Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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Querendo você
Me iludi
Pensando em você
Me apaixonei
Mas depois eu desisti
Já que nunca te encontrei.

"Eu te agradeço por colocar essa pessoa maravilhosa em minha vida,
— p'ra me lembrar —
de coisastão bonitas e deépocas
já quase esquecidas."

Dizem que não se pode ver o próprio coração, mas eu estou vendo o meu agora mesmo!

Dizem ser impossível contemplar o próprio coração, mas eu o vejo agora, diante de mim!

Falaram que não se pode ver com os olhos o próprio coração, mas eu estou vendo ele agora mesmo!

Você é muito importante para mim e não quero que duvide disso, mesmo que eu esteja meio fora de órbita agora

Lá fora o mundo se desfazia em cinza,
chovia e eu pensava em você,
enquanto cada gota que batia no vidro
parecia querer ditar o ritmo do que sinto.
Não era uma saudade triste, dessas que apertam,
era um desfile de memórias bonitas,
daquelas que aquecem meu coração
mesmo quando o vento lá fora sopra frio.
Pensei na luz que você carrega sem notar,
nessa bondade rara que transborda em gestos,
e em como suas virtudes desenham um abrigo
onde a maldade do mundo não consegue entrar.

Lá fora, a água desenha o caminho,
enquanto aqui dentro eu desenho você.
Penso em como o mundo seria sozinho,
sem a doçura que seu gesto oferece.
Não é só o brilho, é a firmeza do passo,
essa bondade que não pede vitrine.
Onde muitos cansam, você faz o abraço,
e faz com que a fé em nós dois se ilumine.
Suas virtudes não são ouro ou prata,
são flores que crescem no meio do vento.
Uma alma tão nobre, que o tempo não gasta,
que é porto e abrigo em todo momento.
A chuva lá fora só molha o caminho,
mas o seu coração é o que faz o jardim.
Te amar é saber que nunca estou sozinho,
é ter o melhor da vida em mim.

⁠Eu continuo a aprender. Tenho muito que aprender, ainda. Acho que tenho uma noção parcial daquilo que estou a fazer.

António Lobo Antunes
"São precisas três coisas para escrever: paciência, solidão e orgulho". 25 frases de António Lobo Antunes. Observador, 5 mar. 2026.
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"Eu só sei amar o que precisa de mim."

No dia de hoje

No dia de hoje eu quero estar ao seu lado
Faça uma força para me aceitar desse novo jeito
Sabe aquela brisa que acariciou seus cabelos?
Era eu beijando você...

No dia de hoje olhe mais uma vez o céu
Pode ser que as estrelas te falem de mim
Pode ser que o meu sorriso
Que enfeitou nossa amizade
Apareça entre as nuvens...

No dia de hoje abrace alguém que você ama
E sinta nesse abraço, o calor do meu abraço
Por um momento deixe seu coração bater descompassado
E eu te prometo, vou estar ali...

No dia de hoje viva a vida de maneira plena e desapegada
Não aumente uma dor, não sofra por antecipação, não economize um sorriso
Saiba que eu continuo viva no coração dos que me amam...

Porque se no dia de hoje e no dia de amanhã
E em todas as manhãs de sol ou de chuva
Você reservar sempre um momento para pensar em mim
Eu permaneço aqui, eu passeio pelas flores
Eu afago seus cabelos, fingindo ser o vento...

Meire Moreira

Eu não quero saber se você é ateu.
Quando eu te falar "dorme com Deus", não estou pedindo que você aceite Deus na sua cama. Estou afirmando que Ele está aí.

Estamos todos loucos. Eu, você, seu vizinho, a sua mãe...(caso tenha perfil aqui ou em outra Rede social, caso contrário, ignore). Sim, estamos. Malucos à cata de imagens, textos, bisonhices e afins. Perdemos horas preciosas do nosso dia, desperdiçamos pores-do-sol, conversas animadas na cozinha, afagos no cachorro da casa, sonecas preguiçosas ao sol, para gastar as nossas vistas nessa catacumba de vidas fictícias e pouco prováveis. Sim, estamos todos doidos. Muitos nem viram se há lua no céu hoje. Se haviam nuvens durante o dia. Se ventou. Empanamos a nossa realidade com esse mundo de faz-de-conta. Alguém me belisque. Ou me salve enquanto é tempo.

