Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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⁠Quem tem dúvida, não tem firmeza no que está fazendo e nem a direção que está seguindo e corre um grande risco de se perder no caminho


A mudança que necessitamos não vai cair do céu e acontecer como em um passe de mágica, ela só irá ocorrer, quando realmente tivermos atitudes para mudar, tivermos força para suportar renúncias e quando encararmos com seriedade toda e qualquer nova priorização em nossa vida. Só será notório a mudança, quando começamos a nos dedicar realmente nas coisas que nos levam para junto de Deus, pois sem Deus dificilmente haverá mudança de verdade. Por isso, se for para mudar, se entregue de corpo e alma. Entregue tudo que suas necessidades e preocupações a Deus e ore por Ele, para Ele e com Ele e tudo mudará para melhor, você entrará em um caminho sem volta e que no final você irá ver que fez a melhor escolha.

Vivemos um tempo onde a essência vem perdendo espaço para a estética!

Um café bem conversado traz resultados inesperados!

Nunca subestime o poder de uma palavra amiga! Aquilo que para você é apenas uma mensagem ou um comentário, pode ser exatamente o que alguém precisava receber para ter força para continuar!

REVISTA ESPÍRITA — ABRIL DE 1858. JÚPITER:
UM MUNDO ONDE O BEM ORGANIZA A VIDA
REVISTA ESPÍRITA — ABRIL DE 1858.
JÚPITER: UM MUNDO ONDE O BEM ORGANIZA A VIDA.

TEMA:
A DIFERENÇA DE EVOLUÇÃO ENTRE OS ESPÍRITOS, OS HABITANTES DE JÚPITER E O CONTRASTE MORAL COM A TERRA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Existe uma diferença entre olhar para Júpiter com os olhos da curiosidade e contemplá-lo com os olhos do estudo espírita.
A curiosidade pergunta:
Como são os habitantes de Júpiter?
O estudo pergunta:
O que a condição desses habitantes revela sobre o progresso do Espírito?
É nessa segunda perspectiva que a descrição apresentada por Allan Kardec na Revista Espírita de abril de 1858 adquire verdadeira profundidade.
O texto integra as chamadas “Conversas familiares de além-túmulo” e registra uma comunicação atribuída a Bernard Palissy, célebre oleiro do século XVI, evocado em 9 de março de 1858. Kardec afirma que, por evocações anteriores, já sabia que Palissy habitava Júpiter e observa que as informações recebidas coincidiam com descrições anteriores obtidas por diferentes médiuns. Ele considera essa concordância uma presunção de exatidão.
Mas existe uma frase que deve permanecer como chave de leitura de todo o estudo.
Ao ser perguntado sobre a finalidade dos desenhos que transmitira por intermédio de Victorien Sardou, Palissy responde que o objetivo era inspirar os homens a se tornarem melhores.
Portanto, antes de perguntarmos como é Júpiter, precisamos compreender por que Kardec publicou a descrição de Júpiter.

OS NOMES DOS ESPÍRITOS ASSOCIADOS A JÚPITER.
É importante não generalizar nem acrescentar nomes que as fontes não apresentam.
Na comunicação de abril de 1858, o Espírito que fala é Bernard Palissy, que afirma habitar Júpiter.
O próprio Palissy menciona ainda São Luís quando Kardec pergunta se poderia nomear Espíritos habitantes de Júpiter que tivessem desempenhado uma grande missão na Terra. A resposta é simplesmente:
“São Luís.”
Assim, dentro dessa comunicação, temos explicitamente Bernard Palissy e São Luís associados a Júpiter.
Posteriormente, na Revista Espírita de agosto de 1858, ao tratar das habitações de Júpiter, Kardec menciona expressamente Palissy ou Mozart como habitantes daquele mundo, convidando o leitor a confrontar as informações por meio das evocações.
E, em setembro, a Revista publica observações relacionadas ao desenho da casa de Mozart em Júpiter.
Portanto, considerando exclusivamente essas referências da Revista Espírita de 1858, encontramos associados a Júpiter:
Bernard Palissy - São Luís - Mozart.
É importante, contudo, fazer uma distinção: eles não aparecem todos da mesma maneira na comunicação de abril. Palissy é o comunicante; São Luís é citado por Palissy; Mozart surge posteriormente nas matérias da Revista relativas a Júpiter.
Essa precisão é necessária para que o estudo não transforme referências diferentes em uma única comunicação.

