Eu Sonho o que eu quero Pedro Bandeira

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Ninja, todos sentem medo! – Eu também tenho medo.
A diferença, - é que o medo nunca me domina.

O vazio é o mestre da ausência do eu.

⁠Eu espero por você
como o cair da noite
segue ansioso
pela companhia das estrelas.

⁠A regra humana é: faça o que eu diga, mas não faça o que eu faço. E sobretudo gritar nos ouvidos de quem não merece para fazer valer a autoridade.

⁠Não há nenhum dia que eu
não deixo de pensar numa
maneira de te trazer para mim.

Eu não gosto de terceirizar a responsabilidade.

​Qualquer lugar onde eu não preciso ser nada, ainda assim, sinto-me ser alguma coisa. Existe uma liberdade imensa em desligar os rótulos e perceber que, quando tudo silencia, o que sobra não é o vazio, mas a minha essência.

⁠Você é a minha emergência
que faz com que eu queira
te amar sem nenhuma pressa,
com toda a melhor poesia
compilada, folga e a cada
dia tem me feito apaixonada.

⁠Eu gosto de lembrar daquilo
que é bom e bonito,
Não me esqueço de lembrar
quando você dançou
Chico Sapateado comigo;
Você da minha
cabeça não tem saído,
e a minha poesia
está sempre contigo.

⁠Eu existo, sim!
Encontro força nas minhas lágrimas e sonhos,
é assim que respondo a qualquer dúvida.
Pus meu medo de lado,
e voei com alegria ao meu destino
encontrando amor e paz
que me farão ser inteiro.
Eu existo, sim!

⁠Hoje eu gritei

Hoje eu gritei comigo,
a raiva fervendo em cada palavra,
ódio espalhado como veneno,
amor não correspondido, uma ferida aberta.

Hoje eu gritei com ele,
em desespero e frustração,
implorando por um pouco de atenção,
mas só recebi silêncio, um eco vazio.

Hoje eu gritei com a gente,
lembranças rasgadas, promessas quebradas,
nossos sonhos desfeitos,
restos de um "nós" que nunca foi.

Hoje não encontrei os meus sapatos,
não consegui regar minhas flores,
não vejo meu reflexo no espelho,
porque a dor me cegou, me engoliu inteiro.

Porque me deixaram gritar?
Minhas vozes se perderam na tempestade,
cada grito uma lâmina cortando a alma,
até que deixei de existir, consumido pela dor.

Hoje eu gritei,
e no fim, o grito me silenciou,
morreu uma parte de mim,
que nunca mais vai entender,
a dor que ficou.

Eu não entendo porque você está morrendo
Bem antes de sua hora chegar

Chorão bobão.



Chorar é o que sei fazer de melhor.

Tudo que eu queria era esquecer uma garota.

Que acabei me aproximando mais do que o planejado.

Conclusão.

Sai ferido, mas os ataques não vão parar por aí.

Mas o bobão apaixonado sou eu.

Já deveria ter aprendido a lição há muito tempo.

⁠Eu caminhava
lentamente,
sorridente e cabelo
ao vento. Eu olho
despercebido e me
deparo com aquele
sorriso dela que
me fez brilhar ao
ponto de chegar de
me apaixona a
primeira vista. O
primeiro olhar que
me fez se encantar
por aquela mulher
extraordinaria que
também se apaixou
pelo meu jeito
descolado que
encantava o mundo
andando sorrindo.

Querendo você
Me iludi
Pensando em você
Me apaixonei
Mas depois eu desisti
Já que nunca te encontrei.

Quando sentir que tem algo a dizer, diga...


"Eu amo você"

⁠Quanto mais eu vivo, mais eu me convenço
que esse planeta seja usado pelos outros planetas como manicômio universal.
✍ #GeorgeBernadShaw
(26/07/1956 - 02/11/1950)

Eu te amo. Eu te amo em cada universo.

"Eu te agradeço por colocar essa pessoa maravilhosa em minha vida,
— p'ra me lembrar —
de coisastão bonitas e deépocas
já quase esquecidas."

Eu fiz tanto.
Fiz muito.
Me doei até doer, e depois doei mais um pouco, só pra ver se o mundo parava de te esmagar.


Eu segurei tua mão no momento mais difícil da tua vida.
Eu fiquei.
Eu fui presença quando era mais fácil ser desculpa.
Eu fui constância quando você me empurrava para fora da tua vida como quem empurra uma cadeira que tá ocupando espaço demais.


E eu aceitei.
Porque eu te amava daquele jeito perigoso: o amor que acha que paciência resolve tudo, que carinho convence, que cuidado abre portas.


Avisa quando chegar.


Eu repeti isso mil vezes, como quem tenta manter alguém inteiro por telepatia.
Não era só “me avisa”.
Era “não some”.
Era “não morre”.
Era “não me deixa do lado de fora sem nem saber se você ainda existe”.


