Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
De inicio toda decisão pesa um pouco, nos faz abrir mão de algo ou coisas, mais aos poucos vai assumindo a forma que precisa ser.
Se não somos mais capazes de agasalhar alguém que sente frio, que sejamos um pouco mais sensíveis para mostrar-lhe o caminho do sol.
Fica!
fica mais um pouco...
Deixa que o tempo passe (sem pressas); deixa lá fora todos os teus pertences, todas as amarguras, as tristezas, os falatórios, as contas por pagar, as desilusões...
Aqui, somos só nós, despidos, despreocupados, um pouco loucos (ou muito loucos até), sem disfarce, despidos de couraças, despidos de vergonhas,
neste nosso espaço, nesta nossa vontade, de ser, de estar, de ser livre, de amar...
onde o tempo não conta. onde a imaginação flutua e nossas almas se unem, em uníssono! onde tu e eu beijamos a lua, abraçamos o sol, conquistamos planetas inabitáveis,
apagamos o fogo que nos queima, na imensidão desse mar...
Fica!
Deixa-te embalar - no berço do meu colo - !
Deixa-te ficar - na grandeza do nosso profundo abraço - !
Como casal, nada a ver. Nossa relação sempre teve tudo e mais um pouco para não dar certo. Nossas diferenças, em todos os aspectos, eram gritantes, berrantes, alarmantes, problemáticas, dilemáticas, tragicamente antagônicas.
Me sinto tão vazia, parece que não tem nada dentro de mim. Somente um vazio, que me consome pouco a pouco, que quebra minha alma e derruba meu coração. Esse vazio me preenche. Me pergunto quando vou sucumbir de vez e me deixar levar. Me falam que Deus é a solução. Mas se não tenho forças nem de acreditar em mim mesma, como acreditarei que vai passar. Esse vazio que eu sinto vêm me matando a anos. Pouco a pouco me enfraquecendo, me destruindo, me inibindo, me entristecendo.
Depois de acordarmos
sempre ainda meio vivos
um pouco ensonados
é mais ou menos fácil
entrar na vida
depois dessas coisas
Prometemos várias vezes
que não trocaríamos o amor
por jogatinas de pingue-pongue
e quando finalmente percebemos
que o ás do pingue-pongue
é exatamente
a medida certa do amor
ajubilamos na gargalhada
que só pode ser
que afinal, sempre foi
nós dois acreditamos nisso
a herança de Deus para nós
Sinto tanto a sua falta que parei de fumar. E doces agora são apenas um pouco reconfortantes. Você arruinou todos os meus vícios.
De amor e dor cada um carrega um pouco, a diferença existe na mágoa que guardamos ou no perdão que liberamos.
Os obstáculos existem para serem superados, não para desistir da caminhada. Repouse um pouco, e em seguida volte a caminhar, nunca desista muitos se espelham em você.
Pra variar a quarentena um pouco de Martha Medeiros e deixar a mente agitada, pensativa, reflexiva e frenética: "e este coração aí acomodado no peito. Use-o ora bolas..." diz a crônica dela.
Foi eita! por cima de eita! É claro que tô usando. Mas nem tudo são flores.
O uso do coração demasiado faz com que a vida te dê um desafio com necessidade máxima de atenção e cuidado: depois do amor da adolescência, você passa por outros bons amores com validade curta, até que você encontra o "amor estelionatário": enquanto te faz esquecer o mundo ao seu redor e te afasta dele, diz que está com você para toda a vida, mas vai seguindo rumos paralelos, enquanto te amarra e amordaça. Aí você sofre uma viuvez necessária de si e do outro, daquele "um só corpo" que parecia ser... e era, você sozinho!
Mas a vida, generosa, te devolve à pista dos amores de validade curta, porém sinceros, verdadeira chamas que podem durar até menos de vinte e quatro horas mas te arrancarão suspiros por muito tempo!
"Bom, não sou muito bom com essas paradas de me expor, mas quero contar um pouco minha história pra vocês, ou melhor, a história de como eu conheci meu amor...
Lembro como se fosse ontem, tlgd?! Era 1993, sem celulares, wifi, internet e essas merdas todas. Eu tava terminando a faculdade (cursava T.I), minha turma ia fazer uma confra pra gente, e tals, ia ser a melhor viagem das nossas vidas. Já tinha pago tudo e tava arrumando as coisas à noite pra ir para o aeroporto. Quando a porta bateu, era uma mina que era minha vizinha e que, por acaso, cursava ADM na mesma faculdade e horário que eu (não conversava com ela pq mal conhecia, era só "oi" e pronto), mano, ela chegou em prantos na minha porta dizendo que não aguentava mais e que precisava conversar. Cara, eu já tava atrasado e ia perder o vôo se não fosse imediatamente, mas eu olhei no fundo dos olhos dela e pro cabelo curto que ela tinha e não exitei em dispensar a saída (no momento não entendi muito bem o motivo de ter trocado A VIAGEM por algo que não passaria de uma conversa). De início ela começou a desabafar sobre os pais e sobre a vida que ela tinha, era uma correria maluca! Só de lembrar eu fico pasmo, sério! Depois ela me pediu uns conselhos sobre o que fazer naquela noite o que poderia mudar pra tudo dar certo e, bem, fui sincero e falei que também me sentia assim às vezes, e que tava tudo bem não estar bem. Pra terminar, ela pediu pra dormir na minha casa àquela noite, não sei o que ela me causava, mas toda vez que olhava naqueles olhos castanhos e nariz afiladinho dela, MANÉ, EU NÃO CONSEGUI NEGAR, DE NOVO! Ela tomou um banho, vestiu uma roupa folgada que tava na minha mala e a gente se deitou na cama, assistimos e depois conversamos sobre mim agora, sobre minha viagem e faculdade, esses negócios da vida que acabam se tornando interessantes...