POR QUE HAVERIA ESPÍRITOS MAIS ADIANTADOS EM UM MUNDO DO QUE EM OUTRO?
Aqui entramos no cerne da questão.
A doutrina espírita não apresenta os Espíritos como seres criados prontos, acabados e desiguais por determinação arbitrária de Deus.
Eles percorrem uma trajetória de desenvolvimento.
É por isso que a descrição de Júpiter não pode ser separada da questão 222 de O Livro dos Espíritos.
Nela, Kardec desenvolve extensa consideração sobre a pluralidade das existências e sobre a necessidade de compreender a vida humana dentro de uma perspectiva muito mais ampla do que uma única encarnação.
A existência atual não encerra a história do Espírito.
Isso permite compreender, dentro da lógica espírita, por que existem diferenças tão profundas entre os seres: conhecimento, experiência, tendências, aptidões e conquistas morais não surgem todos simultaneamente.
O Espírito progride.
E, se progride, é natural que existam diferentes graus de adiantamento.
(Ver também O Livro dos Espíritos, questões 100 Escala Espírita,114, 115 e 121.)
É justamente essa chave que permite compreender a passagem da Revista Espírita em que Kardec pergunta sobre os habitantes de Júpiter.
A resposta não diz que todos são absolutamente iguais.
Diz que são todos bons, todos superiores, mas existem diferentes graus, relacionados à soma de conhecimentos e experiências.
Isso é extraordinariamente importante.
Ser superior não significa ser perfeito.
Mesmo num mundo mais adiantado existem Espíritos mais adiantados que outros.

A EVOLUÇÃO NÃO É UM PRIVILÉGIO: É UMA CONQUISTA.
Essa concepção impede uma interpretação equivocada.
Não existem, segundo a doutrina espírita, Espíritos criados para serem eternamente superiores e outros destinados eternamente à inferioridade.
O que existe é uma trajetória.
Um Espírito que hoje se encontra em condição inferior não está condenado a permanecer nela.
E aquele que alcançou uma condição elevada não recebeu um privilégio gratuito: percorreu um caminho.
É por isso que a existência em mundos superiores deve ser entendida como consequência do progresso.
(Ver O Livro dos Espíritos, questões 100, 172 a 188, sobre as diferentes condições das existências nos mundos.)
Júpiter, nessa perspectiva, não é simplesmente “um planeta onde moram seres especiais”.
É apresentado como um mundo correspondente a um grau mais avançado de desenvolvimento espiritual.

A TERRA NÃO É UM FRACASSO.
Essa comparação também não deve produzir desprezo pela Terra.
A Terra é um mundo de provas e expiações dentro da classificação apresentada pela Codificação, e seus habitantes ainda carregam numerosas imperfeições.
Mas estar num mundo inferior não significa estar abandonado.
Significa estar em processo.
A própria lógica da reencarnação dá sentido à luta.
O Espírito que ainda não alcançou determinado grau terá novas oportunidades de aprendizado.
É justamente por isso que a questão 222 possui importância tão grande.
A pluralidade das existências impede que uma única vida seja transformada em medida absoluta da justiça divina.
O que hoje parece desigual quando observado apenas através de uma existência ganha outra dimensão quando considerado através da trajetória do Espírito.

“MAS JÚPITER? ISSO NÃO É ABSURDO?”
É possível que alguém leia essas páginas e zombe.
Pode achar estranha a ideia de habitantes de Júpiter, de corpos menos densos, de comunicação pelo pensamento, de cidades e habitações em outro mundo.
Mas há uma diferença entre questionar e ridicularizar.
Questionar é legítimo.
Investigar é saudável.
Discordar é possível.
Ridicularizar sem conhecer o objeto da discussão, entretanto, não constitui estudo.
E há uma razão adicional para a prudência.
Kardec não apresenta essas descrições como se fossem resultado de uma viagem física ao planeta.
Ele está tratando de comunicações mediúnicas, submetidas ao método de observação que empregava em seus estudos.
Em março de 1858, ao escrever sobre Júpiter e outros mundos, Kardec já explicava que as informações deveriam ser consideradas à luz da escala espírita e do princípio do progresso dos Espíritos.
Mais tarde, em agosto, ao publicar “As habitações do planeta Júpiter”, Kardec registra inclusive que havia pessoas que consideravam aquilo motivo de gracejo e afirma que as informações poderiam ser confrontadas por novas evocações.
Isso revela algo muito importante sobre o próprio procedimento de Kardec:
ele não exigia que o leitor abandonasse o raciocínio.
Ao contrário, convidava-o a examinar.
Esse é um ponto que frequentemente se perde quando se fala superficialmente do Espiritismo.

