Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
O que eu deveria pensar
O que eu realmente deveria pensar?
eu não sei muito bem o que pensar
minha cabeça roda a mil
vivo com pensamentos ruins,minha psicóloga já nao sabe o que fazer comigo
a escuridão me consome por completo,o escuro me acalma,me sinto culpada por dar tanto trabalho pra eles, minha psicologa disse que eu não posso ficar sozinha...
eles realmente acham que eu vou me matar?
provavelmente eu faria isso..não me importo muito
tomar tantos remedio esta me matando,pretendo estar morta daqui uns dias, minha alma esta morrendo,eles querem me inrternar eu deveria ir mesmo?
melhor estar internada doque morta, certo?
“Quando eu não significo nada “
Às vezes eu queria saber dar nome ao que sinto… mas eu não sei. Existe um sentimento que me consome por dentro, silencioso, sorrateiro… e quando menos espero, ele chega. Em muitos momentos da minha vida, eu estou tão bem — leve, feliz, com o coração em paz. E, de repente, algo pesa. Vem uma angústia que me tira o ar, que prende na garganta um nó que parece querer gritar… mas eu nem sei o quê.
Queria gritar por tudo o que eu não vivi, por tudo o que deixei pra depois. Por momentos que sonhei e que nunca aconteceram. Queria colocar pra fora essa confusão de sentimentos que me transborda e me esvazia ao mesmo tempo.
É estranho, sabe? Porque eu sinto que estou evoluindo, sim. Que estou progredindo, vencendo lutas internas, enfrentando feridas antigas. Mas, ao mesmo tempo, sinto como se estivesse presa, girando em círculos… parada no mesmo lugar, sem entender exatamente pra onde estou indo.
Às vezes o mundo perde a cor. Outras vezes, tudo parece ter ganhado tons que eu nunca tinha enxergado antes. É tudo tão intenso, tão profundo, que eu mesma me perco em mim.
Pessoas incríveis passaram pela minha vida, e sou grata por cada uma. Mas nenhuma delas ficou. E isso também machuca.
Tem dias em que eu queria viver pra sempre, pra experimentar tudo que a vida ainda pode me oferecer. E tem dias em que eu não queria mais viver… porque não encontro sentido em nada. É uma mistura de sentimentos, de saudades, de vazios, de pequenos prazeres, de lembranças boas e decepções profundas.
Mas uma coisa é certa: hoje eu lido melhor com a minha dor do que há um ano e meio atrás. A rejeição ainda me dói, sim. Ainda me visita de vez em quando, mas já não me destrói como antes. Eu ainda choro — muito. Mas não todos os dias. Essa semana, por exemplo, foi só uma vez.
A verdade é que eu ainda estou me procurando. Tentando me reencontrar como mulher, como pessoa, como mãe, como profissional. Caminho com coragem, mesmo sem saber ao certo o destino. Vivo buscando algo que ainda não sei o que é. Mas sigo. Porque mesmo sem respostas, há algo em mim que ainda acredita — mesmo que seja só um pouco — que tudo isso ainda vai fazer sentido.
Se vou conquistar todos os meus sonhos eu não sei,...mesmo porque se trata de sonhos, mas afirmo que nunca vou deixar de lutar, pois estamos aqui pra isso mesmo,..lutar, lutar e lutar!
Eu Vim Só Para Te Ensinar o Amor
Mamãe, eu sei que você chora quando pensa em mim.
Eu também senti seu coração bater, mesmo que só por pouco tempo.
Eu não cheguei a abrir os olhos, mas senti seu calor ao redor de mim.
Eu não tive tempo de dizer nada, mas, no silêncio, eu sussurrei que te amo.
Eu sei que você se pergunta se eu sofri, se eu senti dor.
Mas eu só senti paz.
E, por um instante, senti o seu coração apertado de medo e ternura ao mesmo tempo.
Eu vim só para te ensinar que amor não precisa durar muito para ser verdadeiro.
Eu vim para tocar seu coração e depois voltar para a luz.
Não carregue culpa, mamãe.
Eu existi. Eu fui real.
E mesmo tão pequeno, serei sempre parte de você.
sincera mente não sei oque dizer
mais vim mostrar que sou melhor do que voce.
no trep eu vou ganhar e vc vai se
humilhar.pode rimar não vai adiantar
mais eu sempre vou ganhar
Não importa o pecado que
Cê tenha cometido
Eu não sei do se passado
Mas sei o quanto é infeliz
Mesmo que eu seja o experimento
Eu já tô feliz com isso
Só de estar em seu coração
É o suficiente para mim
Eu sei que a vida muda, passa e se renova. Não faz sentido viver preso a um passado que não acrescenta, que não soma, que não faz crescer.”
Eu até sei que sou um IDIOTA, até porque nem sei o que fazer para evitar isso. Fazer o quê, né? Mas o bom disso tudo é que, podendo escolher, eu sei muito bem os tipos que não quero ser.
