Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Eu já olhei nos olhos da fome, já andei em esquinas escuras, já escrevi despedidas e já presenciei o perigo, mas meu maior medo é ficar sem você.
NEM TODA PAZ MERECE SER PRESERVADA
“Se para manter a paz eu precisar assistir alguém indefeso ser destruído, então aquilo nunca foi paz. Há momentos em que não agir também é uma escolha — e eu prefiro carregar o peso da justiça do que a vergonha de ter virado o rosto.”
— Artur
Fragmentos de The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P Sodré
@Jonassaul.ofc
SOBREVIVER PARA ESQUECER
“Eu não quero que você morra. Quero que sobreviva tempo suficiente para esquecer quem era.”
— Belle, personagem
Fragmentos de The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
CORAGEM NÃO É CHEGAR SEM MEDO
“Eu nunca quis ser lembrado como alguém que não teve medo. Só quero que, quando tudo terminar, possam dizer que o medo não decidiu por mim.”
— Dorian, personagem
Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
HÁ FERIDAS QUE CONTINUAM SANGRANDO MUITO DEPOIS DE QUEM AS RECEBEU
“Talvez eu seja o primeiro a morrer por uma escolha que não fiz. O que me assusta é pensar em quantos ainda sofrerão por escolhas que também não serão deles.”
- O Primeiro Pai Personagem
Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
"Dorian nunca soube que, quando ele sorria para todos, eu precisava fingir que aquele sorriso não significava mais para mim. Talvez algumas pessoas morem dentro da gente sem nunca descobrirem que tiveram uma casa ali.”
— Anna, sobre Dorian
Fragmentos, The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
O RITMO QUE FICOU
“Às vezes, meu corpo encontra uma saída antes que eu consiga pensar. Então reconheço Peter no ritmo que ficou em mim.
Não luto para devolver ao mundo a dor que recebi.
Luto para que alguém, diante de mim, ainda encontre um caminho de volta.”
— Taléu
Fragmentos de THE MOEDARA PROTOCOL
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
O MEU MUNDO
“Eu nunca quis ser forte.
Aprendi a suportar a fome, a humilhação e o medo porque acreditava que cada dor que ficasse comigo seria uma dor a menos sobre minha mãe.
Eu não sonhava com riqueza, poder ou vingança. Queria comprar tempo. Queria uma janela por onde ela pudesse sentir o céu. Queria voltar para casa e ainda encontrá-la sorrindo.
Quando pedi que a dor terminasse, fiz o único pedido que uma criança cansada sabia fazer.
O mundo levou quase tudo o que tentei proteger. Mas não conseguiu apagar a lembrança daquele sorriso.
Ela não precisava enxergar meu rosto para encontrar quem eu era.
Algumas pessoas passam a vida tentando salvar o mundo.
Eu só queria salvar o meu.”
— DOMINIQUE
Fragmentos de THE MOEDARA PROTOCOL
Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
E se eu me esquecer, Senhor, lembra-me de tudo o que já fizeste por mim, das mãos que me amparam, dos corações aos quais sou importante e daqueles que, com amor, também se importam comigo. E, acima de tudo, quando eu já não conseguir enxergar além das minhas dores, faz-me recordar o quanto sou preciosa aos Teus olhos. Que eu jamais me esqueça do amor com que me vês, mesmo nos dias em que eu mesma não consiga reconhecer o meu valor.
Eu não sei quantas foram às vezes que já pensei que não iria suportar, mas suportei!
Pensei que não ia suportar o peso de ser eu, como eu sou, e ainda não deu e não sei se dará, mas tentarei até a minha morte à porta da minha vida chegar.
Nildinha Freitas
Eu, tão imerso na corrente da vida, mal percebi que o passado é fugaz: escapa pelos dedos, atravessa os dias, costura memórias ao presente e, silenciosamente, escreve aquilo que chamamos de destino.
Como as águas escuras do Rio Negro, cheias de mistérios, assim eu te imagino.
Desconcerto-me diante dos teus encantos, dessa beleza estonteante que me torna simples e me faz apenas me deixar levar.
