Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Deus escolheu um dia para me entregar nos seus braços e também escolheu um sentimento para sentir todos os dias por você.
Não é uma grande fé que me faz crer muito, e sim Um grande Deus, que seria uma subestimação acreditar pouco!
A nossa fraqueza não muda a escolha de Deus;
O nosso erro não anula o amor do Pai;
A nossa prepotência não altera o cuidado do Rei;
A nossa negligência não modifica a atenção do Consolador;
O nosso egoísmo não interfere no perdão do Salvador.
Deus fala, mesmo que não possa ouvir; Ele faz, mesmo que não possa ver; Se faz presente, mesmo que não possa sentir.
Se Platão falasse à Diógenes que ateu é aquele que não acredita em Deus, no dia seguinte, Diógenes traria uma pedra e falaria; eis o vosso ateu.
Seja considerada a existência de Deus como uma verdade inquestionável, perceberemos que tal existência é sustentada por um princípio fundamental: “algo sempre existiu”. Esta característica — a eternidade e a necessidade do ser — é, em muitas tradições, atribuída a Deus. Contudo, se adotarmos a posição contrária e negarmos a existência de Deus, a lógica ainda nos leva a uma conclusão similar: a eternidade da existência. Se o universo ou a própria realidade não teve início, ela deve possuir um atributo divino — a eternidade, a autoexistência, a necessidade.
Dessa maneira, tanto na crença teísta quanto na visão ateísta, existe uma aceitação implícita de um princípio eterno, imutável e necessário. Se negamos a noção de Deus, ao mesmo tempo sustentamos uma crença em algo com características que tradicionalmente associamos ao divino: algo que não pode ser criado, que sempre foi, e que, portanto, permanece como o fundamento último de tudo o que é.
Assim, independentemente da perspectiva adotada — teísta ou ateísta — todos, de alguma forma, acreditam em algo que é essencialmente ‘divino’: eterno, necessário, sem começo ou fim. A diferença não está na essência desse ‘algo’, mas no nome que lhe damos e nas características que lhe atribuímos. No fim, a filosofia nos mostra que, ao questionarmos a natureza última da existência, acabamos, inevitavelmente, tocando no campo da divindade, seja de maneira consciente ou não.
Nesse contexto, a ideia do “nada absoluto” — frequentemente invocada como oposta à existência — revela-se logicamente insustentável. Se o nada for definido como um estado onde há zero possibilidades e, ao mesmo tempo, a ausência de qualquer restrição — um espaço onde infinitas coisas poderiam acontecer (ou não) — então ele entra em contradição. Tal concepção se assemelha à operação matemática da divisão por zero: não resulta em uma resposta coerente, mas em um colapso do sistema. Assim, o nada não apenas não pode existir; ele sequer pode ser pensado sem dissolver-se em paradoxo.
* sabe aquele dia que você acorda agradece a Deus por mais um dia? Então! e você segue pra sua luta diária de trabalho e as coisas simplesmente sai melhor que o esperado , é Deus te recompensando atendendo seu pedido na oração. Seja firme determinado, faça o bem as pessoas, mais haja com coração."