O que não dá para entender é se essas pessoas têm algum problema para interpretar texto — algo que beira uma psicopatologia — ou se simplesmente não possuem um mínimo de honestidade intelectual.
Porque o que está escrito está tão claro e nítido que nem seria preciso explicar a explicação, desenhar o desenho e ainda ter que explicar o desenho feito.
Fingem uma demência disfarçada de inocência e ainda acham que todos têm que ser iguais a eles.
Isso é hipocrisia.
O fim de semana está chegando.
E com ele vem você.
E eu não sei se estou pronta pra te ver de novo.
Não sei se vou conseguir te olhar nos olhos, na verdade, vou até tentar não te olhar nos olhos,
mas sei que meu corpo vai saber que você tá ali.
Ele nunca conseguiu disfarçar.
Tenho medo de congelar quando te vir.
De não saber o que fazer com as mãos.
De não saber o que dizer, ou pior ainda, dizer a coisa errada.
De não saber como fingir que tá tudo bem ter você ali tão perto de mim por horas.
Toda vez que nos encontrávamos nesse tipo de ocasião, o final era sempre o mesmo: indo embora com você.
Finais de noite que nunca eram exatamente “finais”.
Era estranho, né?
A gente nem se pertencia de verdade.
Mas, no fim da noite, quando todo mundo já estava indo pra qualquer canto,
nós dois já sabíamos onde queríamos estar.
Sim, como eu disse no final daquela primeira carta pra você: naquele mesmo carro, naquela mesma rua, naquela mesma hora.
Você dirigia com uma mão e a outra sempre achava um jeito de me acariciar.
A gente falava sobre tudo (e sobre todos) e, entre uma risada e outra,
os segundos de silêncio após a conversa davam início a algo que durava até o sol raiar. As madrugadas e manhãs eram nossas, e o banco do carro virava cama, refúgio, bagunça.
A temperatura elevada no interior daquele carro destoava do frio que provavelmente fazia do lado de fora.
E agora eu vou te ver…
Mas não vai ter mais você me esperando no fim da noite.
Não vai ter aquela troca de olhares que dizia: "vamos?"
Não vai ter a despedida lenta antes de abrir a porta,
nem o silêncio confortável no abraço um do outro que dizia tudo que a gente nunca teve coragem de dizer.
Meus brincos não vão mais ficar no chão do seu carro.
O sol neste dia vai nascer sem nós dois pra admirar.
As lanchonetes não nos verão procurando por elas, famintos, de madrugada.
E nem o seu perfume vai ficar na minha roupa.
Enfim, te ver agora, com talvez os mesmos olhares, mas sem o nosso depois, me dá algo que nem sei explicar.
Então, quando a festa acabar, uma que estaremos no mesmo lugar, pela primeira vez vou embora sozinha.
Ou com alguém que definitivamente não vai ser você.
Quem sabe eu consiga até ir embora de você.
Eu sou analítica, mas não fria. Sinto o que a maioria não percebe que nao sei como mas leio silêncios, interpreto entrelinhas e enxergo nuances que muitos ignoram. Vejo além dos gestos e questiono o que se cala. Carrego no peito um laboratório de dores que ninguém catalogou, feito de mapas mentais e cicatrizes emocionais, de hipóteses sobre o mundo e feridas que ainda não viraram tese.
Ser analítica não é uma escolha: é uma forma de existir, é medir a profundidade de um abismo com os olhos abertos e, mesmo assim, tentar atravessá-lo. Não se trata de falta de fé, mas de excesso de percepção, é saber que um sorriso pode mentir e que um toque pode calar, é doer no ponto exato onde os outros passam batido.
Ser analítica me custa noites mal dormidas, me leva a refletir sobre o que ninguém disse, me faz questionar até os próprios sentimentos, mas também me salva dos enganos que machucam sem nome, é viver entre o sentir e o pensar, entre o racional e o sensível, como quem caminha sobre uma linha fina entre dois mundos.
No fim, ser analítica é existir com lupa em um mundo que prefere o raso, é doer com consciência, é amar com profundidade. É viver mesmo que doa com verdade.
Não sei se você notou
Que eu tô
Tô afim de você
Pois você acende
O verde e o vermelho
Não mostra intenção
Carta para minha versão silenciosa
Ei, Aline…
Eu sei.
Eu sei que às vezes dói demais estar em um lugar e se sentir invisível.
Ver todo mundo rindo, conversando, trocando,
e você ali — presente, mas como se não estivesse.
Sei como é estar com o coração cheio de coisas bonitas pra oferecer,
mas a boca travada,
as palavras presas num canto que você não sabe alcançar.
Sei como parece mais fácil sorrir de canto e se recolher.
Como parece mais seguro observar, mesmo quando o que você queria era ser chamada pra dentro.
