Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Eu nunca me senti assim antes.
Agora eu percebo que viver sem você seria um vazio enorme.
Meu corpo já se acostumou com a sua presença.
Ao deitar e ao levantar, meu coração só sabe pensar em você.
O amor é mesmo impressionante… e eu amo sentir isso.
Saber que é você quem faz meu corpo tremer,
meu coração acelerar,
e minha respiração falhar por um segundo…
é algo que ainda me surpreende.
Até nos meus sonhos você aparece.
Às vezes em campos floridos, com um sorriso lindo;
às vezes em praias ensolaradas;
e até nos pesadelos
quando você segura minha mão
e tudo fica calmo de novo.
Eu amo esses sonhos.
Você sempre me leva para um lugar de paz
junto dos nossos gatos.
E sabe o que é mais impressionante?
O final é sempre igual.
Não somos só dois, mas três.
Quando me perguntam se eu iria embora,
eu penso nos dias sem você.
Seria horrível acordar sem o seu “bom dia”
e seu beijo suave na testa.
Eu te amo oliver ❤️
A solidão anda comigo lado a lado; sempre foi minha melhor amiga. Se um dia eu a deixar para ter ao meu lado outra pessoa, será que a solidão perdoaria tamanha traição?
A verdade é que ela permaneceu comigo, vendo meu pior lado e todos os meus pecados. Mas quem eu trocaria para estar ao meu lado, talvez não aceitasse nem mesmo a minha melhor versão.
ENCONTRO MARCADO
Eu havia estragado tudo naquele dia. Roubei um pão. Era tão pequeno… Sentia fome, mas havia outras maneiras: oferecer-me para trabalhar, pedir ajuda, qualquer coisa menos aquilo. Roubei aos oito anos de idade — e nunca mais parei.
Sabia que não era certo. Sentia-me mal todas as vezes que roubava. Era pesada aquela palavra: roubo. Não sei por que me incomodava tanto, mas incomodava. Quando fui deixado na rua por meu pai — algo que eu não entendia — encontrei um grupo de crianças que roubava. Quem não roubasse, não comia. Roubávamos bolsas, relógios, pulseiras e carteiras.
Aos doze anos, depois de quatro vivendo assim, aquilo já me parecia normal. Mas não deixava de me incomodar. Eu sempre me perguntava por que não tinha casa, pais, família ou escola.
Os carros passavam, e eu me encantava. As casas maravilhosas eram a visão dos meus sonhos. No entanto, eu não tinha nada, a não ser a larga liberdade: todas as ruas eram minhas, aquela vastidão de céu me pertencia. Eu não tinha ninguém, e ninguém tinha a mim. Mas eu queria outra vida. Sempre pensava: por que é assim? O que posso fazer?
Não sabia quem poderia me ajudar. Uma voz me disse: “Deus.” E onde procurar Deus? Na igreja, não — de lá eu já tinha sido expulso por estar muito sujo. “Procure no seu coração”, a voz insistia. “Talvez no centro da dona Dalva. Ela, além de dar comida, sorri e chama você de filho.”
Cheguei lá naquele dia sem saber exatamente por quê, com o coração acelerado. Dona Dalva montava um lindo vaso de flores amarelas. Eu disse:
— Bom dia.
Ela sorriu:
— Bom dia, meu filho.
— Posso falar com a senhora?
— Claro, meu filho.
Então perguntei:
— O que é Deus?
Ela respondeu com calma:
— A pergunta é outra: quem é Deus? É o Pai de todos nós, o mais generoso que existe. Aquele que mais nos ama.
Perguntei:
— Então por que Ele me abandonou tão pequeno? Não sei trabalhar, as pessoas me expulsam e têm medo de mim. E quando roubo, a polícia vem atrás. A senhora acha que Deus ama todos iguais?
Ela respondeu:
— Tenho certeza. O que Ele espera é que Seu filho retorne a Ele, em qualquer situação.
Depois ficou em silêncio por um instante e disse algo que me atravessou:
— Olhando de fora, parece que você é apenas vítima. Mas a vida é mais longa do que um único dia. Já foste alguém que teve pais carinhosos, conforto e oportunidade. Jogaste fora o que tinhas, foste mesquinho quando podias ter ajudado. A aprendizagem não retrocede. A vida continua.
