Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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DELAÇÃO PREMIADA não é solução! Na minha opinião, é mais uma vantagem concedida a um privilegiado que abusou da liberdade!

Enquanto os EUA expulsam imigrantes sem o green card, Flávio vai à América visando um Trump Gold Card!

⁠CERTO OU ERRADO é um ponto de vista! Para bolsonaristas, o errado é certo e vice-versa! Lulistas analisam do ponto até a vista!

O ódio contra os judeus é um ódio contra a humanidade.

O Convite à Leveza da Alma


O domingo chega como um bálsamo, trazendo um convite silencioso para desacelerarmos o passo e respirarmos com mais presença. Para aqueles cujos corações hoje carregam o peso de uma dor, de um sofrimento ou de uma grande preocupação, fica aqui um pedido afetuoso: dê um tempo para esse fardo. Permita que suas dores descansem um pouquinho. Se precisar, amanhã você as recolhe de volta, mas hoje, tente viver apenas o agora. Viver com leveza é entender que a alma precisa de pausas para não adoecer. Hoje, olhe para si mesmo com mais gentileza. Respire fundo, esvazie a mente dos excessos, sinta a gratidão pulsar no peito e acolha o milagre do momento presente. Que a gente tenha a sabedoria de desarmar o coração, deixar a vida fluir e lembrar que dar um dia de trégua aos nossos problemas é o jeito mais bonito de proteger a nossa própria luz.

Um tour pelo centro nervoso de Santa Mariana
Final dos anos 1950 e início dos anos 1960

De frente para a praça, seguindo em direção ao antigo Banco Itaú, virando à esquerda, começava um verdadeiro passeio pelo centro de Santa Mariana dos finais dos anos 1950 e início dos anos 1960.

Do lado direito estava o Cine Rios, que futuramente se chamaria Cine Plaza. Ao lado do cinema havia um terreno baldio. De vez em quando aparecia por ali uma barraca de “tiro ao alvo”, que permanecia no local por algum tempo.

Mais tarde, naquele terreno foi construído um salão bem grande, onde se instalou a Sorveteria Ouro Verde — a mais linda do mundo! Quando a sorveteria encerrou suas atividades, o espaço se transformou em bar: o Bar Pinguim, do Dionísio Serafim. No luminoso do estabelecimento havia o desenho de um pinguim.

Certa noite, alguém com o teor alcoólico acima do normal resolveu atirar no pássaro do luminoso. Acertou. Durante muito tempo, ficou visível o furo da bala na placa. Uma pequena história, talvez, mas que ficou na memória de quem viveu aquela Santa Mariana.

Continuando pela mesma rua, cerca de cinquenta metros adiante, encontrávamos o Bar do Mathias. Aos sábados havia música sertaneja, cantada pelos irmãos Mathias. Era um dos pontos de encontro da cidade.

Na esquina, em frente ao bar, ficava a borracharia do Pedrão. Depois vinha a casa do Mauro Japonês e, logo adiante, o posto de gasolina, onde Mauro era o gerente.

Seguindo em frente, chegávamos à Farmácia do senhor Euclides/Florisvaldo. Depois da residência do senhor Euclides, ficava a loja de ferragens do Spagolla, o Henrique.

Chegando à esquina, do lado direito estava a residência do senhor Henrique e, em frente, o Posto de Puericultura.

Virando à esquerda, do lado esquerdo, ficava o Parque Infantil, no local onde hoje está o seminário. Em frente, estava a oficina dos Bampa.

Na esquina, do lado direito, ficava a residência do padre, a conhecida casa paroquial. Em frente seria construído posteriormente o Salão Paroquial Pio XII.

Nos fundos da igreja ficavam o Paço Municipal e o reservatório de água. Ao lado direito da prefeitura estavam o Posto de Saúde e a residência da família Zanini.

Um pouco mais adiante chegávamos à rodoviária, com suas lojas e seu movimento característico.

Logo na entrada da rodoviária ficava o açougue do senhor Júlio Rossi. Na sequência havia uma lanchonete que fazia uma vitamina muito gostosa. Vizinho à lanchonete estava o Bazar do Vitor.

Depois vinham outras lojas, uma barbearia e, fechando aquela sequência de estabelecimentos, o Bar do senhor Carlito Spagolla.

A rodoviária era servida pelos ônibus da Viação Garcia e por uma outra empresa cujo nome já não consigo lembrar. Essa segunda empresa fazia as linhas que ligavam Santa Mariana aos patrimônios próximos.

Em frente à rodoviária havia várias lojas. Estavam ali a Sapataria dos Serafim, o Armazém de Secos e Molhados do Shiguetomi, a Farmácia do Kamei — acho que era esse o nome — e, na esquina, um bar e restaurante.

Ah, e havia também a sorveteria, onde, além de tomar sorvete, era possível comprar figurinhas de jogadores de futebol. Para nós, aquilo também fazia parte da diversão.

Do outro lado ficava o Posto Shell.

Descendo em direção ao Fênix Clube, depois do bar das figurinhas, encontrávamos uma loja de sapatos chamada Calçados Bata. Mais adiante estavam a relojoaria do Nelson e o Foto Suzuki.

E, seguindo um pouco mais, chegávamos ao Banco América do Sul.

