Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Quando vierem os momentos difíceis da vida, devemos nos lembrar o que Jesus disse a Paulo: “A minha graça te basta”. E a graça de Deus é a sua presença, o seu favor e o seu poder em nossas vidas.
Quem amou, soube de verdade o que é amar.
Quem acarinhou, soube de verdade o que é gostar.
Quem orou, soube de verdade o que é ter esperança.
Quem acreditou, soube de verdade o que é ter fé.
Quem desejou o bem, soube de verdade o que é ser abençoado.
Quem praticou o bem e a justiça, encontrou o paraíso nos céus.
De facto, o maior bem é ser acarinhado, amado e respeitado pelos filhos de Deus
Quando a resposta a uma oração não for o que você esperava, desconfie da sua pergunta e não da resposta de Deus.
O sábio não possui espaço em seu coração para arrogância, orgulho, altivez, soberba e constante necessidade aplausos sobre o que sabe! Estas são características do tolo que se estriba no seu próprio entendimento!
Quando a oração torna-se um hábito,
as vitórias, as respostas e as soluções
seguem o mesmo ritmo.
Conseguimos ver a manifestação de Deus em cada minuto do dia.
A ciência tem permissão para invadir túmulos e desrespeitar culturas, todo resto mortal estudado é um ataque as crenças populares de antigamente.
"O medo é um obstáculo para grandes vitórias, porém, a coragem sem planejamento, sem estratégia e sem a ordem de Deus, é apenas uma aventura. Portanto, seja corajoso em Deus, pois fora dele é arrogância, e mesmo que haja uma vitória temporária, não vai glorificá-lo"
A educação, a cultura, o exercício da vontade, o esforço humano, todas essas coisas têm sua importância, mas nesse caso não têm poder para mudar a situação. Podem até mostrar um comportamento aparentemente correto, mas não transformar o coração nem purificar as fontes da vida. É preciso que haja um poder que opere no interior, uma vida nova vinda de cima, para que o homem passe do estado pecaminoso para a santidade. Esse poder é Cristo. Somente Sua graça poderá vitalizar as inativas habilidades espirituais e atrair a pessoa para Deus, para a santidade.
A ideia de que é preciso apenas desenvolver o bem que existe naturalmente dentro da pessoa é um engano fatal.
É verdade que o arrependimento precede o perdão dos pecados, pois somente o coração quebrantado e contrito sentirá a necessidade de um Salvador.
Somos grandes pecadores, mas Cristo morreu para que pudéssemos ser perdoados. Os méritos do Seu sacrifício são suficientes para que Ele Se apresente diante do Pai em nosso lugar.
O mundo é povoado por algumas pessoas cruéis
muitas pessoas nem boas nem más
e poucas pessoas boas.
Quando alguém descobre que outra pessoa é boa
esta só tem algumas escolhas:
ou foge, ou se torna má, ou se torna escrava.
As opções nem sempre são uma escolha.
Os porquês que criamos...
Porque de não sermos felizes e ao mesmo tempo.
fazer os outros infelizes com nossos atos.
Porque queremos tudo. E não dividimos nada.
Porque tanto egoísmo e ganância. Se nada levaremos.
Porque tantas magoas e choro se viemos para amar e perdoar.
Sofremos por coisas insignificantes, e rimos pelas desgraças dos outros.
Porque de lutas e renuncias para possuir, se nada somos donos.
Mundo onde o ser é dispensável, mas o ter é imprescindível.
Somos racionais. Mas agimos como animais irracionais.
Queremos o bem, mas destilamos o mal.
Posamos de inteligentes, mas propagamos ideias idiotas.
Queremos Deus, mas valorizamos o diabo.
Pregamos honestidade, mas somos desonestos.
Queremos grandeza, mas vivemos a mesmice.
Tolo de quem se acha imortal, porque somos finitos.
Cultuam o luxo, chafurdam na lama.
Pregam “amor”, cultuam a guerra.
Querem respeito, mas falta moral.
Quantos porquês sem respostas.
Governo que ignora o Eterno Governante do universo, não o faz por coragem e nem inteligência, mas somente por tolisse e ignorância.
Quando o pecado embota as percepções morais, o transgressor já não discerne os defeitos de seu caráter, nem reconhece a enormidade do mal que cometeu; e a menos que se renda ao poder persuasivo do Espírito Santo, permanece em parcial cegueira quanto aos seus pecados. Suas confissões não são sinceras e ferventes. A cada reconhecimento de seu pecado acrescenta uma desculpa em justificação de seu procedimento, declarando que se não fossem certas circunstâncias, não teria praticado este ou aquele ato, pelo qual está sendo reprovado
O arrependimento verdadeiro levará o homem a suportar ele mesmo sua culpa e reconhecê-la sem engano nem hipocrisia.