— Mas como vou fazer isso? Sou apenas um menino. Amanhã acho que faço doze anos.
Ela sorriu:
— Não subestime a sabedoria do Pai. Você voltou para casa. Estou há anos à sua espera. Cuidarei de você como um filho muito amado, e você cuidará de mim como uma mãe muito amada. Na verdade, você não tem doze anos. Tem uma eternidade de experiências.
Foi ali que comecei a viver de verdade.
Encontrei uma mãe carinhosa e bondosa, um lar confortável, estudo de qualidade. Trabalhei muito e me tornei um adulto bem-sucedido, como ela dissera tempos atrás.
Abri um abrigo para crianças. Por muitos anos tirei meninos das ruas. Amei-os e cuidei deles como um pai.
E quando, já velho, parti e cheguei ao outro lado, encontrei Dalva — minha mãe — que me disse:
— Compreendeu? A vida continua, e Deus não abandona Seus filhos. Ele é seu Pai.
Este eu mortal nunca viu a face de Deus, mas Eu o senti muitas e muitas vezes. Há um acontecimento singular em minha existência e acredito sempre ser a Sua presença em ação. Isso ocorre quando uma borboleta me sobrevoa ou simplesmente toca-me. Sempre parece fui livrado de um mau, um mal, ou simplesmente sinto-me sendo agraciado por um bem, um Bem. Obrigado por existir e obrigado por me permitir existir, me livrando do mal, agraciando com o bem e sendo em eu e para eu um constante presente.
"Como eu poderia ser a mesma depois tudo que eu passei?
Seria um insulto à minha dignidade e à mulher fantástica que resgatei."
Eu..., eu sou um raio de sol, uma gota de orvalho, eu..., eu sou um rio, um grão de areia, uma praia, um mar, um mar de emoções, eu..., eu sou uma letra, uma palavra, uma palavra ainda por inventar, eu..., eu sou a luta, a luta que não acaba, eu..., eu sou amor, amor que banha um coração.
Eu vivo para amar, lutar, sou coração quebrado..., por ti, por mim, por ilusões, eu.... Eu sou...
Eu vivo...
Sou brisa que bate em teu rosto em dias de lágrimas e as seco.
Eu..., eu luto, eu sô quero viver, viver e amar...
Viver e amar, nada mais simples.
Senhor Romeo
Senhor Romeo,
eu fiz isso de novo.
Um ano em cada dez
consigo lidar com isso.
Sou uma espécie de milagre ambulante
minha pele ainda intacta,
como se não tivesse aprendido
a lição do fogo.
Diga-me:
quantas vezes se pode morrer
dentro da mesma casa
sem que a vizinhança desconfie?
Colecionei pequenas mortes
como quem guarda cartas não enviadas.
Dobrei cada tentativa frustrada
e a escondi na gaveta do criado-mudo,
junto aos comprimidos
e aos retratos
onde ainda corríamos
como dois atores mal pagos
ensaiando eternidade.
Você dizia:
“amor é resistência.”
Eu resisti
até virar ruína.
Sempre havia um copo quebrado na pia,
uma frase suspensa no ar,
um silêncio armado
apontando direto para o meu peito.
Tentei ser um incêndio manso.
Tentei ser água morna.
Tentei ser o homem que não sangra
quando cortado por palavras.
Mas cada tentativa
Era um ensaio de funeral.
O primeiro amor morreu de frio
faltaram cobertores e coragem.
O segundo morreu de excesso
amor demais é veneno doce,
colherada de açúcar
numa garganta já em chamas.
O terceiro?
Ah, Senhor Romeo
o terceiro fui eu.
Enterrei minha voz no jardim.
Plantei rosas sobre os gritos.
Aprendi a sorrir de dentes cerrados
para que ninguém visse
a hemorragia discreta
escorrendo pela alma.
Quantas vezes se pode voltar?
Quantas vezes se reconstrói
uma casa incendiada
com os mesmos fósforos?
Você me chamava dramático.
Eu me chamava de sobrevivente.
Havia espetáculo na minha dor,
confesso.