NÃO PRECISAMOS INVENTAR PARA DEFENDER A DOUTRINA.
Também não é necessário exagerar.
Não precisamos dizer que a descrição de Júpiter constitui uma fotografia astronômica.
Não precisamos afirmar que a ciência terrestre contemporânea confirmou cada detalhe da comunicação.
E não devemos acrescentar nomes de Espíritos que as fontes aqui consultadas não apresentam como habitantes de Júpiter.
A força do texto está justamente em outra parte.
Está no quadro moral.
Palissy descreve um mundo em que não há guerras; em que o necessário não falta a ninguém enquanto outro possui o supérfluo; em que os dirigentes são superiores pelo grau de perfeição; em que os habitantes se unem pelos laços do amor; em que a principal ocupação dos Espíritos superiores inclui auxiliar os habitantes dos mundos inferiores.
Isso é muito mais importante para a reflexão espírita do que uma discussão precipitada sobre detalhes físicos.

JÚPITER NÃO É APENAS UM LUGAR.
Observe-se a diferença.
Na Terra, ainda encontramos a guerra.
Em Júpiter, a comunicação a apresenta como desconhecida.
Na Terra, o egoísmo ainda estabelece profundas barreiras.
Em Júpiter, o progresso moral já modificou as relações.
Na Terra, a riqueza pode conviver com a miséria.
Em Júpiter, a resposta afirma que ninguém possui o supérfluo enquanto outro carece do necessário.
Na Terra, a autoridade frequentemente se apoia na força.
Em Júpiter, ela é relacionada ao grau superior de perfeição.
Na Terra, muitas vezes o conhecimento é utilizado para dominar.
Em Júpiter, os mais adiantados dedicam-se também a auxiliar os menos adiantados.
A comparação não foi feita para humilhar a humanidade.
Foi feita para mostrar uma possibilidade de futuro.

O ESPÍRITO SUPERIOR NÃO ABANDONA OS INFERIORES.
Esse talvez seja um dos pontos mais belos.
Kardec pergunta quais são as principais ocupações dos habitantes de Júpiter.
A resposta afirma que eles procuram os mundos onde existem infortúnios, para auxiliar aqueles que ainda lutam.
A elevação espiritual, portanto, não conduz ao afastamento dos que sofrem.
Conduz à aproximação.
Quanto mais o Espírito se liberta do egoísmo, mais compreende a solidariedade.
Isso se harmoniza profundamente com a moral de O Evangelho Segundo o Espiritismo, particularmente com os ensinamentos sobre caridade, amor ao próximo e aperfeiçoamento moral.
(Ver O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulos XI, XV e XVII.)

A DIFERENÇA ENTRE OS ESPÍRITOS NÃO É UMA CASTA.
Há aqui uma distinção essencial.
Se existem Espíritos em diferentes graus de desenvolvimento, isso não significa a existência de castas espirituais.
A diferença é dinâmica.
Hoje um Espírito pode estar atrás.
Amanhã poderá estar adiante.
O progresso não é um privilégio reservado a poucos.
É uma lei.
E justamente por isso a comparação entre Terra e Júpiter pode ser lida sem humilhação.
Júpiter representa aquilo que o Espírito pode alcançar.
A Terra representa uma etapa de sua caminhada.
E nós, individualmente, estamos em algum ponto desse caminho.

O TEMPLO E O CULTO.
No final da comunicação, Kardec pergunta se existem diferentes religiões em Júpiter.
A resposta é particularmente significativa:
“Por templo há o coração do homem; por culto, o bem que ele faz.”
Depois de toda a descrição, corpos, alimentação, linguagem, animais, habitações, autoridade, riqueza, organização social, a comunicação termina onde o Espiritismo sempre precisa retornar:
na moral.
Não basta saber.
É preciso transformar.
Não basta falar sobre o bem.
É preciso realizá-lo.
Não basta admirar os Espíritos superiores.
É preciso caminhar na direção daquilo que eles representam.
(Ver O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVII.)