Esse era, mais ou menos, o nosso centro de Santa Mariana no final dos anos cinquenta e começo dos sessenta.

Hoje, talvez poucos consigam lembrar dessa cidade. Muitos dos que vivem atualmente em Santa Mariana nem sequer conheceram aquela época. Os prédios mudaram, os estabelecimentos desapareceram, as ruas ganharam outras paisagens e a cidade seguiu seu caminho.

Mas aquela Santa Mariana existiu.

Existiram o Cine Rios, a Sorveteria Ouro Verde, o Bar Pinguim com seu luminoso furado por uma bala, o Bar do Mathias e suas músicas sertanejas, a rodoviária cheia de movimento, as lojas, os bares, as oficinas, os bancos, os postos e, principalmente, as pessoas que davam vida a tudo aquilo.

Talvez este relato seja apenas uma caminhada pela memória de um velho morador.

Mas é uma caminhada por uma cidade que existiu.

E eu sou prova viva.

Doravante, basta ao homem ser trepassado por um lampejo de luz, ou ver- se à deriva sob o brando orvalho que desce dos céus. Assim a história se finda, e o que me aprasava, agora me tolhe a razão.

230726

"A força de um coração firme vence qualquer barreira."

"Mesmo o caminho mais difícil tem um fim para quem segue."

Há um instante mágico em que a individualidade se dissolve para dar
lugar a algo muito maior. Não se trata de perder a si mesmo, mas de se
encontrar inteiramente no outro. Quando os olhares se cruzam com essa
cumplicidade, a gravidade deixa de existir. Dois seres que se unem não
caminham apenas lado a lado; eles ganham asas e voam em conjunto,
desbravando um céu que só pertence a ELES
___ENZO RUCHELL _

Às vezes, a vida nos cruza com alguém que nos acerta em cheio.
Não com um impacto que machuca, mas com uma precisão que assusta.
É como se ELA trouxesse consigo o mapa de todos os meus pontos
fracos ,aqueles que passei a vida inteira tentando esconder do mundo.
Só que, em vez de evitá-los ou usá-los contra mim, ela os toca
delicadamente. É um toque que cura antes mesmo de doer.
E, por um instante que parece suspender o próprio tempo, vem
o sopro do alívio, alguém finalmente me entende, sem que eu precise s
oletrar uma única palavra. O problema de ser lido com tanta clareza
é o que vem depois. A gente fica sozinho com essa descoberta,
olhando para o espelho e percebendo que o silêncio da casa ficou
mais barulhento. A verdade é que, depois de ser tocado por essa
compreensão, não dá mais para voltar a ser quem eu era antes.
Você me desorganizou da forma mais bonita possível, e agora eu
nem sei mais como caber no meu próprio PASSADO!
___ENZO RUCHELL _

Existem pessoas que tornam o mundo um lugar muito mais bonito e acolhedor, e você com certeza é uma delas. A amizade é um daqueles portos seguros que a gente cuida com todo o amor do mundo. Passando só para te lembrar do quanto você é importante para mim e do carinho imenso que guardo por VOCÊ.
_Enzo Ruchell_

"NÃO DEVEMOS LAMENTAR A MORTE DE UM HOMEM, MAS SIM, O CONHECIMENTO QUE MORRE COM ELE". Ademar de Borba

A VOLTA DE JESUS NA VERDADE, SERÁ UM GRANDE AVIVAMENTO ESPIRITUAL. A TERRA ESTARÁ EM ESCOMBROS E OS QUE SOBRAREM LEVANTARÃO CLAMOR E ARREPENDIMENTO PELAS MALDADES QUE JÁ FIZERAM. SE TRATA DE REDENÇÃO. PORQUE É ESPIRITUAL. A TERRA É UM LUGAR DE APERFEIÇOANDO ESPIRITUAL, TEMOS O CORPO FÍSICO, PARA VIVER PLENAMENTE, MAS QUASE TODOS PREFEREM AGIR COM O CORAÇÃO IMPIEDOSO.

⁠Regeneração não é um catecismo, mas um milagre!

⁠O processo de Deus é como o trabalho de um Escultor (Jeremias 18) divino esculpindo Seu Filho Jesus em nós.

⁠A Graça é como um oceano. Nós somos os peixes. O peixe não tem o oceano. O oceano, no entanto, tem o peixe. Portanto, minha segurança é porque creio que vivo num oceano onde tudo é Graça.

⁠Nessa crise Deus está nos ensinando a SER igreja sem lugar, a ADORAR sem público, a CULTUAR sem um mediador e a ANUNCIAR as boas novas sem microfone!

⁠Salmos 105.17-21: Adiante deles enviou um homem, José, vendido como escravo; cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros, até cumprir-se a profecia a respeito dele, e tê-lo provado a palavra do Senhor. O rei mandou soltá-lo; o potentado dos povos o pôs em liberdade. Constituiu-o senhor de sua casa e mordomo de tudo o que possuía. Para José chegar no seu destino, teve que passar pelo processo. Mas lembre-se: O destino é maior que o processo!

⁠A teologia Arminiana não é um livro de argumentos contra o calvinismo e nem a defesa do livre-arbítrio, mas a defesa do amor incondicional de Deus para com toda a humanidade. Nela, que ama a TODOS e morreu por TODOS.