Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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⁠Dos cometas que passaram em minha vida pouca luz eu percebi, o momento foi tão breve que em pouco tempo eu me esqueci; por isso prefiro as estrelas, seu brilho constante. A luz que emanam é tão perfeita que dá vontade de permanecer admirando e voltar a sentir.

Islene Souza

Transbordo amor

Sou ternura, eu sou doçura, intensidade e paixão.

Não consigo gostar pouco, gosto muito ou não gosto nada. 8 ou 80.

Na alma procuro a beleza, e na essência de um ser eu me encanto.

⁠Eu evitava falar ou sentir, evitei muitos anos, achava muito forte. A pouco tempo aprendi que sentir saudade é bom. A saudade sempre vai estar ligada a algo BOM, seja um lugar, um momento, uma pessoa... e entendi que tudo bem chorar de saudade, pois significa algo inesquecível. Tem saudades que ainda da tempo de procurar, reviver, reconectar, recomeçar. E tem aquelas saudades de quem ja faleceu, e o que nos resta são lembranças.
Hoje não coloco limites, apenas avalio se compensa ligar, mandar mensagem, procurar. Se sim, eu vou, se não... saudades viu!

⁠*Olhos que brilham*

Conheci uma mulher há pouco tempo, ela tinha olhos lindos, eu nunca a vi pessoalmente, entretanto, através de uma foto que observei por alguns minutos, consegui notar a beleza por trás daqueles olhos lindos...
Aqueles olhos diziam o quão forte ela era, eles traziam consigo uma certa melancolia, era tão sutil, estavam cobertos por uma vontade imensa de ser feliz.
A profundidade desse olhar falava sobre a liberdade, aquele brilho que todos desejam ela tem...
Conheci uma mulher de um olhar único.

⁠O que eu sei é tão pouco
Que às vezes me sinto
Criança crescendo
Formiga perdida
Abelha sem rainha
O que eu sei é tão pouco
Que muito me perco
E nunca me encontro
E o que eu achava saber
Hoje sei que só acho

⁠me tornando pouco a pouco a pessoa que eu deveria ter sido há muito tempo.

"Foi pouco o que você me deu, foi pouco
Foi muito o que eu cobrei de mim"

Desculpa, mas eu não acredito em amor a distância;
Tão pouco acredito em quem diz que ama alguém...
Mas estando com outra pessoa.

Eu não sei ser pouco. Eu não sei dar pouco. O meu corpo é sempre essa “coisa” intensa transpirando adrenalina de alguma forma. Meus sentimentos sempre invadem tudo e já começam grande desde o início. Não sei ser menos, um pouco de cada coisa. Sou tudo logo de cara. Ainda que me prendessem em uma garrafa eu estaria inteira em cada gota. Se você quiser uma gota que seja, vou logo avisando que ficará de ressaca, mas te aviso que a ressaca é de poesia, de luzes, de suspiros e não existe coisa melhor. Porque eu sou assim, impossível de ter em mãos mas, capaz de te dar o mundo todo em questão de segundos.

Estudei no interior
Com gente que eu saúdo.
Embora sabendo pouco
Nem podendo saber tudo,
Ensino o pouco que sei
Que é pra não ficar miúdo.

(Savio Vinicius)

Eu penso demais e falo pouco⁠.

Eu não pretendo ser o grande sábio, não quero ditar regras, tão pouco ser uma referência pensante, com teorias históricas ou linguísticas na ponta da língua... Quero apenas deixar as minhas ideias fluírem através de meus atos e citações poéticas, se as mesmas forem dignas de aceitação, não me importarei que a sigam...

Quanto mais eu falo, pouco sei sobre as coisas.

“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.” (Perto do Coração Selvagem, 1944). Essa afirmação de Clarice traduz uma busca que não se contenta com o óbvio: é o desejo por algo que ultrapassa a calma aparente e rompe os limites da palavra. Quando pensamos em “emocionado”, percebemos que sentir é um gesto de libertação, um rompimento das barreiras sociais que tentam conter a alma e escondem sua vulnerabilidade.


Vivemos em uma época em que a eficiência se tornou medida de valor. A calma é exaltada como virtude, enquanto a emoção intensa é vista como desajuste, quase um erro contra a racionalidade. Nesse cenário, trocar a alma pela calma significa abrir mão da autenticidade, transformar o sentir em fraqueza e aceitar a serenidade como padrão imposto, mesmo que isso nos afaste de quem realmente somos.


Ao sufocar a emoção, o indivíduo se distancia de sua essência mais profunda. Clarice, em A Paixão Segundo G.H., mostra que o encontro com o indizível é doloroso, mas inevitável para compreender a própria existência. A calma pode oferecer estabilidade, mas também pode anestesiar, apagando o brilho da intensidade e transformando a vida em repetição sem surpresa, em rotina sem poesia. (@R_Drigos)


Pensar sobre essa tensão é admitir que viver exige equilíbrio. A emoção não deve ser reprimida, mas acolhida como parte inseparável da experiência humana. A calma, embora necessária em certos momentos, não pode se tornar prisão. Entre alma e calma, o desafio é permitir-se sentir sem se perder, encontrar intensidade sem descontrole e reconhecer que a vida se constrói justamente nos contrastes que nos atravessam.

Se souber pouco na sua profissão, atenha-se ao mais seguro.

Desse modo, ainda eu não seja considerado inteligente, passará confiança. Aquele que sabe pode se arriscar a fazer o que quer, mas saber pouco e arriscar-se é jogar-se voluntariamente no precipício. Quando se sabe pouco, é melhor seguir pela estrada principal. Deve-se manter o caminho reto e não faltará o caminho firme. Em todos os casos, sabendo ou não sabendo, a segurança é mais prudente que a singularidade.

perto de você


eu descanso


até do pouco
que sou

o que sobrou


não era pouco


era eu

A Fluoxetina, o Amor e Eu!

Tenho uma pena dos amores que se acabam por tão pouco!

-Acho que lhes falta a fluoxetina!

Eu, que de besta só tenho a cara...
Abro a gaveta, pego a receita subo no salto, desço as escadas, adentro a farmácia e peço:
Duas caixas de fluoxetina para a salvação de um amor.
-Faz favor!
Então, não preciso mais de salto.
De pés no chão e sandálias no dedo,
subo as escadas só no lá rá rá iá ...
Adentro em meu reino e rodopio (...), feliz, muito feliz!
Está o meu amor salvo por mais sessenta dias!!!

-Tudo porque tem gente que demora prá entender as coisas...!
☆ Haredita Angel

Dor de Dente


Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia a mentira dá dor de dente


Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia mentira dá dor de dente


A minha vó me ensinou e hoje eu sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes


Minha vó me ensinou e hoje sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes

Não que você

não mereça

eu te querer,

Você em pouco

tempo povoou

a minha fantasia

Elevando a minha

vaidade feminina.



Não posso ficar

onde sei que não

tenho como

emocionalmente

sustentar;

Não preciso

prever o futuro

porque sei que

entre nós tem

tudo para dar errado.



O amor pede de nós

profundos cuidados,

Da forma que você

está acostumado,

Não sou eu é que

farei impossível

para te modificar.



Não, não há nada

de errado comigo,

E nem contigo;

Apenas temos

expectativas

diferentes,

Só não quero

colocar o meu

coração mais

sob o teu perigo.