Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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É uma situação dolorosa e, infelizmente, muito comum. Ver uma amizade querida desbotar porque a balança da iniciativa ficou pesada demais para um lado só deixa um misto de saudade com cansaço.

⁠A gente se afastou...
porque foi preciso.

⁠Você pode
Você é capaz
Porque a sua força...
Vem lá do céu!

Adoro amar a vida, porque o afeto é o que nos amarra à existência. Tenho pena de quem parte sem ter contemplado as belezas mais sublimes da Terra, e inveja de quem continuará por aqui quando eu me for

Aprenda: nem todos entenderão suas escolhas, porque nem todos vivem suas batalhas.

Chamam-me de vilão porque minhas mãos estão manchadas de sangue. Curioso… nunca perguntaram de quem era o sangue que manchava as mãos dos heróis.

*O BAR ONDE AS ALMAS BEBEM* - O bar nunca fechava.
Porque o bar era o mundo.
Os balcões eram estradas polidas pelos cotovelos de homens que aprenderam a negociar a própria alma antes mesmo de aprenderem a pronunciá-la. Ali ninguém chegava para beber. Chegava para esquecer o nome daquilo que um dia acreditou ser.
O barman nunca servia bebidas.
Servia sentenças.
Seu rosto era o meu, alguns fracassos mais velho. Seus olhos não julgavam. Apenas devolviam a imagem de um homem que descobriu cedo demais que a consciência é o único carrasco que jamais dorme.
Sentava-me diante dele como quem comparece ao próprio julgamento.
Não havia defesa.
Ao meu redor, os copos tilintavam como sinos de um funeral interminável. As vozes enchiam o ambiente, mas nenhuma dizia coisa alguma. Eram ruídos produzidos por almas que confundiram existência com sobrevivência e passaram a chamar adaptação de virtude.
As cadeiras vazias pesavam mais do que as ocupadas.
Porque a ausência também possui corpo.
Ela senta ao nosso lado, acende um cigarro invisível e nos acompanha até o último gole.
Acendi meu charuto.
A fumaça subiu lentamente, desenhando pensamentos que jamais encontrariam repouso. Não era fumaça.
Eram ideias recusando o cemitério.
Flutuavam acima da minha cabeça como corvos circulando um campo onde Deus esqueceu de aparecer. Algumas morriam antes de ganhar forma. Outras retornavam para devorar aquilo que eu ainda chamava de esperança.
O barman serviu o whisky.
Não veio da garrafa.
Veio dos grãos espalhados pelo caminho. Da terra pisada por desconhecidos. Das derrotas herdadas de homens que nunca conheci. Das lágrimas que não eram minhas, mas que fermentaram dentro de mim até perderem o gosto de sal e adquirirem o gosto amargo da lucidez.
Bebi devagar.
Cada gole era um verso.
Cada verso era uma hemorragia que aprendera a sangrar para dentro.
Foi então que compreendi a maior mentira já aceita pelos frequentadores daquele lugar.
Não haviam destruído os valores.
Apenas mudaram seus nomes.
A covardia vestiu a roupa da prudência.
A indiferença passou a ser maturidade.
O egoísmo ganhou o perfume da liberdade.
A mentira tornou-se diplomacia.
A rendição foi chamada de paz. E a consciência... essa foi trancada no porão para que ninguém precisasse ouvir seus gritos durante o jantar.
Todos brindavam.
Não à vida.
Mas ao alívio de não precisarem mais distinguir o certo do conveniente.
É mais fácil dormir quando se assassina o espelho.
Olhei novamente para o barman.
Ele sorriu com uma tristeza antiga.
Como quem sabe que nenhum homem sai dali melhor do que entrou. Apenas mais consciente da própria escuridão.
E talvez seja esse o verdadeiro inferno.
Não o fogo.
Nem os demônios.
Mas caminhar entre milhões de pessoas e descobrir que a maioria já não vendeu a alma.
Descobrir que sequer acredita possuir uma.
Apaguei o charuto.
As últimas espirais desapareceram no teto como desaparecem as civilizações: não quando deixam de respirar, mas quando deixam de reconhecer o peso da verdade.
Deixei o copo vazio sobre o balcão.
O barman nada disse.
Também não era necessário.
Há silêncios que escrevem poemas com mais sangue do que qualquer homem conseguiria suportar

“Há noites em que o coração conversa com a lua porque já não encontra linguagem entre os homens.”

