Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
quando me enterraram viva
cavei meu caminho
de volta do chão
com o punho e a mão
gritei tão alto
que a terra se agitou de medo
e a poeira levitou no espaço
minha vida foi um ato de resistência
um enterro após o outro
quando o mundo desaba a seus pés
não tem problema deixar que as pessoas
ajudem a recolher os pedaços
se estamos presentes para partilhar a plenitude
quando o momento é próspero
somos mais do que capazes
de compartilhar seu sofrimento
Sobre o amor, e o desamor, sobre a paixão,
Sobre ficar, sobre desejar, como saber te amar,
Sobre querer, sobre entender, sem esquecer,
Sobre a verdade e a ilusão,
Quem afinal é você,
Quem de nós vai mostrar realmente o que quer,
O coracão nesse furacão, ilhado onde estiver,
O meu querer é complicado demais,
Quero o que não se pode explicar aos normais,
Sobre o porque de tantos porques,
E responder,
Entre a razão e a emoção
Eu escolhi você!
Quem de nós vai mostrar realmente o que quer,
O coracão nesse furacão, ilhado onde estiver,
O meu querer é complicado demais,
Quero o que não se pode explicar aos normais,
Sobre o porque de tantos porques,
E responder,
Entre a razão e a emoção
Eu escolhi você!
fronteiras
são criação do homem
só nos separam fisicamente
não deixem que elas nos
coloquem uns contra os outros
"O cuidar dos funerais, a escolha da sepultura, a pompa das exéquias, visam mais à consolação dos vivos do que ao interesse dos mortos."
A gente sente quando as coisas estão se desfazendo e eu senti o seu amor se desfazer entre meus dedos igual a um punhado de areia. Provavelmente não era amor, mas eu creditava que era, porque era tudo que eu tinha.
Você fez chamas acenderem dentro de mim e eu queimava de amor. Mas você as desfez quando resolveu ir embora e não mais me levar contigo.
Em cima da minha cama tem um edredon
Uma pasta preta e um violão marrom
Eu sentada a esquerda com pose de buda,
Muda o dia da semana e a vida não muda.
Um pijama azul piscina meio desbotado
Um controle cinza em preto, um gravador ligado
Um copo de água e um de leite com café
Um telefone sem fio, um chinelo sem pé
(Refrão)
Vai o dia vem a noite mais uma semana
Durmo sozinha largada em 2 metros de cama
Não Importa, eu não ligo se a vida me engana
Você pode me odiar, mas tem quem me ama
Um jogo de resta um, um tapete no chão
Dois trenzinhos sobre o móvel da televisão
Um anel de pedra verde, um abajur azul lilás
sobre o móvel que eu comprei nas lojas marabraz
uma porta arreganhada pra entrar o vento
uma bolsa semi aberta com tranqueira dentro
Um ventilador de teto e dois fios longos
Não refresque a cabide pra por pernilongo
Vai o dia vem a noite mais uma semana
Durmo sozinha largada em 2 metros de cama
Não Importa, eu não ligo se a vida me engana
Você pode me odiar, mas tem quem me ama
Eu sei que é possível vivermos sozinhos
Cercados de gente e de conhecidos
Perdidos nas rotas de nossas rotinas
Sem nunca sabermos qual é o destino
Eu não sei por que não me esqueceu
Me deixa ir
Eu quero ir, ficar sozinho
E o que passou e o que passar
Não vão mudar o que restou
Tem que viver, se aventurar
Eu sei que te amo , mais você não, se você soubesse eu não conteria as lágrimas para me declarar. Basta coragem.
E se eu ainda quiser tentar? É tarde demais? Demorei pra relacionar as coisas? Sinceramente não sei o que fazer, nem as respostas para estas perguntas, mas eu não estou entendendo mais nada, sei que pareço indiferente, mas eu só não sei como agir, então fico em pânico. eu nem sei pra que serve este site, nem o que era pra escrever, mas eu sei o que eu quero.
Eu sei que devia agir
Sorrir, correr, fazer
Eu sei que devia querer
Mas quero apenas dormir.
Eu sei que o tempo ruge
E fico com o tempo mais velha
Mas quero dormir numa capela
Numa floresta, num túmulo, sei lá.
A vida é meio que a morte
Um nada repleto de nadas
Um sentir sem sentido
Talvez, jogo de azar e de sorte.
Eu sei que o vento zumbe
Eu sei que o tempo corre
Mas eu quero rastejar feito uma minhoca
Calar diante do barulho
E dormir na frente dos dinâmicos.
Eu sei que a vida cobra
Alguém vai me perguntar
“Querida, qual é tua obra?”
Direi: “Ó, pai, deixa-me
Apenas dormir, descansar,
Na vida só a morte me habita,
Dormindo o sonho vem me embalar”.
