Eu Sonho o que eu quero Pedro Bandeira

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Escutar o que as palavras não falam é um privilégio exclusivo dos que amam!

QUERIDO PROFESSOR...


Apesar de ser pequenininho
E não entender muito das palavras,
Hoje acredito em tudo o que você me falava.


Muitas vezes me senti perdido,
Inseguro, sentindo-me a pior das criaturas.
Mas você me acolheu com sua maneira inteligente
E, ao mesmo tempo, diferente,
De dizer: confie em mim!


Palavras não traduziriam meus sentimentos,
Nem expressariam o que sinto aqui dentro por você.
Obrigado, professor, por sempre me ensinar!
Por isso — e por outras coisas — sempre irei te valorizar.

CONDEÚBA, TERRA DO BISCOITO
Por Leandro Flores


Condeúba é conhecida,
em toda a região,
como a terra do biscoito,
feito com fé e tradição.


Ao lado de Conquista,
cidade do interior,
duas filhas da mesma terra,
símbolo de trabalho e valor.


Da mandioca em terra seca,
nasce o pão do trabalhador,
que alimenta a mesa farta,
recheada de puro sabor.


É tradição que move a história,
e adoça o paladar,
gera renda, traz sustento,
pra quem se dispõe a trabalhar.


Do vendedor na rua,
à barraca no pavilhão,
o biscoito cruzou fronteiras,
sem perder a tradição.


Hoje é marca condeubense,
razão de satisfação,
que espalha renda e orgulho
por toda a região.


De janeiro a janeiro,
a produção não pode parar,
lá vêm os festejos de junho
e o fim do ano pra animar.


Chegam logo os são-pauleiros,
com saudades e com dinheiro,
levam biscoito e lembrançinha,
pra comer o mês inteiro.


Tem xiringa e tem palito,
cozido, assado e pão de queijo,
aqui o povo chama chimango,
feito no modo sertanejo.


Igual o biscoito de polvilho,
que em outros cantos é avoador,
cada terra tem seu nome,
aqui se diz xiringa, orgulho do interior.


Na sexta tem feira boa,
com cheiro de pastel frito,
café torrado na hora,
biscoito, casadinho e palito.


Tem balaio na calçada,
prateleira de farinha,
trempe quente e fogão a lenha,
e aquele sabor gostoso
que vem da cozinha.


Tem biscoito de tapioca,
de manteiga e de fubá,
de queijo, crocante e macio,
feito pra gente degustar.


Tem redondo, anelzinho e bolinha,
comprido, torrado pra provar,
de sabor pra todo gosto,
e café coado na hora pra acompanhar.


É sabor que faz história,
gera emprego e união,
sustenta mesa e a memória,
desse povo do meu sertão.
Condeúba é terra mãe,
da fartura e do sabor,
cidade boa e acolhedora,
de um povo trabalhador.
E quem prova das suas delícias,
nunca mais esquece o gosto,
porque nelas tem a vida,
a lembrança e o rosto.
De um povo simples, feliz,
orgulhoso do que é seu,
que aprendeu a ser feliz,
com o pouco que a vida lhe deu.






Um cordel em homenagem à cidade de Condeúba Bahia (terra do biscoito)

De um charme indescritível, um sopro de liberdade misturado à gratidão. São Vicente, a primeira cidade do Brasil, guardada como um relicário no quintal de casa.

Ser Professor


Ser professor é plantar,
mesmo em solo endurecido,
é regar com esperança
um futuro adormecido.
É saber que a flor do sonho
brota do chão mais sofrido.


É lutar contra o cansaço,
é sorrir quando há dor,
é fazer do giz um laço
que abraça com amor.
É ter fé no impossível
e ensinar com fervor.


Professor é luz que guia,
é farol na ventania,
é quem insiste e confia
na força da educação.
É aquele que não desiste,
mesmo quando a dor persiste,
carregando em sua mão
o poder da transformação.


Não tem capa, nem medalha,
mas vence cada batalha
com coragem e coração.
Porque ser mestre é ser ponte,
entre o vale e o horizonte,
entre o “não sei” e a solução.


Por isso, neste dia,
fica aqui minha poesia,
em forma de gratidão:
— Professor, tua missão
é divina e verdadeira,
tua voz é a sementeira
que faz brotar uma nação.

Somos tão passageiros que deixamos os detalhes passarem despercebidos. O tempo, esse abismo silencioso entre dois lugares, recorda-nos que talvez busquemos nos galhos aquilo que só encontramos nas raízes.

⁠Preciso que você confie em mim uma última vez.

⁠Não me arrependo de nada. Você também não deveria.

⁠Nossas vidas são a soma de nossas escolhas.

⁠Tudo que você é, tudo que você fez, resultou nisso.

⁠Qual é exatamente o seu plano?

⁠Se quisermos tirar o mundo da beira do abismo, nós temos que lidar com ele.

⁠Quando estiver com este machado, todos nós estaremos com você.

⁠Não consigo matar dragões.

O diabo é uma ilustração do MAU.
O mau aplicado a todos contextos que o caracteriza como tal. Um desses, o mais importante e difícil, o mau que há dentro de todos nós.
Esse poderá ser vencido, podando os comportamentos, sentimentos e emoções que impede de nos transformar no que é BOM.
"Depois que encontrarmos esse EU assim purificado, és então que é chegado a LUZ."
O Deus que há em nós, o BEM!


DEPRESSÃO

Doença da Alma que se reflete na periferia corporal em maior ou menor comprometimento.
Caracterizada por uma tristeza profunda e um vazio sem explicação.

Recondita no âmago do Ser, emerge assim, devido a uma desilusão, perdas, frustação, abusos, bullying, ou muitas vezes sem nenhum motivo.

É uma missão e um reconhecimento, uma luta íntima a ser travada.

Nessa caminhada interior surgirá a necessidade de amparar esses que por si só não conseguem vencer essa luta.

Como aliados, a melhor terapêutica será o Amor e a Caridade, unido à ajunda profissional e apoio da família, instrumentos importantes para desenvolvimento da compreensão acerca da problemática que afeta a muitas pessoas em nosso planeta

⁠A mentira é uma decisão equivocada em detrimento da verdade.

⁠Um homem sem palavra é um homem sem identidade.
A falta de justificativas e dos motivos que o levou ao não cumprimento do que foi estabelecido o desonra ainda mais.

⁠Tentar entender todo o processo que leva ao propósito causa menos dor. Amplia a visão para além do que se espera no futuro. Suportar é submeter-se a algo imposto, irremediável, até que não haja mais a causa que lhe foi imposta.

No tumulto da vida, que corre apressada e ruidosa, nasce um silêncio raro, quase sagrado. Uma brisa atravessa o tempo, trazendo o teu perfume e me conduzindo a um mundo que desacelera, tornando-se mais suave. Ainda assim, o que me resta é um vazio delicado, já escrito pelo nosso destino.