Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
A Resiliência diante de Desastres não se limita a um método passível de aplicação, mas consiste em uma transformação profunda de perspectiva, pela qual passamos a compreender nossas vidas em relação às mudanças climáticas e aos equívocos do passado que nos tornam vulneráveisaos desastres
A proatividade é um pré-requisito inegociável na Defesa Civil, sobretudo na Gestão de Riscos.
Se essa habilidade ainda não faz parte do seu repertório profissional, há duas possibilidades: Você está falhando gravemente ou a Defesa Civil não é o lugar certo para você.
No momento eu quero apenas paz, alguém legal para
conversar, e um pouco de diversão, pra
vida não passar em vão.
Sobre o que não é real
Eu ando distraída, sonhando acordada, todos os dias. Um pouco de nostalgia não faz mal a ninguém, mas eu necessito de um pouco de realidade, agora. Eu queria que você fosse a minha realidade, pelo menos uma vez. O que era distante agora se tornou tão próximo a mim e foi em você que pude encontrar o meu melhor. Reencontrei uma parte em mim que eu julgava esquecida. Hoje percebi que quando se fantasia demais as coisas a realidade já não nos satisfaz. A realidade está longe daqui e eu já me acostumei a perdê-la. Estou mais perto do que eu poderia imaginar.
• Hoje eu andei descobrindo um pouco do amor. O amor resiste ao tempo, fala de coisas passadas enquanto está no seu presente infiel. Ele vai além de conceitos que definem o bem e o mal de forma moralista, é um ato incorrigivel que não pensa em limites e consequencias, pois a sinceridade do sentimento não espera por respostas, age por uma compreensão de momento. Fica uma vontade gostosa de sorrir, estender a mão e de soltar se for preciso, mesmo que custe noites indecisas, mas o amor resistirá sempre ao tempo.
Queria poder ter um pouco de coragem de te dizer o que estou sentindo, mas claro primeiro eu tenho que saber o que estou sentindo. Poxa o que estou sentindo? Por que eu só penso em você? Por que eu não percebi que sentia isso por você?
Eu não tenho a minima ideia como vai ser a resposta.
Eu não me ofendo nem um pouco a este tipo de discriminação racial, pois sei que muita vezes quem faz a ofensa é mal resolvido em sua vida particular e pública, com certeza tem raiva de si mesmo, por se ver tão insignificante a morte por não poder vence-la. Abaixo aos fracassados de honra e moral, viva a vida, pois isto sim todos tem direito.
O que eu quero do meu amor, é que ele seja único, diferente, um pouco difícil para não perder a atração, que possa me fazer buscar a cada dia uma nova maneira de mantê-lo sempre ativo, mais também que cai na rotina de sempre gostarmos das mesmas coisas, que ele seja bobo quando precisar e até infantil para não envelhecer, se fosse para enumerar tudo o que quero do meu amor, teria que editar um livro. Mais o que o meu amor quer de mim? Alguém já se fez essa pergunta! Pois saibam é a mais importante para que qualquer relacionamento seja duradouro, saber o que você quer do seu amor nós já sabemos bem, mais para e pensa, o que você faz para descobrir? O que você tem que faça o seu amor te querer, se ainda não sabe! Corre atrás, pois nesse exato momento alguém pode estar tendo essa mesma ideia com seu amor.
Você precisa de alguém para exibir, e eu,
bem eu só preciso de um pouco de amor,
por isso não estou com você.
Talvez eu esteja confusa demais para pensar em algo diferente. Talvez eu só precise um pouco de abraços, amigos e uma boa noite de sono.
Se eu apenas tivesse me importado mais, tratado nossa relação com um pouco mais de sensatez eu agora não estaria aqui sentindo tanto a sua falta. Eu deveria ter me concentrado mais em te fazer feliz, quem sabe agora poderia estar á sua frente olhando nos seus olhos e presenciando seus sorrisos.. Sua ausencia me tornou fragil.. E agora nossa historia virou pagina virada, e as palavras doces que ja foram ditas são apenas lembranças. Nada nesse momento podera me dar forças pra seguir sem voce.
Ontem eu era um.
Agora a pouco já era outro.
Agora já mudei.
Amanhã, de novo, novo serei...
02/03/12
Sinto que ainda permanece aqui, um pouco da mariposa perdida no caminho que fui… eu fui. Segui a pé a estrada da nossa despedida, sem lenço no bolso, sem nenhum vento para soprar a direção. Passando por todo o espinho que insistiu em me açoitar, com a mala tão pesada que me exprimia a coluna, com a vida tão frágil que sem ver, meus pés se molhavam com minhas próprias lágrimas. Virei estátua de sal, parei só pra olhar em teus olhos uma vez mais, um sonho a mais. Permaneci, intacta, como a mariposa que não consegue mais bater as asas, tão maleável, tão diminuída a nada, uma poeira… que a gente varre e deixa longe, tão longe…
Permaneci, com o retrato de nossa história, com as fotos empoeiradas, preta e brancas agora, com o som de um martírio não mais dividido, com o adeus. Só o adeus. Permaneci, com o retrato do que você era, só olhando, como se eu pudesse resgatar o teu sorriso, o teu olhar caído encima de mim, você. Esperando só um pio de respiração que viesse da sua alma, mas perdi.
