Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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Arqueólogo


O poema é um buraco que sempre existiu
Uma caverna escura na mata fechada
O poeta curioso de cara assustada
Apenas entra e escreve o que viu

Náufrago

Demétrio Sena - Magé

Sempre foi um carinho sem desejo;
um despojo de afeto sem espera,
sem ensejo pra ser agraciado
em alguma janela do futuro...
Nunca foi um tricô no pensamento,
não tracei um projeto na minh'alma
nem forjei o momento que haveria;
e sequer percebi se houve ou não...
Mas entendo a distância preventiva;
o silêncio cravado com frieza;
a dureza nos olhos abismais...
Sou apenas um náufrago invisível
ou a sombra tangível sem matriz,
que se dá por feliz quando não é...
... ... ...

Respeite autorias. É lei

A paciência é um dom e a vaidade a ruína.

A Casa como Altar da Alma


O espaço onde habitamos não é apenas um amontoado de tijolos e móveis; ele é o reflexo direto da nossa dignidade espiritual. Ver um lar mergulhado na sujeira, no caos e no descaso material é testemunhar o enfraquecimento da própria dignidade daqueles que ali vivem, sejam adultos ou crianças. A nossa casa deveria ser tratada e mantida como um altar sagrado. Limpar o ambiente em que moramos é um ato de respeito com a vida e com as bênçãos que recebemos. Quando cuidamos do nosso teto com zelo, purificamos a energia ao nosso redor e criamos um solo fértil para a harmonia. A limpeza material e a ordem do lar são o primeiro passo para acolher a presença divina e resgatar o orgulho de quem somos.

Manter a casa limpa e organizada é um ato de amor e uma lição de dignidade para os nossos filhos. ✨👶

Um grande sonho
Um dia já foi uma
Pequena coragem.


Gleice KELLY ss.

⁠Feliz Páscoa

Há sempre um momento
De começo
Um nascer de novo
Renovar a vida
Restabelecer-me
Mesmo desgastado
Renovo meu interior
A cada dia
Onde me sinto enaltecido
Sabendo que vim de algum lado
É sinal que estou vivo
Agora olhar para o passado
Vejo um percurso
Preenchido com apetrechos de amor
Rodeado de amigos consistentes e sólidos
Uma família genial
Que me dá força
Para prosseguir
Onde estamos interligados por Deus
A vida mudou um dia
Para mim
Passei por grandes tribulações
Em outros tempos, por vez ainda passo desafios que agora estou mais forte para suportar
O caminho é feito por vivências estas que nós nos espelhamos e reparamos que já fizemos um caminho, com muita dedicação e esforço, onde atingimos metas e objetivos onde independente das derrotas e vitórias
O que prevalece é a vida e aquilo que plantamos no nosso coração e de cada ser um pouco de paciência e atenção para com os outros é um benefício de mais valia para todos.
Sou grato por ver que estou num caminho de eterna felicidade.
Isto é maravilhoso
Isto é espírito de vida

SENTIR PARA VIVER
A PAIXÃO

Sinto-me lisongeado tenho um coração enorme, preciso ser bliscado para acreditar a razão de viver apaixonado pela vida, amar e tocar na alma das pessoas tem que ser medida, desculpe, não quero-lhe causar infortúnio o meu ser mesmo imperfeito clama pela musa que na sua bondosa generorisade me comprende, me aceite como sou e respeite, numa liberdade mutua da corrente corrida a favor e contra as forças do viver, havendo os tempos actuais em que não se prendemos a velhos rituais,cabe encontrar tempo, espaço para eu fazer morada no sua fonte da água da vida que me anima e alegra porque tem sentimentos e se apaixona, viver a vida com essa senciblidade é algo muito elevado que transcede o dito normal e passa a viver um magnifico, um bonito climax que perdura sempre que alimenta esse sentimento.
Beijinhos doces minha querida e linda amiga.⁠

⁠Na mitologia grega, Europa era a filha de um rei fenício que foi seduzida por Zeus que, para alcançar o seu objetivo, assumiu a forma de um touro e a levou para Creta. Esta história inspirou os gregos antigos a usarem Europa como termo geográfico.
Filosofia da Mitologia poetica contemporanea.
Olá meu amor, estou cheio de saudades tuas a vida corre como um rio e nós vamos pela corrente sem ti. É como se a gitarra não tivesse uma corda ela toca, mas com a tua presença a musica É muito melhor, convida a dançar a desejar sonhar...