O QUE JÚPITER NOS PERGUNTA.
Talvez essa seja a maior contribuição dessa página da Revista Espírita.
Ela nos obriga a inverter a pergunta.
Não:
“Será que existem pessoas em Júpiter?”
Mas:
“Que espécie de humanidade precisaremos nos tornar para que a Terra deixe de reproduzir aquilo que ainda nos prende aos mundos inferiores?”
Não:
“Como vivem Palissy, São Luís ou Mozart em Júpiter?”
Mas:
“O que esses nomes representam na perspectiva do progresso espiritual?”
Não:
“Por que eles seriam superiores a nós?”
Mas:
“Que distância moral ainda precisamos percorrer?”
Essa é a lucidez espírita.
Nem credulidade ingênua.
Nem zombaria ignorante.
Nem fantasia.
Estudo, comparação, prudência, raciocínio e consequência moral.
Kardec oferece o quadro.
A doutrina fornece os princípios.
E a consciência de cada um precisa decidir o que fazer diante deles.
Júpiter, então, deixa de ser apenas um mundo distante.
Torna-se uma pergunta dirigida à Terra.
E, sobretudo, dirigida a cada um de nós.
Porque se a diferença entre os Espíritos é diferença de progresso e não de criação, então ninguém está condenado a permanecer para sempre onde hoje se encontra.
O caminho permanece aberto.
A evolução continua.
E talvez seja precisamente essa a mensagem mais luminosa escondida entre as páginas antigas da Revista Espírita:
o Espírito não está pronto; está a caminho.
FONTES:
KARDEC, Allan. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos, março de 1858 — “Júpiter e alguns outros mundos”.
KARDEC, Allan. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos, abril de 1858 — “Conversas familiares de além-túmulo — Bernard Palissy (9 de março de 1858) — Descrição de Júpiter”.
KARDEC, Allan. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos, agosto de 1858 — “As habitações do planeta Júpiter”, por Victorien Sardou.
KARDEC, Allan. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos, setembro de 1858 — “Observações sobre o desenho da casa de Mozart”.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Questão 222 e questões relativas à pluralidade das existências, progresso dos Espíritos e pluralidade dos mundos.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Questões,100, 114, 115, 121 e 172 a 188.
KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Princípios referentes à natureza das comunicações e ao exame das manifestações espíritas.
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulos XI, XV, XVI e XVII.
KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno. Primeira Parte — considerações sobre o futuro e as consequências dos atos.
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Com um temporal com nuvens negras sobre o céu brasileiro, nada melhor que a suavidade de uma brisa em forma de música para refletir sobre os fatos e a vida.

A humanidade sucumbe à si mesma
Gritam o amor
Proclamam Deus
Mas se sangra um dos seus
jogam sal no corte
e chupam a ferida.
Hipócritas
Doentios
Pior que os gentios
Não sejam fingidos
Abafem seus gemidos poéticos
Cadáveres fétidos!
... Fingir poesia
Vós não fingis!
Vós a mentem!

Os ponteiros do relógio entre os minutos e os segundos são inúteis quando marcam um tempo imaginário...


Enquanto nós obedecemos, nos iludimos até; não estamos indo, mas voltando.

Inúteis

Os ponteiros do relógio entre os minutos e os segundos são inúteis quando marcam um tempo imaginário... Enquanto nós obedecemos, nos iludimos até; não estamos indo, mas voltando.

Deserta




Era madrugada, não tão tarde, o galo já anunciava o clarão de um novo dia...
Era na verdade já alta a alvorada, falando
sozinha, como é o meu costume, amando
o deserto que havia na estrada deserta.
Eu empolgada, fugi desbravando lugares,
a minha alma inquieta, querendo chegar
sem saber aonde, antes de mim. Enquanto
ela se agoniava, eu sorria dizendo - Calma
que hoje você não vai me trazer nostalgia.

FORTALEZA - 300 ANOS - Homenagem


Fortaleza completa agora, trezentos anos, e como é bom ser uma parte de sua história, as paredes do nosso tempo, atravessamos… o seu teto infinito e estrelado, assistiu o meu primeiro choro quando nasci, testemunhou dos meus primeiros passos às quedas que algumas vezes vida à fora, sofri… Depois, toda minha trajetória nesta cidade que com amor, cada filho meu recebeu, eles cresceram e bateram as suas asas, no meu canto permaneci, aplaudindo suas vitórias! E sempre percebendo o quanto Fortaleza, também cresceu.


Conheci tantos lugares! Tantas outras cidades do meu Brasil, tantos voos e paisagens que não me pertenciam, alguns dos sonhos que alimentei bem ousados, carregados de loucas fantasias, irreais, sonhos desenraizados! Nada seria em definitivo, foram pousos e estadias com um tempo mentalmente determinado… os nossos destinos, hoje sei; Totalmente predestinados.


