Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Não sei os porquês, entretanto as existências se multiplicaram em divinas luzes, das sagradas escrituras para sempre bem viver.
Sei lá àquela seriedade que havia em nós; derrepente se desfragmentou, limitando-se aos abusos absurdos dos paradoxos confusos megalomaníacos consciências.
Saímos do lugar pra acertar nosso próprio afazer é, que, sem isso, não sei o que farias com teu (tantro) de afazer.
Sei que regra pode ser uma porta fechada pra sua realidade de estada, que isso, não seja pra ti correr, em outras estradas, já que ninguém te pertuba, por amor ao seu agora, faça.
Não estou a diminuir quando no meu lugar já me encontro, sei quem sou além dos contos, isso é natural das leis entituladas dos retornos, dos amores em sonhos.
Quero continuar solteira, pra você, ser livre, já que pensas em estar preso, sei que não precisas o possuir.
Tudo que já existe um dia necessitou reexistir ou será renovar, copiar... há sei lá, caminhar e passar o tempo, foi, será, diz-pensar e ou ops! Jamais desvalar.
Nunca sei o que fazer quando sempre estou aqui e, agora por vocês, pra leveza basta um giro em frente às mesas, mesmo que isso não te faça mal é o sempre pra que aconteça.
A lentidão é apenas um querer aparecer pra você, ou será uma necessidade de não subverter, sei lá os desejos dos ter.