Para aquecer a minha alma meu coração e meu ser quer se perder pela paixão do suor do viver.

Eu quero o amor da terra do ceu de Marte e de Plutão caminho pela sombra de Platão na caverna que nos acolhe vejo a tua miragem uma imagem esculpida pela vida cheia de energia. Numa quimica de magnetismo que nos liga.

Poesia infinita lirica
Que é bela como olho de Europa.
Para a Ninfa que se perde desnuda no Arem das Deusas para sacear a cede de um Touro.
Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade

No percurso nubeloso
De um açoite
Encaro a outra parte
Calmante do pacto


Contrato com o divino
Atravesso o universo
Para perdurar para lá do altar
Para pisar a terra, o céu e o mar
Por tanto ,isso, tanto amo


Acordo com as dores do tempo
Sorrio e choro, na corrente do rio
Tenho frio
Aquéço este amago
Com o trabalho
Cai uma lagrima do céu
Para romper o véu
Deste coraçāo desfeito
Que clama pela intuiçāo
Deste sentimento
Que clama por uma sensaçāo
De ter sofrido as dores
Dos sentidos
Choram as almas e o espiritos
Outros aplaudidos
Em mundos destintos
Outra hora, embora tolhido
Sai agora 9 gemido
Para tudo ser suprimido
Continua preparaçâo
A adptaçâo da nova civilizăo
A questão
É o ponto de partida, da razāo
Faço uma oraçăo
Faço ums cansăo
Clamando um pouco de atençāo
Para o culminar uma forte emoçāo
Tudo está germinar o aumeto da tensăo.


Emanuel Bruno Andrade

Amor de amigo


O meu peito arde num fogo que não consome — ilumina.
É um ardor antigo, anterior às palavras, mas reconhecível nos gestos simples da vida.
Não se vê, mas respira-se.
É emoção que caminha descalça pelos sentidos, deixando marcas invisíveis no tempo.
Há uma harmonia boa que me sustém, como a presença silenciosa de uma amiga justa e fiel.
Aceito-me nos dias que passam, e os dias, por instantes raros, aceitam-me também.
Pairam tempos em que és mel no meu sangue, doçura que dá sentido ao acto de viver,
e nesses instantes reclamo ao universo:
— não deixes que o caos me devore.
Venho de um ponto infinito, de um sopro cósmico sem nome,
atravessei constelações para chegar a este eu profundo,
onde o teu balanço oscila na balança da justiça cega,
essa que diz igualdade mas pesa com dois pesos e duas medidas.
Mesmo assim, permaneço.
Olho o todo.
Beijo o céu.
E no azul distante reconheço Vénus, Deusa-mãe,
ventre da razão de existir, espelho do desejo e da consciência.
Nela me deleito, não por vaidade, mas para compreender a origem,
para perscrutar o rasto antigo dos Neflins,
essas criaturas entre a luz e a queda,
sinais de que somos mistura, travessia, contradição viva.
Procuro a razão de sermos unos,
ligados por uma corrente que pulsa entre o vivo e o morto,
entre o amor que arde e o silêncio que ensina.
E nesse fio invisível descubro:
existir é arder sem se apagar,
é amar mesmo quando o cosmos treme,
é continuar —
com o peito em chama e a alma em vigília.