Pode até me chamar de Solimões. Serei apenas o curso do teu prazer.
É verão de dezembro. O sol foi tão gentil enquanto eu buscava as palavras de alguns versos. Versos estes que mexiam com a minha inquietude, aquela que não doma o mundo selvagem lá fora, mas que é suficiente para me fazer vagante.
Ainda que eu caminhe nos trilhos que a vida reserva para mim, o tempo e o vento, às vezes, insistem em mudar o rumo, como se soubessem que certos desvios são necessários para nos levar exatamente onde precisamos estar.
Muitos já me disseram que eu nasci para escrever. As palavras sempre me acompanharam, como se fossem estrelas guiando meus passos. Tenho páginas soltas, pensamentos guardados, histórias que pedem para existir. E ainda assim, não criei coragem de transformá-las em um livro. Talvez porque escrever seja também se expor, talvez porque o silêncio ainda me proteja. Mas quem sabe… um dia essas palavras encontrem asas e voem para o mundo.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Eu nunca gostei dos mocinhos.
Os vilões sempre me atraíram mais — talvez por trazerem verdade, intensidade, perigo e alma.
E se isso for um desvio de caráter… é o meu desvio favorito.
Tatianne Ernesto S. Passaes
O egoísmo é a sombra que se ergue quando o "eu" se coloca acima de tudo, acima de todos, acima até de Deus. Ele se infiltra silencioso, disfarçado de cuidado próprio, mas na verdade é prisão que nos afasta do outro. É o gelo que congela relações, o silêncio que exclui, a exigência de que o mundo inteiro gire em torno de um único centro: o próprio ego.
Ele veste máscaras de amizade possessiva, onde o vínculo só existe se for exclusivo. Ele se revela na inveja, quando o brilho do outro incomoda, quando a felicidade alheia parece injusta, como se apenas nós fôssemos dignos de sorrir. O egoísmo é a recusa de celebrar o outro, é a incapacidade de reconhecer que a vida é feita de partilha.
Na sua essência, o egoísmo é solidão disfarçada de poder. É um coração fechado, incapaz de se abrir para o coletivo, incapaz de enxergar que o verdadeiro sentido da existência está no encontro, no abraço, na comunhão. Ele nos faz acreditar que somos donos de tudo, mas na verdade nos rouba o essencial: a capacidade de amar.
E quando o "eu" se torna absoluto, o mundo perde cor. A humanidade se torna cega, incapaz de ver além do próprio reflexo. O egoísmo é um espelho que só mostra a própria imagem, enquanto a empatia é uma janela que revela horizontes infinitos.
Superar o egoísmo é aprender a se doar sem esperar retorno. É reconhecer que o outro também merece, também sente, também sonha. É abrir mão da posse e abraçar a liberdade do amor. É lembrar que não somos o centro do universo, mas parte de uma grande teia onde cada vida importa.
O egoísmo é sombra, mas a empatia é luz. E só quando escolhemos a luz, o "eu" se transforma em "nós", e a humanidade reencontra o caminho da esperança.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Senhor, livra-nos do peso do egoísmo, da sombra que se ergue quando o "eu" se coloca acima de tudo, quando esquecemos que o amor é maior que qualquer vaidade.
O egoísmo congela os laços, transforma o silêncio em desprezo, faz do coração uma prisão onde só existe o próprio reflexo. Ele se disfarça de amizade possessiva, se revela na inveja que não suporta ver o outro feliz, se mostra na incapacidade de celebrar a vida que floresce além de nós.
Mas Tu nos chamas à empatia, à humildade que reconhece que não somos o centro do universo, ao amor que se doa sem esperar retorno, à fé que nos lembra que há algo maior que o "eu".
Que o egoísmo não seja nossa voz, que não seja nossa escolha, que não seja nossa herança.
Ensina-nos a abrir janelas em vez de erguer muros, a enxergar o outro como irmão, a transformar o "eu" em "nós".
Que a luz da empatia vença a sombra do egoísmo, e que a humanidade reencontre no amor o caminho da esperança.
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