Eu comecei a falar e ela ria, eu ria, a gente de alguma forma tava conectado, é como se já fôssemos íntimos. Aquela noite passou ela já tinha ido embora de manhã, mas no dia seguinte voltou pra conversar e eu, que não podia negar a presença dela, fui me deixando levar e mergulhando de cabeça na onda dela. Cara, era só o segundo dia que ela tava lá, mas já tava louco por ela! E assim os dias foram passando, conversando e conversando... Até que aconteceu, na minha casa (cara, ela era linda demais sem roupa, mas sentia que a conexão da gente ia além de carne)... Bom, acho que minha intuição valeu a pena. Formado em T.I e ela em Administração conseguimos nos manter e hoje, 04/12/2019, a gente completa 25 anos de casados. Acabei de comprar um buquê (junto com o chocolate que ela mais gosta tlgd?!), as passagens da gente pra Finlândia e uma roupa folgada pra ela e sinceramente?! Quero ver aquele sorriso lindo dela, que faz covinha quando ri, como se fosse a primeira vez porque eu sei que vai valer a pena cada esforço meu pra ficar ao lado dela, a mulher da minha vida!
Resumo:
Troquei uma viagem da faculdade por várias viagens diárias e que valiam e ainda valem mais a pena, com a pessoa que valia a pena, tlgd?! Foi um tiro no escuro! Só escutei ela desabafando uma noite, uma vizinha que nunca imaginei ter algo. Imagina se eu tivesse negado aquele tempo por causa de uma viagem boba que hoje, muito provavelmente, nem iria lembrar?! Então cara, se vc curte a mina e tem medo de puxar assunto, sei lá, inventa qualquer coisa e vá fundo! No final tudo vai dar do jeito que deve ser mesmo, então arrisque e descubra como tem que ser no final.
Desde Esopo as fábulas sempre foram
contadas do mesmo jeito...
Que tal mudar um pouco as coisas?
De vez em quando precisamos mudar
alguma coisa naquilo que nos é contado...
Segundo os politicos, tudo na vida tem
mais do que uma versão...
O que é propina para alguns, é presente para
outros, e assim vai a vida...
RECONTANDO VELHAS HISTÓRIAS
Marcial Salaverry
Com tudo se modificando
idiomas e história de alterando...
Novas regras gramaticais,
já não sei mais
como escrever...
Não podemos gerundiar,
e isso é um azar...
Vamos então velhas fábulas modernizar,
só pra ver se as crianças cibernéticas vão gostar...
E vejam o que descobri...
Na verdade foi o Gato de Botas
que comeu a pata do Jacaré,
que era o bichinho de estimação
do Capitão Gancho, que era
namorado de Branca de Neve,
que descobriu o caso de amor da
Cinderela com os Sete Anões,
enquanto a Julieta transava com o Dirceu,
que era amiguinho do Peter Pan,
e Jocasta comia Hamlet, digo omelete...
E, no final, quem matou o Salomão Hayalla,
foi o tal de Roque Santeiro,
que de santo não tinha nada,
pois tinha um cacho com o Ivanhoé,
aquele amante do Robin Hood...
E o Lobo Mau, apaixonou-se pelo Bambi
quando descobriu os Tres Porquinhos
paquerando João e Maria,
que estava procurando a Fada Sininho,
com a carruagem que virou abóbora...
E o Príncipe quando foi comer uma rã doré,
no que colocou na boca, ela se transformou
na Bela Adormecida, bem assadinha...
E tudo começou com uma história....
e, saiu pela outra,
e quem quiser, que conte outra...
Assim terminam os contos d"antanho,
com mentiras de qualquer tamanho,
como certas explicações que ouvimos,
que serem "fake" deduzimos...
Marcial Salaverry
Se há quem me julgue sem nem ao menos me conhecer, talvez o melhor seja sair de cena um pouco, quanto menos coisa verem, menor será os pensamentos falsos que serão criados...
No dia a dia pense um pouco e reflita sobre suas conquistas. Avalie o que você faz e o que você quer. Faça planos sobre os seus objetivos e siga com eles. Comece a colocá-los em prática no dia a dia. Os resultados virão.
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