Eu brinco e cresço na brincadeira que é para quando eu crescer eu dizer que eu estava na capoeira .
Fernando Antonio Almeida Ferreira
(Mestre Esporinha) 05/03/2026

Talvez seja por que eu não sou loira de odonto, nem Doutora, médica de sucesso. Talvez seja por que eu não sou estereotipada, não tenho o cabelo grande, o corpo que esperavam, talvez sejam minhas tatuagens, ou meu cabelo vermelho e curto, minhas roupas confortáveis e não o padrão chique feminino, talvez por que sucesso para mim é fazer o que gosto, não o que ganha mais dinheiro, talvez por que não tenho o carro do ano, moro de aluguel, desenhista não ganha dinheiro, escritor muito menos, trabalhar com piercing em uma cidade pequena, mesmo quando o seu nome é o primeiro a ser indicado, é fracasso, talvez seja minha família, cada um aqui tem algo de diferente. Mas eu queria dizer que quem precisa ser liberta de algo sou eu, você morreu no dia em que pediu minha ajuda, e agora me culpa por que se arrependeu do que me pediu e destila seu ódio em mim, viva sua vida mãe, por que se você não quer ser uma, eu tenho os meus dois meninos lindos que não merecem sua filha mal por você.

Há exatamente 6 anos eu não apenas adotei duas meninas… eu fui adotado por dois corações que transformaram minha vida em amor todos os dias. (2026)

ME PROPUS


Eu me propus...
Me propus a ser quem sou,
a andar de cabeça erguida,
sem olhar o mundo à minha volta.
Aaah, o mundo das coisas
que permeia a minha volta...
Com seus encantos e lamúrios,
balbuciando aos meus ouvidos
sons e conselhos vãos,
atestando em minha alma
seus conflitos inglórios,
transformando cada passo meu
em um fardo que não carregarei
por culpa ou desatino.
Sofrer as consequências por ter
simplesmente nascido não me faz
atirar-me sem máscaras a esmo
em um mundo que já
cambaleante caminhava na sua autoestrada.
Pois então, neste exato momento,
estou confinado no agora
e já não tenho qualquer compromisso
com o futuro que me resta.
Sim, o futuro sempre é feito de especulações.
Não posso aguardá-lo,
não sei se estarei no seu presente.
Por hora, faço em mim morada
e caminho na autoestrada onde fui colocado.
Mas, desatento, fabrico minhas passadas
e vou de encontro àquilo que era meu anseio.
Vou sem receios, sem bagagens e sem
muitas lembranças; só o que restou de mim
do hoje é o que levo.
Talvez, no meio do caminho,
haja um novo despertar,
anunciando o agora que não é mais presente,
observando que o que é vindouro
está logo ali, diante de tudo que rejeitei,
refazendo momentos gravados em mim
como quebra-cabeças em um jogo
de vida ou morte.
Transformando, assim, meu eu,
em um espectador das minhas escolhas
e o carregador das decisões tomadas.
A vida anuncia seu início, meio e fim.
Ficar a esperar o fim desse jogo
traz a pressa dos afazeres
e das pequenas promessas sutis
que delineadas estão no caminho.
Então vou, sem pressa...
Pressa? Para quê?
Se no final, morremos no presente,
sendo que quem acaba de nascer
sonha com um futuro
e irá percorrer a mesma autoestrada,
a autoestrada da vida.
Um ciclo que não se acaba,
um recomeço que todos almejam
e um agora que poucos vivem.
Viver é sonhar...
E poucos têm sonhado em vida.
Eu, acomodo-me no sofá
e me proponho a sonhar
sem me dar ao trabalho
de nenhuma reflexão,
deixando tudo como está,
sendo o contraponto
da vida, do mundo e do eu
que me propus a apenas estar aqui!

Confissões de uma Fé Inabalável


Eu rendo minha absoluta confiança ao que é comprovadamente falho.
Eu confio nas cartas metodicamente marcadas do jogo,
nos sorrisos límpidos dos políticos recém-eleitos
e nas mãos estendidas, já bem entendidas, a pedir meu ouro em todas as esquinas.
Eu confio na sorte grande e na alquimia silenciosa dos banqueiros em fazer dinheiro
a partir de juros que jamais poderei entender ou pagar.
Eu confio, sobretudo, nas mãos entendidas que, com uma, distribuem o sopão ao necessitado,
e com a outra, rapidamente recolhem o troco a mais dado pelo caixa distraído.
Eu confio no criminoso que mantém um código de honra limitado,
e naqueles arautos da fé que nos prometem o céu enquanto filipendiam a alma
para, em seguida, arremessá-la ao inferno como um brinquedo usado.
Eu acredito e ponho a mão no fogo nas pessoas maldizentes,
naquelas que não deixam escapar um só fio de maldade sutil
na hora da conversa trivial nos cafés.
Eu acredito fervorosamente na Justiça que, com um aceno,
solta o malfeitor que ceifou a vida de um trabalhador,
deixando a miséria da viuvez e a dor da orfandade como herança.
Eu confio na cortesia eloquente do loquaz,
que busca arrebanhar meu suor sagrado
em troca de um produto etéreo que só existe em sua promessa.
Eu acredito em um mundo onde as guerras que matam inocentes irão, de fato, resolver nossos problemas.
Eu acredito no Papai Noel, coelhinhos da Páscoa, em gnomos e fadas.
Eu acredito em um mundo melhor, onde a grama do vizinho é seca e a minha é verde.
Eu sempre acredito piamente em um mundo melhor.
Eu acredito num mundo onde os pais obedecem os filhos e são espancados por eles.
Acredito piamente que quando acordo todos os dias, todas as pessoas são menos inteligentes do que eu e devem, portanto, aceitar e acreditar no que eu acredito.
Eu acredito na beleza vertiginosa de tudo que me dá prazer imediato,
depois de ver meu suor e sangue sagrado
esvaírem-se em poucos minutos,
diluídos em uma noite de luxúrias vazias.
E finalmente, com a mais sombria convicção:
Eu acredito naquilo que me tira a paz, que está tirando,
porque mereço sofrer, ser insultado e suportar todo escárnio.
Com uma convicção quase religiosa,
eu confio em tudo o que me rouba a visão e a simples,
egoísta e cansativa tarefa de focar no meu próprio bem-estar.

