Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Se alguém pensa que os textos que publico são indiretas, sermões ou broncas para quem me acompanha, está olhando para o lugar errado. Eu escrevo sobre mim. Cada linha é uma confissão, uma prestação de contas que faço diante do espelho quando a madrugada já expulsou todas as desculpas.
Mas há algo mais aqui — uma segunda camada de confissão, mais silenciosa e mais desconfortável: a percepção de que existir não é estar parado, mas estar em travessia.
Eu não começo essa viagem — ela já está acontecendo quando percebo. E isso muda tudo o que eu acreditava sobre controle, direção e destino. A imagem da Terra como uma nave não é futurismo nem metáfora científica; é apenas a forma mais honesta que encontrei de olhar para o fato de que nada em mim, nem fora de mim, está fixo.
Escrevo como quem revisita a própria vida como uma casa abandonada. Abro portas que preferia manter fechadas. Encontro erros mofando nos cantos, covardias escondidas atrás de boas intenções e verdades que sempre estiveram ali, enquanto eu insistia em olhar para outro lado. Escrevo porque preciso organizar esses escombros antes que a cortina se feche. O fim não avisa o dia nem a hora. Apenas chega.
E no meio disso tudo, percebo que a ideia de “vida” muitas vezes foi apenas um nome mais confortável para o movimento. Uma tentativa de fingir estabilidade onde só existe deslocamento contínuo.
Não há um ponto de partida claro. Não há um retorno verdadeiro. O que chamei de começo e fim sempre foram apenas pausas dentro da mesma travessia. E aquilo que chamamos de “eu” talvez não seja mais do que o rastro momentâneo dessa viagem, algo que existe enquanto se move e desaparece quando tenta parar.
A *juventude acredita que sabe*. A idade descobre que quase nunca soube. Só o tempo nos concede a crueldade da lucidez — essa clareza de que muitas derrotas poderiam ter sido evitadas, mas também de que sem elas talvez nunca enxergássemos nada com precisão.
Há quem passe a vida tentando preservar a pele, o coração e a alma de qualquer cicatriz. Mas essa cautela não compra um minuto sequer. Não impede a travessia. Apenas reduz o que poderia ter sido vivido a uma forma mais leve de ausência.
Eu não escrevo para ensinar ninguém. Escrevo porque preciso encarar o fato de que estou dentro do que descrevo. Não há fora.
E se vou partir marcado, que seja. Que minhas rugas contem histórias. Que minhas cicatrizes denunciem os lugares onde a vida — ou melhor, onde essa travessia — me atingiu em cheio.
Prefiro carregar o peso de ter vivido ao vazio de ter apenas sobrevivido.
Quem pensa além da média raramente é ouvido, pois a sociedade prefere o conforto da repetição à dor da lucidez.
Sou o Filho da Luz.
Escrevo o que a mente livre pensa quando recusa o domínio.
Acredito que o impossível é só uma porta: é só abrir, seguir em frente, abrir de novo e chegar do outro lado.
Em busca da verdade em vida. Sem máscara, sem medo.
O importante é que, enquanto alguns pensam em te derrubar, você pensa em subir cada vez mais e mais, até chegar a uma altura em que eles não vão mais te alcançar. Continue!
A gente pensa que conhece as pessoas. Principalmente as de convívio próximo. Mas não conhecemos. Nem nós mesmos.
Quando uma máquina começa a pensar por nós, a primeira coisa que pode desaparecer não é o pensamento, mas a vontade de pensar.
"É IMPOSSÍVEL UMA PESSOA COMEÇAR A APRENDER ÀQUILO QUE PENSA QUE JÁ SABE"Epicteto
É uma atitude inteligente ter em mente que nunca é demais aprender.! Ademar de Borba
Saber que alguém pensa na gente, que nos gosta apesar da distância, dos nosso erros, do mal humor, dos defeitos, enche a alma de paz, de serenidade. Renova o espírito! E de espírito renovado podemos enchem de força para vencer os desafios.
Quem pensa diferente não está errado; está apenas vivendo no futuro enquanto o resto do mundo estagnou no passado.
A pessoa sóbria, pensa para falar e fala com amor, a pessoa não sóbria, fala sem pensar e joga no ventilador.
Quem pensa que todos são perfeitos não sabe enxergar a realidade.
Na verdade, vê tudo com vaidade.
Pois a vaidade não se resume a um rosto bonito e à beleza física; ela também se manifesta no ato de achar que conhece os outros melhor do que eles mesmos, enxergando apenas os defeitos e ignorando as qualidades.
Quem age assim, sempre achando que está certo, mas sem conseguir ser um exemplo, acaba se tornando amargo, tomado pelo ego e pelo orgulho no peito. Cuidado!
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