— Juliana Hoffmann Liska

“O coração também possui seus arquivos secretos; algumas lembranças sobrevivem porque nunca encontraram despedida.”

— Juliana Hoffmann Liska

Consciências elevadas não são silenciadas por falta de razão, mas porque a mediocridade teme tudo o que a expõe.

"O usurpador cobiça o seu perfil porque reconhece o valor da sua força, mas a aptidão não se usurpa. Ele pode até copiar o movimento, mas a vocação é um selo de nascença."

- Leandra Pinheiro

Busque evolução todos os dias.
Porque grandes construções não acontecem de uma vez, são levantadas tijolo por tijolo, escolha por escolha, superação por superação.
Continue construindo. O seu crescimento de hoje será a força da sua versão de amanhã.
Insta: @elidajeronimo

"A fé cristã permanece inabalável porque o Espírito Santo é quem torna a salvação eficaz: Ele convence da incredulidade (João 16:8-9), regenera (João 3:5; Tito 3:5), sela o crente (Efésios 1:13), fortalece a santidade (Gálatas 5:16) e conduz a oração (Romanos 8:26). Toda defesa do Evangelho encontra firmeza na obra do Espírito Santo, que glorifica Cristo (João 16:14)."

Direitos humanos, dizem os cartazes bonitos, são para todos. Que engraçado, porque na prática parecem um clube fechado, com lista de convidados e segurança na porta.
Tem uma parábola antiga sobre um rei que criava leis para proteger o reino, mas esquecia sempre de mencionar os mendigos nos portões. Séculos depois, mudamos o cenário, trocamos a coroa por terno, mas o mendigo continua do lado de fora, agora pedindo apenas para ser visto, ouvido, notado como gente.
E que engraçado como certas piadas nunca saem de moda. Pessoas com nanismo ainda viram atração de circo em pleno século vinte e um, como se existência fosse motivo de riso.
Ah, e não podemos esquecer os outros "convidados especiais" dessa festa tão exclusiva: pessoas em situação de rua tratadas como sujeira urbana, o negro retinto ainda hoje seguido dentro de lojas como suspeito, idosos ignorados como se já tivessem validade vencida, pessoas com deficiência esquecidas em calçadas sem rampa.
Direitos humanos parecem menu de restaurante caro: bonito no papel, mas a maioria nem consegue sentar à mesa. Talvez a piada maior não seja o corpo do outro, seja a nossa capacidade infinita de fingir que não vemos quem mais precisa ser enxergado.

Porque, às vezes, acreditamos que aquilo que ocupa nossa mente está bloqueando completamente o nosso horizonte.
Até levantarmos os olhos e percebermos:
ainda existe céu.

Algumas pessoas não perguntam porque são covardes e têm medo da verdade..
Preferem o silêncio porque sabem que a resposta pode destruir a fantasia que sustentam.


Outras não perguntam porque são trouxas e acham que já conhecem a verdade.
Confundem amor com posse e confiança com certeza absoluta.

Entenda uma coisa, muitas vezes vai ser você, sua esposa e seus filhos e isso basta!
Não porque o mundo seja pequeno, mas porque o essencial é grande.
Ali está o amor verdadeiro, o apoio diário e o motivo para seguir firme.
Nem todos vão entender suas escolhas, mas quem importa está ao seu lado.
Cuidar da família é vitória silenciosa, é força que não aparece, mas sustenta tudo.
Quando o resto faltar, isso continua de pé.
E então você percebe:
Sempre foi o suficiente!

Sua carne não se preocupa com a eternidade, porque ela não irá para lá com você.


Quem viver apenas para satisfazer a carne perderá de vista aquilo que realmente é eterno.

O homem jamais deveria brincar com os sentimentos sinceros de uma mulher, porque o dia que ela descobrir que ele não a valoriza, é certo que ela volte a se amar e veja que seu maior erro foi acreditar em quem não vale a pena!

Ele te olha e pergunta porque sente vontade de fazer de novo com você. Você devolve a pergunta. No final nenhuma resposta aparece. Eu no fundo, queria que a resposta fosse: amor!