⁠Crônicas de uma vida – Parte que não se conta no currículo


Quando eu nasci, não entendia nada sobre humanidade. Nem por que raios eu tinha vindo ao mundo. Era só um choro automático, um corpo quente e confuso que exigia leite, colo e silêncio.


Com o passar dos anos, comecei a querer ser alguém **especial**. Não sabia ainda o que era humanismo, compaixão ou empatia — palavras grandes demais para uma criança que só queria ser notada. Então foquei no meu eu: minhas notas, minhas conquistas, meu quartinho organizado, minhas pequenas vitórias que eu achava que definiam valor. O mundo era um palco, e eu ensaiava meu monólogo principal.


Até que, numa noite qualquer — daquelas em que a cidade parece respirar mais devagar —, tudo mudou sem aviso.


Eu caminhava pela rua estreita atrás do prédio, fugindo da insônia e do calor abafado do apartamento. Foi quando a vi: uma figura encurvada, quase fundida com a sombra do poste. Uma mulher (acho que era mulher, a penumbra roubava detalhes). Ela revirava uma lata de lixo com uma paciência feroz, os braços magros desaparecendo até o cotovelo no fundo metálico. O som era seco, plástico rasgando, latas batendo. De vez em quando ela parava, examinava algo na luz amarelada, levava à boca e mastigava devagar, como se saboreasse um prato requintado.


Fiquei parado. Não consegui seguir andando.


Primeiro veio a surpresa. Depois, uma pontada de indignação quase infantil: **Como assim? Como uma pessoa igual a mim, feita da mesma carne, do mesmo sangue quente, pode chegar a esse ponto?** O cérebro tentava calcular: acidente? drogas? doença? família que virou as costas? E logo em seguida veio o desconforto pior: e se eu, com toda a minha pose de “alguém especial”, estivesse a apenas algumas más decisões de distância daquela lata de lixo?


Ela ergueu os olhos por um instante. Não sei se me viu de verdade. Talvez eu fosse só mais um vulto na noite, mais uma silhueta que passa e julga. Mas naquele segundo de cruzamento de olhares — ou de quase-olhares — alguma coisa em mim estalou.


Não foi pena. Pena é confortável, dá para resolver com uma moeda ou um sanduíche. Foi **reconhecimento**. Uma espécie de espelho torto e cruel. Ela ali, eu aqui. Mesma espécie. Mesma fragilidade essencial. Só que a vida tinha apertado o acelerador em direções opostas.


Voltei para casa com o estômago embrulhado e os pensamentos em looping. Naquela noite, pela primeira vez, percebi que ser “especial” não era uma conquista solitária. Era, na verdade, uma ilusão muito frágil, sustentada por circunstâncias que eu não controlava: nasci em berço que não desabou, tive acesso a escola, saúde, comida na mesa, rede de proteção invisível que a maioria nem percebe que tem.


A criatura furtiva da noite adentro não era “outra”. Era um **lembrete**. Um lembrete vivo, sujo, faminto, de que a humanidade não é mérito — é sorte, é sistema, é escolha alheia, é conjunto de acasos e de decisões coletivas.


E aí, devagar, quase sem querer, comecei a entender o que talvez seja o humanismo: olhar para o outro e enxergar, antes de qualquer coisa, o mesmo grito surdo de existir. Não importa se está dentro de um terno caro ou revirando lixo à meia-noite.


Aquele encontro não me transformou num santo. Longe disso. Mas plantou uma dúvida incômoda e permanente:
E se eu tivesse nascido do outro lado da lata?
E se, amanhã, a vida virar a chave e me colocar lá?


Talvez a verdadeira especialidade não seja chegar ao topo.
Talvez seja conseguir olhar para baixo — ou para o lado — sem desviar os olhos.
E, quem sabe, estender a mão.
Não por pena.
Mas por reconhecer, no fundo do peito, que aquela mão que revira o lixo poderia, em outra história, ser a minha.


E você? Ja passou por situação que fez repensar quem você acha que é?


Ysrael Soler

O que eles pensam que eu sou não é o problema. O maior problema é eu realmente ser o que eles pensam.