Você se culpa por ser assim.
Acha que a introversão é um defeito.
Que se você falasse mais, fosse mais leve, mais “solta”, tudo seria diferente.
Mas deixa eu te lembrar, com muita delicadeza:
Você não nasceu pra ser cópia de ninguém.
Você não está errada por ser profunda.
Você só precisa de espaços onde a sua profundidade seja respeitada — e não sufocada.
Você sente mais.
Você percebe o que os outros não veem.
Você se conecta com as crianças porque elas não exigem performance.
Elas só querem presença — e nisso você é inteira.
Você não é vazia por falar pouco.
Não é fraca por se calar quando algo dói.
Você é sensível. E essa sensibilidade merece ser honrada.
Mas se tem dias em que a sua própria introspecção parece te isolar,
tudo bem reconhecer isso também.
Você pode crescer, pode aprender a se abrir aos poucos,
sem precisar apagar quem é.
Você pode, sim, achar pequenos caminhos pra sair desse silêncio.
Pode treinar um “oi”, um “posso sentar aqui?”, um “gostei da sua roupa”.
Pode praticar sem pressa.
Pode falhar, voltar pra dentro, e tentar de novo depois.
Porque o mundo pode ser cruel com os quietos —
mas dentro de você mora um universo que merece ser vivido.
Você não precisa ser a que fala mais.
Você só precisa ser a que se escuta primeiro.
E hoje, Aline, eu te escuto. Eu te vejo.
E espero que você também comece a se ver.
Do jeitinho que é: silenciosa, mas cheia de amor.
Com todo carinho,
De você para você.
Máscaras
Eu te olho e sei que você não
é verdadeiro comigo.
Mas, tudo bem.
Todos nós escondemos nossos
verdadeiros eu, tampando
tanta fraqueza e insegurança
através de máscaras.
Seria hipocrisia lhe pedir para
tirar esta tua máscara, até
porque, eu não sei se te
mostraria a ti meu verdadeiro rosto.
Tenho medo de que você me
conheça e não goste de mim.
Na verdade, eu tenho medo
de que eu não seja essa
mentira que eu inventei.
Então continuaremos neste
baile de máscaras, pelo resto
de nossas vidas.
Dançar pra sempre.
Eu até queria conversar,
mas o tempo não vai esperar.
Eu até queria te amar,
mas não sei como me mostrar.
O sonho logo vai terminar,
mas, antes de tudo acabar,
posso ao menos seu nome perguntar?
UM TEXTO QUE NUNCA SERA LIDO.
Eu não sei por onde começar, então vou começar pelo que mais pesa: eu sinto sua falta. E não é uma falta qualquer, é aquela que vem quieta, mas pesa o dia inteiro. É um eco do seu carinho, da sua voz me chamando de um jeito que ninguém mais chama. É a ausência do seu toque, do seu jeito de me amar como se o mundo todo coubesse ali.
A gente se machucou tanto, né? Foram idas e vindas que deixaram cicatrizes. E mesmo assim, quando penso em você, ainda sinto carinho. Ainda lembro do quanto você me conhecia, do quanto fazia questão de me ter por perto, mesmo quando tudo parecia desabar entre nós.
Talvez eu nunca tenha dito com todas as palavras, mas você foi e talvez sempre vá ser uma das pessoas mais marcantes da minha vida, O AMOR DA MINHA VIDA. com voce tudo foi real. Porque com você, mesmo nos erros, eu senti um amor que me atravessava.
Eu te ignorei naquela última vez. Não por raiva, não por desprezo, mas porque eu não sabia mais como te responder sem me perder de novo. Eu precisava me proteger. Mesmo que isso tenha parecido frieza, foi meu jeito de dizer adeus. Um adeus que eu não sabia como dar olhando nos seus olhos, porque eu sabia que, se olhasse, ia querer ficar.
Hoje, com a vida seguindo por outro caminho, percebo que tem coisas que a gente sente mas não pode mais viver. E essa é a parte mais dolorosa: saber que um amor pode ser imenso e ainda assim não ser possível. Entre a gente ficou muita coisa mal resolvida. Mas mesmo assim, quero que você saiba que eu te amei de verdade. Com tudo que eu tinha. E nunca vou esquecer isso.
Se algum dia você sentir saudade de mim, saiba que, em algum lugar aqui dentro, tem um pedaço seu guardado com muito carinho. Mas agora, eu preciso me deixar ir também.
Voltando pra casa do hospital hoje me veio em mente:
.
Eu só sei que, em minha busca incessante por Deus e pela Fé, em verdade descobri, que tudo é relativo e que isso é absoluto.
No fim das contas, a nossa presença neste mundo é só de passagem. A única coisa que eu sei que vai ficar quando a gente for embora será aquilo que fizemos por amor, os corações atingidos por nós e as vidas que tocamos.
