e sorrio.
Sou negro, sou canto, sou chão, sou raiz,
Sou Lambe-Sujo, sou povo feliz.
Sou Indiaroba, sou brilho no olhar,
A resistência que insiste em ficar.
Minhas lentes capturam o tempo e a cor,
Sou memória viva, sou força, sou dor.
O que sou hoje não é o que fui ontem e, provavelmente, não é o que serei amanhã.
Estou em constante transformação e meus dias são de mudança, descoberta e renovação.
Não sei quem sou. E não saber quem sou me instiga e me faz querer desvendar todos os mistérios ocultos em mim.
Descobri que para me tornar cada dia mais humana, devo reconhecer que não sou perfeita, aceitar que cometo erros e ainda assim continuar me amando!
O Reflexo de Quem Sou
Sou Jorgeane Borges, uma mulher que vê o mundo através da poesia da fotografia e da profundidade das palavras. Não apenas escrevo, mas sinto; não apenas fotografo, mas enxergo além do instante. Meu trabalho é um reflexo de quem sou: uma contadora de histórias, uma guardiã de memórias, alguém que busca capturar a essência do tempo para que ele nunca se perca.
Minha jornada com a fotografia e a escrita não começou por acaso, mas como uma necessidade. Embora a fotografia tenha sido uma paixão que sempre esteve presente, foi em 2019 que ela se transformou em parte do meu caminho artístico. A escrita, por sua vez, começou na adolescência, quando eu escrevia rascunhos, textos e poesias, mas acabou ficando adormecida por um tempo. Escrever e fotografar são formas de dar voz ao que transborda dentro de mim e ao que vejo além do visível. Cada fotografia que capto e cada texto que escrevo são fragmentos do que sou, ecos de momentos que insistem em permanecer.
Meu olhar se volta para as raízes, para as histórias que moldam o lugar de onde venho. Busco registrar meu povo, minha cultura, a essência da minha terra – porque acredito que há beleza e força naquilo que nos conecta ao passado e nos impulsiona ao futuro. Quero que minhas fotografias e palavras não apenas contem histórias, mas façam sentir, reviver, reconhecer-se nelas.
Entre todas as buscas, talvez a maior delas seja a conexão. Acredito que o verdadeiro encontro acontece quando nos permitimos ser vistos e compreendidos em nossa essência. Não me contento com a superficialidade; prefiro a profundidade dos olhares, das entregas, das trocas genuínas.
Seja bem-vindo ao meu universo, onde cada palavra e cada fotografia são convites para sentir e enxergar além. Aqui, o tempo se torna memória, e a arte, um elo entre almas que se reconhecem.
Não Espere Muito de Mim!
Não posso te prometer perfeição... Sou do avesso, desastrada e fora dos padrões de beleza e boas maneiras....
Não tenho silicone, isso tudo aqui é natural, se procura algo duro, só encontrará em minha maneira de falar quando me irritar... Falo alto, digo o que penso, mesmo que me arrependa no segundo seguinte... Foi mal!
Estou cansada de tantas expectativas irreais, vamos ser verdadeiros, se você procura uma mulher perfeita, linda, articulada, manipulável e que não pense, não venha atrás de mim, compre uma Barbie!!!
Se fosse pra viver em um mundo de fantasias, eu largaria tudo, acordaria as 10 da manhã, assistiria o Mais Você para aprender a cozinhar, cuidaria do jardim, depois das unhas, mas isso tudo antes das longas sessões de massagem... Daria um pulinho na salão para minha escova diária depois da academia... Usaria vestidos novos e maravilhosos todos os dias para encontrar meu bom partido (rico), com pelo menos 20 anos a mais que eu e que pagasse minhas contas, todas as minhas contas, que me amasse e me cobrisse de denguinhos e joias....
Mas não é isso que eu quero (claro que se aparecesse eu não me faria de rogada), quero alguém que seja real, que procure em mim coisas reais... que se apaixone todos os dias pelo meu sorriso e ironia.
Não espere muito de mim, por favor, não quero ver sua cara de decepção quando sem eu perceber erguer a voz em uma discussão... Não quero que você largue tudo pra ficar comigo e mais tarde se arrepender quando ver a bagunça do meu armário... Não quero te deixar constrangido por falar palavrão perto dos seus amigos... você me conheceu assim...sem falar da falta de intimidade com calcinhas...
Se você quer algo de verdade, com muita conversa, carinho, beijo, celulite e um pouco de sacanagem, estou aqui, venha atrás de mim e nunca mais vai ter vontade de voltar....eu garanto, sei fazer isso!!! Mas não me inclua nos seus planos se não quiser que eu faça parte do seu futuro, não me deixe dirigir seu carro se não quiser que eu entre na sua vida, não me apresente pra sua mãe se a sua intenção é que eu seja só mais uma...
Sei ser real, só espero que você saiba também...
Sou o povo satisfeito e acomodado. Sou anarquia, sou revolucionário. Sou o estopim, sou o pé atrás. Sou o choro verdadeiro, o sorriso mais irônico. Sou guerra, sou a paz. Sou o ódio contido, amor platônico.
Sou vida, sou a morte. Jogo de azar e sorte.
Sou um humanista. Isso não significa ser bonzinho ou acreditar que o homem é bonzão. Significa apenas que aceito o homem como é - medroso, primário, invejoso, incapaz, acertando por acaso e errando por vaidade: meu irmão.
Por influência de minha mãe, sou apaixonada por orquídeas...
Olho para as rosas e são lindas... Mas, ao mesmo tempo, sua beleza não me cativa. Não fico olhando para rosas, cobiçando-as... Me é indiferente recebê-las...
Porém... Ao olhar uma orquídea o meu desejo imediato é levá-la comigo.
Sua beleza é subjetiva, não se mostra ao primeiro olhar,
a menos que a ames. A beleza da orquídea tem um quê de misterioso, é preciso apreciá-la para achá-la bela.
Orquídeas são exóticas, selvagens e independentes. Elas crescem agarradas a outras plantas sem prejudicá-las...
Dão flores apenas se o local e o ambiente forem de seu agrado.
São voluntariosas e cheias de caprichos. Estão constantemente a nos dizer: faço as coisas do meu jeito.
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