Em alguns dos voos, na maioria fui feliz, outros voos com algum propósito, ou muitas desilusões, por este mundo à dentro, tropecei nos íngremes caminhos em busca de uma fúlgida felicidade, porque algumas certezas, só alcançamos (alcancei) com o passar dos anos, mas sempre, sempre, por onde fui, o meu amor pela minha terra, os meus pensamentos, sempre do tamanho da minha saudade na mesma dimensão de Fortaleza, a minha querida cidade!


Fortaleza de mar imenso, esplêndido! Feito a poesia viva com suas ondas jogadas pelas areias quantas vezes testemunhando as minhas loucuras, e também realizações e inesquecíveis alegrias… Fortaleza banhada de sol à iluminar o brilho nos olhares dos sonhadores, dos poetas, dos seus ilustres filhos, e dos bravos pescadores.


Fortaleza, à acalorar a vontade de vencer, de viver, e dentro de mim, nunca morreu essa profunda conexão, das coisas que construí e de alguns sonhos que eu mesma por inexperiência destruí, e assim fui construindo as minhas memórias, traçando os meus caminhos, no seu chão… e por onde eu andei, foi sempre para ti que quis voltar, e aqui quero enquanto viva ficar… e aqui morrer. Guardo de ti minha Fortaleza esplêndida, as melhores coisas que já vivi, as tuas ruas, os teus recantos, conheço e caminharia de olhos fechados, o que foi antigo e o que foi modernizado.


Aqui todo meu sentimento de gratidão e amor, quando te vejo em fotografias e te penso de longe, é sempre para você minha cidade amada, que eu quero voltar, aqui onde a lua cheia tem mais brilho, onde o mar é mais azul, e a linha do horizonte aponta lugares, eu até quero conhecer, porém sei que aqui é o meu melhor lugar, prometo à minha alma, Fortaleza, que nunca nunca irei te deixar.

Amar a vida, é um prazer do pensamento que em tudo sente e vê alegria... quando amamos a vida, até o silêncio nos toca, o vento invade em sopros a mente que sente sente e sente...

Ciúmes




O que nunca pertenceu, mas que foi um sentimento de emoção profunda, quando transportei o brilho da lua cheia para iluminar os voos que minha alma alçou!


Aquele... que ultrapassou os limites distantes,
para equacionar a geografia das emoções
que um dia os meus lindos sonhos de amor impossível, nele encontrou.


Imaginei um momento que jamais aconteceria,
dos tantos planos que fiz, dos abraços seus que com intensidade desejei, não havia chance nenhuma, uma vida a dois, nem por um instante sei, nunca eu teria.


O amor é feito de vontades, sem realizações e nisso tudo apesar das negações na própria e solitária emoção buscar a alegria... Mesmo morrendo e vivendo desse amor, mais triste e só é a sua triste poesia.


No mundo das suas ilusões, uma frase de amor sequer, uma esperança desiludida... amar sozinha é caminhar para um precipício, e por lá morrer de tristeza, esquecida.

⁠O Tucano-de-bico-preto
parou, olhou no fundo
dos meus olhos e contou
para mim um segredo
para do amor eu não ter
nesta vida nenhum medo.

⁠Mesmo que digam
que não exista,
Todo mundo precisa
de um amor puro
com sabor de fruta
fresca colhida
depois da chuva.

⁠Poema

Um poema no sentido
figurado serve de elogio
sobre tudo aquilo que
faz o olhar apaixonado,
Os versos constroem
cordilheiras de estrofes
capazes de unir universos,
As rimas são as canoas
postas no rio do ritmo
capazes de trazer tudo
aquilo que engrandece
e põem o espírito, o coração
e a inspiração para transbordar.

⁠⁠Mensagem para este final de ano e para a vida toda sempre que for necessário fazer um exame de consciência poderoso:

- Divergir sem se digladiar. Argumentar sempre.

- Se divertir sem agredir. Bom senso e gentileza sempre.

- Fazer humor não é diminuir. Diminuir é ironizar e desumanizar. O bom humor nasce da genuína alegria sempre. Pratique o seu bom humor com bondade.

- Quando houver dificuldades pratique a boa vontade.

⁠Um lugar que não valoriza a minha presença simplesmente retribuo com indiferença. O principal lugar sou eu. É perigoso alimentar a eterna busca por reconhecimento.

⁠Beijinho

Uma travessa de Beijinhos
para te cobrir de carinhos,
Vou te dando um Beijinho
de cada vez para cultivar
o seu amor cortês,
e assim ele vai
crescer a cada mês.