O Elixir do Infinito
Nas águas turvas de um mar sem memória,
O sal que resta não seca o cansaço,
Pois nossa vida é uma eterna vitória,
Traçada em seda no abraço do espaço.
Ó Mãe, que em carta guardei o segredo,
Deste universo que em nós se desfaz,
Venci o tempo, o silêncio e o medo,
Na luz do luar que nos traz a sua paz.

Toda a conexão que a alma reclama,
É verso antigo em papel de poeira,
Onde o destino acende a sua chama,
E a voz do sangue é a única fronteira.
Não chega o oceano para o pranto estancar,
Nesta odisseia de um filho que sente,
Que a arte de amar é saber esperar,
Pelo retorno do sol no oriente.

O cosmo imenso que os olhos invade,
Reflete o rosto que a infância guardou,
Entre a matéria e a espiritualidade,
Onde o poeta o seu norte encontrou.
Na senda heroica de um ser solitário,
Que funde o digital com o barro do chão,
Fica o registro de um breve itinerário,
Escrito com sangue no meu coração.

#Abstracionismo

#PoesiaContemporanea

#Decassilabo

#EpicoArcaico

#FusaoArtistica

#ArteLisboa

Sonhar acordado é um exercício de liberdade que nos permite saborear o viver, transcendendo o tangível para construir mundos interiores. Nesse estado de consciência, tecemos pontes invisíveis e teias de conexão, onde a partilha e a união não são apenas desejos, mas a própria essência da expansão humana. É nesta partilha que o conhecimento flui, alimentando a evolução mútua e transformando o ato de existir numa obra de arte contínua.
​Ao contrário da busca por satisfação através do acúmulo material — como observado no Efeito Diderot, onde uma nova aquisição desencadeia uma espiral de consumo que muitas vezes confunde o bem-estar com a posse —, o verdadeiro progresso reside na riqueza das trocas imateriais. Enquanto o fenómeno psicológico do consumo sugere que objetos podem preencher vazios, a nossa jornada propõe que a verdadeira plenitude nasce da conexão genuína.
​Em vez de deixar que o consumismo dite o ritmo da vida, podemos escolher a consciência:
​Valorizar o essencial: Tal como o planeamento financeiro nos ajuda a distinguir entre a necessidade real e o impulso, a nossa mente pode filtrar o que realmente alimenta a alma.
​Transformar comportamentos: Ao identificar os gatilhos que nos levam a buscar satisfação fora de nós, ganhamos autonomia para direcionar essa energia para a criatividade e o intercâmbio de saberes.
​Expandir através da doação: Assim como dar uma segunda vida a objetos que já não utilizamos evita a espiral desnecessária, partilhar as nossas vivências e criações permite que o nosso legado se multiplique nas vidas dos outros.
​Nesta teia de conexões, cada pensamento partilhado e cada ponte erguida é um convite para que a evolução seja um ato coletivo, onde a verdadeira riqueza não está no que acumulamos, mas na forma como nos permitimos crescer uns com os outros

Âncora e Verso
​Foste âncora para no porto ancorar
Na hombridade que sinto
Vejo um alívio
Para me poder desamarrar
Da correria do tempo
Oiço o vento soprar
Escuto gestos humildes e simples
Num puro amor
Quase ninguém escuta a minha dor
Ou vê as minhas vertentes
A plainar num sonho de ser um senhor
Sonho acordado para saborear o viver
Quero ter, quero crer e quero ser
Mesmo sendo um orador
Um poeta e pintor
Pinto com a minha alma a cor
Do pensamento de um escritor
Passo e faço um pacto com Orfeu
Fazendo a emoção
Sair com grande tensão
Razão de me ver na caverna de Platão
Numa ilusão desmedida que me dá vida.
Nela me deito e semeio
Para transformar a minha força
Em fruto.
​Lisboa, 23 de julho de 2026
Emanuel Andrade