Eu me levantava das cinzas
com as roupas ainda fumegando,
a barba desgrenhada
como se fosse condecoração.
Olhem
eu ainda estou aqui.
Mesmo depois de vocês.
Mas sobreviver
não é o mesmo que viver.
À noite
deito ao lado do vazio
e ele respira melhor que qualquer amante.
O vazio não promete.
Não mente.
Não diz “para sempre”
com a boca cheia de vento.
Senhor Romeo,
há um cemitério em meu peito
onde cada “nós” fracassado
Tem uma lápide discreta.
Aqui jaz
a tentativa de diálogo.
Aqui jaz
a paciência.
Aqui jaz
o homem que acreditava
que amor era salvação.
Aprendi tarde demais:
amar não ressuscita ninguém.
Amar não cura abismos.
Amar não transforma homens
em porto seguro.
Às vezes,
amar é apenas outro nome
para se oferecer em sacrifício
num altar que ninguém pediu.
E ainda assim
olhe para mim, Senhor Romeo
eu me levanto.
Com as mãos queimadas.
Com o coração em carne viva.
Com a dignidade remendada
como roupa antiga.
Eu me levanto
não por eles,
não por você,
mas por essa centelha obscena
que insiste em pulsar
mesmo depois de tantas mortes pequenas.
Talvez eu seja feito
de matéria reincidente.
Talvez eu goste
do gosto metálico do recomeço.
Ou talvez
apenas talvez
eu tenha descoberto
que a única relação que não fracassa
é esta:
entre mim
e o homem
que se recusa
a permanecer enterrado.
Talvez o que escrevo, seja uma lembrança de um passado que fez-se inconsciente ou mesmo que eu tenha trazido de maneira latente em mim. Talvez o que escrevo, tenha o mesmo significado, a mesma luz, num outro olhar. Talvez o que escrevo, seja somente a tradução do que tua alma ensina-me.
Flávia Abib
Estás tentando esconder
o que eu já sei.
Vou te dizer:
não forçarei um relacionamento
onde o sentimento se esconde
atrás de silêncios.
Se desejas continuar assim,
guardando verdades
como quem fecha janelas,
eu não irei à guerra
para confrontar quem prefere esconder na sombra.
Mulher,
a decisão não pode ser apenas tua —
mas também não serei eu
a implorar permanência.
Só não demores demais…
porque até o mais paciente
cansa de esperar.
por quem nunca decide ficar.
O amor não esconde pra se proteger.
Ele é a liberdade de escolha.
Aqui pensando...
Quando faço o bem (um dever)
Ñ penso aí como eu sou boazinha eu mereço coisas boas tbm...
Eu faço o bem sem olhar a quem e simplismente o retorno vem.
Faça o bem! Ñ cobre ou exija ele de volta,
Quando é de coração ele gentimente bate na tua porta.
Mor...Eu te faço um pedido: fica aqui comigo? Por mais cinco minutos ou talvez a vida inteira, não importa, porque cada segundo ao seu lado já vale a pena. Você é meu porto seguro, meu farol na tempestade e também o arco-íris que enfeita o céu quando ela passa.
Como amo acordar e ouvir...Bom dia neguinha! Te amo! Ou o que está fazendo vida? Você não sabe o quão importante é tudo isso pra mim
Você apareceu quando meu mundo estava cinza, veio colorindo tudo e me trazendo a alegria de viver intensamente
Amo estar com Você, sentir seu abraço, seu cheiro, amo nossas risadas, nossas aventuras...
Tudo o que já passamos nesse 1 ano e 2 meses ja valeu cada segundo vivido, você é a realização do desejo que eu fazia quando pedia a Deus alguém que pensasse como eu, alguém para compartilhar a vida comigo. Você é mais do que um presente, é minha alma gêmea e sou grato por você ser o meu companheiro
Meu desejo é que venhamos viver muito mais do que ja vivemos e quero estar assim pra sempre ao seu lado
Te amo neguinho
Feliz 1 ano e 2 meses juntinhos
Existe um lugar
Que quero te levar
Lá será você e eu
Na troca de ollhar,
Vou te falar
De todo sentimento meu...
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