Eu Sinto poema
Vem-me uma dúvida do que realmente sinto por você... Não sei se é paixão ou amor sincero, só entendo uma única coisa! Que o meu coração suporta o tamanho que tiver;
No teu coração com o brilho intenso, é lindo e medonho, pois é lá onde me sinto a vontade elogiando-o com prazer;
E nunca alheia vontade de dar quem és para dispor o involuntário amor que se mostra decadente sem recompensas;
Esqueço-me para lembrar sempre de você e para sorrir às vezes sem nem um por que me faça bem;
Sinto a sua falta até em meus sonhos, pois você é a luz que direciona o meu coração e a minha alegria;
Sinto que consigo mostrar o meu coração em palavras, às vezes suaves e às vezes tensas, mas com intensas verdades que fazem corações alheios chorarem;
Estou tão confuso em provar para quem me julga que não tenho nada para provar e que me sinto tão criança para não ser tão correto e inocente;
As minhas palavras nem sempre são ditas para agradar, às vezes para completar o coração de quem consegue compreender com o próprio coração;
Hoje me sinto tão estranho que não mais terei inspirações definidas, mas ainda sim valarei com o meu coração junto à voz do mesmo;
Não mais consigo destilar certas inspirações de olhos famintos a leitura dos meus pensamentos;
Já me sinto vazio com tantas indiferenças no estado que vivo, mas o meu estado é totalmente independente;
Mais do que insisto dizer que nada sinto por você mais o meu coração expõe os meus sentimentos por ti;
Por mais que não queira te ver mais os meus olhos querem lhe admirar com os conselhos do meu coração;
Percebo de que quanto mais me criticam mais me sinto capaz, quanto mais me odeiam mais amores em minha vida acontece;
Não chorarei pelo que se foi, mas da dor que ficou talvez eu fique em silêncio e claro que sinto muito;
Talvez eu não demonstre e ainda sim me importaria muito na qual expressaria todo o meu amor existente a ti;
Nem sei ao certo por que me sinto assim! Carente desse amor, carente de você;
Quando vejo que tudo está perdido não me isolo, mas sim me afugento do que me faz mal e me entrelaço com o que me faz bem;
Envolvo-me em tuas asas quando sinto frio e saudades do teu calor, eu recolho-me em teu casulo para que em meu silêncio eu possa descrever a imensidão dos meus sentimentos a ti;
O meu verbo é a sua conjugação da inocência que me desatina em um desassossega frenético que tanto me deixa pelo avesso;
Difícil é te ver e não te amar, pois o tempo voa e não leva o que sinto por você, querer-te aqui junto a mim não é improvável é muito mais do que os pensamentos possam imaginar;
Querer te abraçar é mostrar o verdadeiro eu que vive em seu interior é mostrar o tamanho dos meus sentimentos em pró de uma vida suave a nós mesmo;
Com a imensidão planetária e lugares sem fim me sinto sem recomeço entre multidões e ainda sim me sinto tão só...
O mundo é imenso com milhões de habitantes e ainda sim me sinto só... Muita das vezes achando que tudo é o fim...
Mas acredito que o fim que me abraça é o início de tudo para me entregar e alcançar a felicidade...
Sinto que o calor de sua boca é derivado da emoção que tens quando o meu corpo aproxima do teu... Oh minha menina, mulher indecisa, mas ousada e atrevida com os sentimentos tão desejados...
Quero ouvir os teus suspiros, sussurros e até mesmo gemidos de prazer... Quero tocar o seu coração! E se eu já houver tocado! Quero habitá-lo com as melhores das intenções;
Eu nem sei o do por que me sinto assim tão sensível, no qual queira entender a lúxuria, o decoro e a moral dos bons costumes literariamente errada;
E ainda me venham com um sonho bom, mas que me façam pensar que o pecado mora ali... Bem próximo de mim;
Sinto os mesmos sintomas invadindo o meu coração... Queimando e impulsionando o meu ser, desatinando a minha razão e fazendo ferver o meu sangue por você... Será que estou amando? Por quê?
Me sinto tão só... Tão sem gosto e sem graça para continuar... Continuar a tentar sorrir, tentar amar, mas ainda sim não perco a esperança de que eu conheça um mundo novo...
