Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
O não pensar, a tranquilidade, está atrás do pensamento. O não pensar não se sobrepõe ao pensamento, ele o acolhe.
Quando convivemos com sábios e artistas, é fácil nos enganar, mas ao contrário do que se pensa. Muitas vezes, atrás de um sábio famoso, há uma pessoa comum, sem nada de especial. E, ao contrário, atrás de um artista sem grande talento, pode haver uma pessoa incrível e notável.
Alexandre Sefardi
Muita gente pensa que Jesus estava dizendo que qualquer verdade tem o poder de libertar. Mas não foi isso. Naquele momento, Ele falava sobre si mesmo. A verdadeira liberdade não começa quando descobrimos uma informação. Começa quando conhecemos Aquele que é a Verdade. Por isso, existem pessoas que sabem muito, mas continuam presas ao medo, ao orgulho e ao pecado. Porque conhecimento muda a mente. Mas Cristo transforma o coração. Foi por isso que Jesus não prometeu apenas respostas. Prometeu liberdade para quem permanecesse na sua Palavra.
Estupidez não é o que sempre erra ou pensa errado, mas ele diminui, mas não some o brilho das ideias e práticas; Tudo traz as limitações da clareza mental ou do desenvolvimento cognitivo.
Assuma o que você pensa; escute o que você promete; cumpra o que você deve; tudo isso muda a realidade da vida e do mundo.
Quem sabe teu nome pensa que te viu nascer, ignora toda história antes de te conhecer;
Nega a evolução da tua caminhada e te prende às falhas de uma vida passada.
A potência intelectual depende da memória. Quando a tecnologia pensa por você, o cérebro para de trabalhar.
O homem que pensa prefere arriscar na criação das próprias leis à culpa de obedecer a uma injustiça.
Uma águia voa alto e sabe o valor da sua liberdade. Mas quem pensa pequeno, voa baixo e nada conquista.
Quem pensa, não faz nada precipitado. Então você aí, que está com dúvida! Pense antes! Por que sua dúvida, pode te levar acometer erros gravissimos. Então, se liga, e pense antes de fazer algo.errado.
Se alguém pensa que os textos que publico são indiretas, sermões ou broncas para quem me acompanha, está olhando para o lugar errado. Eu escrevo sobre mim. Cada linha é uma confissão, uma prestação de contas que faço diante do espelho quando a madrugada já expulsou todas as desculpas.
Mas há algo mais aqui — uma segunda camada de confissão, mais silenciosa e mais desconfortável: a percepção de que existir não é estar parado, mas estar em travessia.
Eu não começo essa viagem — ela já está acontecendo quando percebo. E isso muda tudo o que eu acreditava sobre controle, direção e destino. A imagem da Terra como uma nave não é futurismo nem metáfora científica; é apenas a forma mais honesta que encontrei de olhar para o fato de que nada em mim, nem fora de mim, está fixo.
Escrevo como quem revisita a própria vida como uma casa abandonada. Abro portas que preferia manter fechadas. Encontro erros mofando nos cantos, covardias escondidas atrás de boas intenções e verdades que sempre estiveram ali, enquanto eu insistia em olhar para outro lado. Escrevo porque preciso organizar esses escombros antes que a cortina se feche. O fim não avisa o dia nem a hora. Apenas chega.
E no meio disso tudo, percebo que a ideia de “vida” muitas vezes foi apenas um nome mais confortável para o movimento. Uma tentativa de fingir estabilidade onde só existe deslocamento contínuo.
Não há um ponto de partida claro. Não há um retorno verdadeiro. O que chamei de começo e fim sempre foram apenas pausas dentro da mesma travessia. E aquilo que chamamos de “eu” talvez não seja mais do que o rastro momentâneo dessa viagem, algo que existe enquanto se move e desaparece quando tenta parar.
A *juventude acredita que sabe*. A idade descobre que quase nunca soube. Só o tempo nos concede a crueldade da lucidez — essa clareza de que muitas derrotas poderiam ter sido evitadas, mas também de que sem elas talvez nunca enxergássemos nada com precisão.
Há quem passe a vida tentando preservar a pele, o coração e a alma de qualquer cicatriz. Mas essa cautela não compra um minuto sequer. Não impede a travessia. Apenas reduz o que poderia ter sido vivido a uma forma mais leve de ausência.
Eu não escrevo para ensinar ninguém. Escrevo porque preciso encarar o fato de que estou dentro do que descrevo. Não há fora.
E se vou partir marcado, que seja. Que minhas rugas contem histórias. Que minhas cicatrizes denunciem os lugares onde a vida — ou melhor, onde essa travessia — me atingiu em cheio.
Prefiro carregar o peso de ter vivido ao vazio de ter apenas sobrevivido.
Quando a gente pensa positivo e mantém o coração no lugar, a alma se torna leve e a vida caminha em paz.
como não se sentir culpado se a culpa parece ter criado raízes dentro de você, como se cada pensamento carregasse um peso, como se existir já fosse, por si só, um erro difícil de justificar… como não erguer muralhas se toda vez que você tentou abrir o peito, algo te atravessou, algo ficou, algo que te ensinou que sentir demais custa caro demais, e então você levanta paredes, não porque quer se afastar, mas porque já não sabe mais como não se proteger… e como conviver com esse vazio, esse espaço oco que não importa o que você faça, não preenche, um silêncio interno que grita, que ecoa, que te lembra o tempo todo que falta algo, ou pior, que talvez falte você mesmo dentro de você… esse sentimento de ser um peso, de ocupar espaço demais e ao mesmo tempo não significar o suficiente, de olhar ao redor e achar que tudo funcionaria melhor se você fosse menos, falasse menos, sentisse menos… existisse menos… de não ser o suficiente, nunca, como se você estivesse sempre devendo algo que nem sabe o que é, como se todo esforço chegasse atrasado, incompleto, falho… de mais atrapalhar do que ajudar, como se sua presença fosse um erro em andamento, como se, por mais que tente, tudo que você toca carregasse um pouco do seu caos junto… de querer amar profundamente, mas nunca conseguir se sentir amado de volta, como se existisse um bloqueio invisível, como se o amor até chegasse perto, mas nunca conseguisse entrar, ou pior, como se você não soubesse mais reconhecer quando ele está ali… e então fica essa contradição sufocante: um coração que ainda quer dar tudo, preso dentro de alguém que já não acredita que merece receber… como viver com um coração quebrado, quando cada batida parece irregular, cansada, sem direção, quando amar virou dor, lembrar virou dor, existir virou dor… e uma mente perdida, que não descansa, que não silencia, que te leva sempre pro mesmo lugar escuro, um labirinto onde cada saída parece falsa, onde cada esperança dura pouco demais… e no meio disso tudo você ainda está aqui, e isso não parece vitória, não parece força, não parece nada além de cansaço…
Quando você pensa que suas preces não foram ouvidas, Deus te surpreende com o que o coração nem imaginou. Ele age no silêncio, cuida de cada detalhe e transforma espera em bênção.
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