Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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Quem se contenta em ler lei é um louco, um criminoso que o código esqueceu de enquadrar.

Semeie um ato, e você colhe um hábito. Semeie um hábito, e você colhe um caráter. Semeie um caráter, e você colhe um destino.

"Ter medo de falar o que sente, é como se trancar em um quarto sozinho e esperar por companhia."

ÚNICO

O homem é o único animal
Capaz de matar um rio.
Prática suicida... irracional
Assassinato a sangue frio.

Feliz o coração daquele que percebe: um grande amigo e um grande amor significam a mesma coisa.

Não viva de em um mundo de mil maneiras, mas viva de uma maneira em um mundo.

Ela diz que não sente mais nada. Nada, entende? Só raiva, desprezo, nojo. Ou seja, só arrumou um novo jeito de gostar

Se o amor é um labirinto quero me perder e achar lá dentro uma única pessoa:Você

Girassol

Todos os dias meu amor acorda risonho,
Como um girassol põe-se a te procurar,
no sol do meu coração, em minhas memórias mais doces.
Repleto de luz floresce doçura em cada pétala
do meu bem querer-te infinito.

Você não é um ser humano que está tendo uma experiência espiritual.
Você é um ser espiritual que está tendo uma experiência humana!!!

Um dia sem você é triste,
Uma semana é maldade.
Um mês não existe.
Dou meus pulos, atravesso a cidade.

Um cliente pode até não gostar do lugar, mas poderá amar o atendimento.

A sedução é um monstro delicado. Amacia os olhos. Devora o desejo.

Todas as experiências se fundem em nossa personalidade. Tudo o que nos acontece é um ingrediente.

Malcolm X
Autobiografia de Malcolm X

Um sonho é um sonho até que se acorde. Um homem pode acalentar esse sonho ou arregaçar as mangas e pensar no que é preciso para torná-lo realidade.

O que pensar de um amor a distância?
Impossível? Improvável? Ilusório?
Pode até ser.
Mas se você não ama de longe, jamais amará de perto.
Pense nisso.

Quando o terror invade um povo, transforma muitas vezes um pusilânime num herói.

A maior insanidade de um ‘louco’ é se deixar levar pela razão do seu raciocínio.

Pedagogia do Acolher


Chegou mais um setembro e, com ele, a vitrine de frases prontas que me atravessam sem me enxergar. Falam para eu falar — como se a minha voz não estivesse há tempos espalhada em palavras, imagens, silêncios e olhares. Eu avisei. Não busco atenção; busco sentido, presença, mãos que não soltam.


O que me revolta não é a cor do mês, é a direção do dedo. Campanhas apontam para quem está afundando, quando quem precisa de formação é quem está na margem. O depressivo não precisa de cartaz; precisa de quem saiba ler sinais: o brilho que apaga, o sorriso que desencaixa, o corpo que fala — cabelo que cai, peso que some, vitalidade que se ausenta. Precisa de quem saiba chegar sem invadir, ouvir sem consertar, acolher sem prescrever. Às vezes, salvar é só sentar ao lado e dizer com o corpo: “estou aqui”.


Falar nem sempre é possível. Por dentro, a mente é um labirinto: ideias desordenadas, sentimentos sem moldura, cansaço que pede anestesia da dor — não o fim da vida. O que nos sustenta, muitas vezes, é o descanso de um abraço, o cuidado que não cobra explicação, o silêncio que não abandona. Ensinem isso: a presença que não exige performance de melhora; a escuta que não transforma confissão em sermão; a delicadeza de perguntar “como posso estar com você?” e aceitar que, naquele dia, a resposta seja apenas chorar.


Também me fere a homenagem tardia. Velórios cheios, redes lotadas de amores eternos — e o vazio de tudo o que não foi dito quando ainda dava tempo de ouvir. Eu não quero discursos depois. Quero humanidade antes. Se houver propósito em minha voz, que seja tocar uma pessoa que esteja aqui agora, e não multidões quando eu já for ausência.


Setembro, para mim, só fará sentido quando deixar de treinar o depressivo para “se explicar” e começar a educar o entorno para reconhecer, acolher e agir. Ensinem a identificar sinais, a construir rede, a acompanhar até o serviço, a ligar no dia seguinte, a cozinhar um prato simples, a varrer o chão do quarto, a segurar a mão — e não soltar. Ensinem que “força” não é cobrança, é companhia. Que fé não é atalho, é abrigo. Que esperança, às vezes, cabe em vinte minutos de silêncio compartilhado.


Eu sigo deixando vestígios — nas pessoas, nos cantos, no papel, nas imagens. Minha voz não precisa de multidões para cumprir seu propósito. Se alcançar um coração e lhe oferecer descanso por um instante, já valeu a jornada. E, enquanto eu estiver aqui, repito: não é fraqueza, é exaustão; não é espetáculo, é sobrevivência; não é drama, é dor. O que peço não é palco. É presença.




#setembroamarelo

A morte é um grande mistério...
Tanta dor na despedida!...
Mas quem morre perde o corpo,
Nunca perde a luz da vida.

Chico Xavier

Nota: Trecho do livro Oferta de Amigo, psicografado por Chico Xavier.