Eu fui, estátua de sal, que espira teu sorriso em troca do amor, que congela a vida pra viver em outra hora, que congela o tempo porque, às vezes, ele é triste demais… perdido demais. Fui, o desenrolo de toda a canção que os poetas um dia, escreveram, só pra mostrar com outros olhos a vida que passava atrás da porta, lá fora, o dia que se abre por trás do sol, porque viver é mais. Maior que toda a obrigação que esfregam no nosso rosto, maior que todo o bater de pés, maior que todo o cansaço, que todo o tempo congelado, que todo o estrago, que todo o abismo que vive dentro de nós. É maior do que a vontade de parar, e se tacar no buraco e esperar a chuva para morrer afogado. É maior que ser uma mariposa e perder as asas. A vida, amor, sempre foi maior que eu. E sempre será maior que nós.
Porque a saudade nunca te fará reviver o passado, nunca me fez, nunca me restou nada do que eu tanto amei, senão lembranças. E nenhuma delas totalmente intactas. Pois a verdade de toda essas horas em que nos desesperamos, é que perdemos. Perdemos, essas tais lembranças de que falei, perdemos, alguns laços em torno dos dias, perdemos a nós mesmos em certas épocas, ou pra toda a vida. E nunca mais achamos, nunca mais conseguimos encontrar o verdadeiro eu que se escondeu em algumas das inúmeras estradas que trilhamos. Perdemos… o caminho e a força, hora ou outra, a coragem. Só pra mostrar que somos grãos de areia, cinza… etceteras.
E no fim, só a alma sabe o quanto permaneci, com minhas asinhas quebradas, com meu amontoado de malas. E mesmo com as horas sufocantes tentando catar pedaços de mim perdidos pelo caminho, eu ainda, mantive a respiração. Pois você sabe, quantas coisas a gente perde no meio do caminho… dentre elas, o coração.
Esse sou eu
Insignificante existência
Mas que a cada dia aprende a ter um pouco mais de paciência,
com o amanha
Aqui estou
Correndo um risco eminente, de mais uma vez decepção, mas ainda acreditando,
que algo de bom vem pela frente
E se não restar muito, continuo sonhando
Pra escrever o que não cabe no coração
Soneto da Ilusão Quebrada
Quem sabe, talvez, eu me aprimore
Talvez eu devesse ler um pouco mais...
Aprender mais sobre esse folclore,
Um pouco mais sobre meus ancestrais
Talvez estes poemas amadores que faço
não tenham o que é realmente preciso
para fortelecer este estranho laço...
São rimas que faço de improviso...
Rimas, estas, pobres e sem sonoridade
Sem nenhum tipo de ambição profissional
Que apenas expressam a minha vontade
Vontade que a cada dia parece ser mais banal
parece ser mais carnal, com mais sexualidade
com textura, e com sabor de que está no final
vida vai continuar sendo como é. Querendo me fazer aprender a ser um pouco menos eu. Só quero não sentir ódio do passado. Quero fazer as pazes com a minha história, com meus ex, quase e nunca amores. Quero ficar bem, e não sentir esse nó na garganta toda vez que lembrar de alguém ou algum momento. Quero aceitar as escolhas que fiz, e dessa vez completar as decisões que tomei. Não quero arrepender ninguém, nem a mim mesmo. Quero viver a vida do jeito que ela é, pois sei que ela não pode mudar, mas eu posso. E isso já é o suficiente.
(Dia dos namorados)
Digamos que eu não esteja nem um pouco chateada por estar sozinha hoje. Eu estou chateada simplesmente por não gostar de ninguém. Sabe, a vida se torna bem menos interessante quando você não tem em quem ficar pensando durante as aulas de história, quando seu coração não bate aceleradamente quando aparece o nome dele na tela do celular, seja em uma mensagem, ou em uma chamada não atendida, quando não existe aquela pessoa que faz seus olhos brilharem quando você fala dela. A vida pode ser ótima. Mas sem tudo isso, com certeza tem bem menos emoção. Em quase 15 anos posso dizer que tenho um coração congelado. Graças a Deus eu nunca fui daquelas garotinhas que achavam um menino bonito e já saiam gritando “ah, como eu o amo”. Graças a Deus eu nuca achei que sentia algo que não era real, ou talvez, graças a minha cabeça racional demais. Quando eu achei que tinha achado alguém que mexesse com todas as minhas emoções, alguém que me completasse, as situações eram completamente desfavoráveis. E depois de me ensinar a gostar dele, me descartou e esqueceu de me avisar. E eu juro, foi a melhor coisa que poderia ter acontecido. Eu cresci.
Agora eu sigo sozinha, coração vazio, sem ter de quem falar. Enquanto tá todo mundo louca para saber se aquele carinha vai estar na porta da escola, se aquele outro vai estar no recreio, se vai trombar com aquele menino no meio do shopping ou atravessando a avenida. Talvez pelo simples fato de um “certo garoto”conectar o MSN o coração de “certa garota” pare de bater e volte com grande velocidade. Enquanto o meu bate sempre na mesma velocidade, com a mesma emoção. Eu sei que quando eu menos esperar aparece alguém, enquanto isso eu passo o dia dos namorados no japonês com as amigas fico escutando “ooh cupido pra longe de mim”, porque música anos 60 é o que há.
Todo dia eu aprendo um pouco mais, e assim vou edificando meu ser. Aprendo com momentos, com situações e pessoas. As vezes vejo que estou errada, e tento me corrigir. É assim que vou vivendo... Também acho se definir é se limitar. E de limites, eu to fora! Portanto:
Sou isso hoje, amanha já me reinventei. Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim. Mas não é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso, entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus.
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