Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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Ser quem eu sou me poupa do desgaste de fingir ser quem não sou pra agradar quem eu não conheço.

Eu me arriscaria a contrariar Einstein ao dizer que a tecnologia transformaria os jovens de agora numa geração de idiotas. O que se vê vai além de pura idiotice: ela forjou uma geração inteira de aloprados que converte o mundo deles próprios em uma ópera bufa, e o nosso em uma impensável distopia pela ausência absoluta de referências.

"Eu não quero ser você e você não pode ser eu".
Essa frase é a explicação mais clara pra que o outro entenda que tudo na vida segue a um destino traçado.
Não inveje e nem lute pra ser o outro.
Trabalhe para que o destino traga o que é seu de direito.

O viver não vivido

Amei-te sem conhecer-te
Querendo eu conhecer-te
O universo de mim escondia-te
Achegava-me e tu afastavas-te
Morria eu e tu vinhas, e ressuscitavas-me,

Amor não amado
Paixão consumada e não vivida
A dor era a dor da amada
Apaixonada, de volta não foi amada
O coração teve que congelar de amar.

Eu sou uma lenda viva

"Eu trato os outros como eu gostaria de ser tratado, e tento tratar os outros com gentileza. Pois em algum momento alguém não foi comigo."

Se eu tivesse o dom de te fazer feliz,
Pintaria o céu com o teu sorriso,
Plantaria paz no caminho dos teus passos.
Se eu tivesse o dom de te fazer feliz,
Te guardaria das tempestades do mundo
e cada lágrima que ousasse cair seria apagada antes de tocar teu rosto.


Se eu tivesse o dom de te fazer feliz.
Te daria um amor que não teme o tempo,
daqueles que crescem na alma e florescem no olhar.


Se eu tivesse o dom de te fazer feliz,
Eu faria do teu abraço o meu destino.
Se eu tivesse o dom de te fazer feliz.


Ronaldo de Jesus David.

O mundo só se abre quando eu tenho a ousadia de me abrir para ele,
Entendendo que para ter coragem é preciso estender os braços sem medo de abraçar o desconhecido.




Marcilene Dumont

⁠Manifesto — Marcilene Dumont


Eu sou Marcilene Dumont.
Não fui moldada pela facilidade, mas refinada pela travessia.


Carrego nas entranhas a força que não se anuncia,
mas que sustenta, em silêncio, tudo aquilo que permanece de pé.


Não me curvo ao ruído do mundo desordenado.
Eu me alinho — e, por isso, me elevo acima.


Minha resiliência não é resistência bruta,
é inteligência emocional lapidada pela experiência.


Minha coragem não grita — ela decide.
E em cada decisão, eu honro a mulher que escolhi me tornar.


Eu não busco aprovação — eu sustento presença.
E é dessa presença que nasce o verdadeiro engajamento.


Porque aquilo que é autêntico não precisa convencer,
apenas se revela — e naturalmente conduz.


Minha vida é guiada por alinhamento, clareza e propósito.
E onde há propósito, não há dispersão — há direção.


Na mentoria, não entrego respostas prontas.
Eu ativo visões, elevo padrões e reposiciono destinos.


Eu não sigo caminhos comuns.
Eu crio espaços onde o extraordinário se torna inevitável.


Sou feita de profundidade, elegância e decisão.
E é por isso que permaneço acima — não por acaso, mas por essência.


Eu sou Marcilene Dumont.
E tudo em mim comunica força, direção

Na Alemanha, eu aprendi que a vida não se define pelos erros, mas pela forma como escolhemos nos reconstruir depois deles. Entre acertos silenciosos e recomeços discretos, descobri uma força que não se anuncia — se prova.


Ali, entendi que é possível levantar dos próprios escombros sem precisar esconder as quedas. Que recomeçar não exige ter tudo, mas ter decisão. Que firmeza não é dureza, é clareza de quem sabe onde pisa.


Aprendi a me posicionar, a sustentar minhas escolhas e, principalmente, a viver de um jeito que fala por si — não pela perfeição, mas pela coerência. Ser exemplo deixou de ser um ideal distante e passou a ser uma prática diária, construída nos detalhes, nas atitudes, na constância.


Essa foi a lição que ficou: não importa o ponto de partida, nem os desvios do caminho. Sempre existe a possibilidade de reescrever a própria história — com dignidade, consciência e verdade suficiente para que outros também encontrem direção.
Marcilene Dumont

A vida deixou de ser apenas reação.
E passou a ser construção.


Eu comecei a escolher mais.
A sentir mais presença.
A viver com mais consciência.

Eu não atravessei apenas fronteiras, oceano, euatravessei silêncios e versões de mim
até encontrar a voz
que nunca precisou de tradução.

A fibromialgia não define quem eu sou, mas transformou a forma como aprendi a sobreviver.

Eu acordo procurando café e solução. Sempre fui otimista por escolha. Sofrer antes da hora cansa.
Eu acredito que as coisas ruins passam, que sempre existe uma nova oportunidade e que nem tudo está perdido, ainda há um jeito. Vivo o tempo que ainda me resta e isso e inegociável, irremediável em mim, porque a vida não espera a gente parar de reclamar para acontecer.


Então eu decidi viver o presente que Deus me deu. O amanhã? A gente resolve amanhã. Hoje eu prefiro rir, simplificar e continuar acreditando que algo melhor sempre pode vir.

Eu decidi viver o presente que Deus me deu. O amanhã? A gente resolve amanhã. Hoje eu prefiro rir, simplificar e continuar acreditando que algo melhor sempre pode vir.⁠

⁠Eu acredito que as coisas ruins passam, que sempre existe uma nova oportunidade e que nem tudo está perdido, ainda há um jeito. Vivo o tempo que ainda me resta e isso e inegociável, irremediável em mim, porque a vida não espera a gente parar de reclamar para acontecer.

Saudade do meu tempo de escola, onde eu era feliz e não sabia.⁠

Eu posso do que ele pode.

Tu gostas de mim, tudo bem, eu também gosto de mim. Mas se tu não gostas de mim, sem problemas, o meu gosto em mim é mais do que suficiente.

Eu sou quem sou. Sei o que deveria saber e saberei o que me espera. Aplaudo a vez do outro para que um dia, eu também seja aplaudido.