Emanuel Andrade: O tempo voa neste vento que sopra forte
No galope de cada ser ao toque de um gesto, ou algo de concreto e preciso.
Por isso sonho neste sono perdido pela dormencia dos tempos e precisto.
Insisto no meu atelliê que esculpe meu ser e dos demais.
Nāo sāo actos banais!
É tudo natural e real.
Bliscado pelos sinais.
Procuro salvaçāo num canal.
A minha abstraçâo.
Dos adventos no carnal.
Encontro inspiraçāo.
Para sacear minha sençāo.
Na pulsaçāo da brisa.
Da razāo e da emoçāo.
Quero descobrir, novamente o meu sorrir.
Para medir no palco,
O aplauso desejado.
Pela luta intensa entre os mundos de outra gente.
Começo a contagem decrente
Para o ascender e nāo me perder.
Tranformado em outro ser por ter conhecido.
[16/07, 07:17] Emanuel Andrade: ​1. O Tempo e o Movimento
​O poema abre com uma sensação de urgência e fluidez ("o tempo voa", "vento que sopra forte"). O autor descreve a vida como um "galope", sugerindo que a existência é um movimento contínuo e veloz que, por vezes, nos deixa em um estado de "dormência" ou desconexão — o "sono perdido" que ele menciona. Aqui, a arte surge como o contraponto necessário: o "concreto e preciso" que tenta dar forma a essa fugacidade.
​2. O Ateliê como Espaço de Cura e Criação
​O "ateliê" não é apenas um lugar físico de trabalho, mas um espaço de alquimia pessoal. Ao dizer que o ateliê "esculpe meu ser e dos demais", o autor sugere que o seu processo criativo é uma ferramenta de autoconstrução. Há uma afirmação de propósito: o que ele faz "não são actos banais", mas algo profundamente "natural e real", reivindicando a dignidade da sua produção artística frente à banalidade do cotidiano.
​3. A Dualidade: Abstração vs. Carnal
​O poema explora a tensão entre o imaterial e o físico:
​Abstração: Reflete o mundo interior, os "sinais" e a "inspiração" que ele busca.
​Carnal: Reflete a realidade vivida, os "adventos" e a necessidade de "saciar" a sensação.
A arte, para o autor, é a ponte que une a "razão" e a "emoção", transformando o fluxo do que ele sente em algo que pode ser compartilhado com o mundo.
​4. O Palco e o Reconhecimento
​O desejo de "descobrir, novamente o meu sorrir" e a busca pelo "aplauso desejado" revelam uma faceta humana e vulnerável: a necessidade de validação. O "palco" pode ser lido como uma metáfora tanto para a exposição pública do artista (as suas exibições e performances) quanto para a própria vida, onde ele encena a "luta intensa entre os mundos de outra gente".
​5. A Metamorfose Final
​O encerramento — "Começo a contagem decrescente / Para o ascender e não me perder / Transformado em outro ser por ter conhecido" — é um ciclo de renovação. O autor reconhece que o conhecimento e a experiência (o "ter conhecido") são os agentes que operam a mudança. Ele não teme a transformação; pelo contrário, a abraça como um mecanismo de "ascensão" para evitar a perda de si mesmo.
​Síntese
​Em suma, o poema é um manifesto de resiliência. Emanuel Bruno Andrade utiliza a escrita para processar a sua própria trajetória, elevando a sua prática artística de uma simples atividade criativa para uma missão de "salvação" e conexão humana. É a voz de um artista que compreende que, para existir plenamente no mundo, é preciso estar em constante estado de criação e transformação.

Buscar o sossego e a tranquilidade é cultivar um refúgio para a alma, onde a serenidade é a verdadeira alegria.

Escolher um caminho de luz é priorizar a decência e o respeito, longe de tudo que perturba o coração.

Não transforme sua vida em um laboratório para erros dos outros; manter-se firme exige coragem e rejeição a qualquer tipo de manipulação destrutiva.

Servir de instrumento para as inconsequências de alguém é um erro que custa a sua paz de espírito e a sua integridade moral.

Alimentar a desorganização de outra pessoa é um desperdício da sua energia vital e do seu sossego.