E aí eu fico com essa pergunta suja, que ninguém gosta de dizer em voz alta porque parece cobrança, mas não é:
eu merecia respeito.


Merecia uma conversa final.
Uma conversa de verdade.
Cara a cara, sem a covardia confortável de uma tela.
Sem eu ter que ler o fim como quem lê notificação de banco.


Eu merecia mais do que uma mensagem.


Porque eu não fui pouco.
Eu não fui distração.
Eu não fui “qualquer um”.
Eu fui o cara que ficou quando era feio, quando era pesado, quando era madrugada, quando era silêncio, quando era cansaço por dentro.
Eu fui o que você teve coragem de usar como abrigo.
E depois, quando o tempo virou, eu virei excesso. Virei incômodo. Virei algo que você precisava remover.


Avisa quando chegar.


Eu também engoli o outro tipo de dor, aquela que não dá pra explicar sem parecer pequeno:
você nunca me assumiu.
Nunca postou que estava comigo.
Nunca colocou meu nome com orgulho em lugar nenhum.


Eu era presença no teu dia, mas não existia no teu mundo.


E isso é um tipo de abandono que começa cedo.
Começa enquanto ainda tem beijo, ainda tem rotina, ainda tem “boa noite”.
Só que o amor vai ficando clandestino.
Vai ficando escondido.
Vai ficando com cara de coisa que você não tem certeza se quer.


E quando você não assume, você deixa a outra pessoa sempre pronta para ser descartável.
Porque descartável é quem não aparece.


Eu olhava e faltava foto.
Faltava “nós”.
Faltava o básico que não é vaidade, é lugar.


E eu fiquei tentando ser lugar com gesto.
Com cuidado.
Com música.
Com texto.
Com ritual.
Com presença.
Como se eu pudesse compensar o que você não tinha coragem de afirmar.


Avisa quando chegar.


Eu te dei mão, e você me devolveu parede.
Eu te dei paciência, e você me devolveu dúvida.
Eu te dei o melhor que eu tinha, e você me devolveu silêncio.


E o silêncio, no começo, eu romantizei.
Eu achei bonito.
Achei maduro.
Achei que era “teu jeito”.


Mas depois eu entendi: tem silêncio que é só falta de escolha.
Tem silêncio que é a pessoa deixando você se acostumar com a ausência antes de ir embora de vez.
Tem silêncio que é treino para o fim.


E o fim veio do jeito mais injusto para quem se doou:
sem cerimônia.
Sem conversa.
Sem aquela dignidade mínima de olhar no olho e dizer “acabou” como gente adulta.


E aí entra a parte que você falou, e eu não vou fingir que não existe:
pra mim, isso pareceu punição.


Não porque eu tenho certeza do que você quis.
Mas porque foi assim que bateu no meu corpo: como castigo.


Como se todo meu esforço tivesse virado um erro.
Como se eu ter ficado tivesse sido um exagero vergonhoso.
Como se eu ter sido leal merecesse ser cortado rápido, pra não dar tempo de eu falar nada, de eu perguntar nada, de eu existir por mais cinco minutos.


Avisa quando chegar.


Eu lembro do começo, eu lembro do meu jeito de tentar fazer dar certo:
eu oferecendo encontro, oferecendo conversa, oferecendo rua, oferecendo tempo.
“Quer que eu vá aí?”
Eu queria resolver com presença, porque eu sou desse tipo: eu apareço.
Eu não sumo.


E é exatamente por isso que me destrói:
eu fiquei, e você saiu por mensagem.


Eu não estou pedindo eternidade.
Eu não estou pedindo que você volte.
Eu não estou pedindo que você mude o que sente.


Eu estou dizendo o básico, o mais básico:
eu merecia ser encerrado com respeito.


Porque tem uma diferença enorme entre “terminar” e “descartar”.
E eu tô com a sensação de descarte atravessada na garganta.


Eu fui cuidado.
Eu fui mão.
Eu fui constância.


E eu não virei memória bonita.
Eu virei algo que você removeu.


Avisa quando chegar.


Hoje, quando o celular acende, dá raiva.
Porque eu sinto o impulso do hábito e lembro que não tem mais “cheguei”.
Tem só eu, com essa frase sobrando, repetindo ela como quem tenta chamar de volta a humanidade de alguém.


E o pior é isso:
eu ainda me importo.


Mesmo zangado.
Mesmo humilhado.
Mesmo cansado.
Mesmo com vontade de arrancar de mim tudo que eu te dei.


Eu ainda me importo.
E isso me dá nojo e saudade ao mesmo tempo.


Então eu vou te dizer a última coisa que eu sei dizer sem me diminuir, porque essa frase foi minha casa e agora é meu corte:


Avisa quando chegar.