Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu

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Eu sei você é a magia que completa meu ser, o feitiço que eu não quero quebrar, o encanto que traz luz à minha vida. Cada momento ao seu lado é um sonho realizado, uma verdade que eu sempre soube, mas que só você me fez entender: que o amor, na sua forma mais pura, é você.


Não há palavras suficientes para expressar o que você representa para mim. Só posso prometer que, assim como o universo está repleto de mistérios e encantos, meu coração está eternamente encantado por você.

⁠Sabe, gostar de escrever sobre a vida não quer dizer que eu tenho todas as respostas ou que sei exatamente o que fazer com a minha própria vida. É mais como um jeito de encarar as coisas. Cada vez que me sento para escrever, é como se eu estivesse entrando num labirinto de desafios. Às vezes, é difícil pra caramba, confesso. Mas é justamente aí que aprendo pra valer. Cada desafio é uma lição, uma chance de entender mais sobre mim mesma e sobre como lidar com o que vida joga no meu caminho. É tipo um processo constante de aprendizado, uma estrada que não tem fim. E sabe, no fundo, acho que é isso que faz a vida ser interessante.

Eu sei que tenho uma profunda admiração por você, e essa admiração cresce a cada instante em que compartilho minha vida ao seu lado. Você é mais do que o amor da minha vida: é minha inspiração, meu porto seguro e a razão dos meus sorrisos.


Cada gesto seu me ensina sobre carinho, cada palavra sua me envolve em ternura, e cada olhar seu me faz acreditar que o verdadeiro amor existe. Eu não preciso de nada além da sua presença para me sentir completo, porque em você encontro tudo o que sempre sonhei.


Quero que saiba que meu coração é inteiramente seu, e que minha maior felicidade é caminhar junto de você, lado a lado, construindo nossos sonhos e vivendo nossa história.

Como eu posso saber o que eu quero para o futuro se nem sei o que eu quero agora?

Quanto mais eu falo, pouco sei sobre as coisas.

Se é um dom eu não sei, mas que eu preciso escrever eu sei.

Eu não sei por que, nem por onde.
Para onde foram as palavras que de repente fugiram de mim...
Seria seu retrato revelando em mim encantamento?

Nem que eu tente, não sei ser minimalista. Minha história é um relicário, uma loja de móveis usados, onde tudo guarda um sentido, uma memória, uma cicatriz bonita do tempo. Cada coisa em mim já teve função, já foi abrigo, já pertenceu a outro instante. E talvez seja isso que me faz inteiro: não o espaço vazio, mas o excesso de vida guardada nas gavetas da alma.

“Não sei quem partirá meu coração;
sei apenas que a vida não para
para que eu o restaure.”

Tu choras
Eu sei o que você quer.
Das rosas, ofereço apenas espinhos,
até porque você sabe: algo floresceu,
mas já morreu.

E, mesmo em noites quentes,
a queda é certa,
e o choro vem.

Por vezes penso que sei...
Por vezes penso que sinto...
...
Está na moda?...
E lá vou eu nesta batalha, entre o que penso e o que sinto, mas serei eu a mandar numa coisa ou outra?
Talvez dando tempo ao tempo?
...
Por isso aos oitenta anos direi...
"Ai!...quem me dera saber o que sei hoje e ter outra vez vinte anos!"
E o tempo passou para mim.
De que serve então tanta batalha? E não apenas ser, viver e
arriscar como um equilibrista.
Verdade? A vida precisa de desequilibro ou não tem graça nenhuma.
Não gosto de modas, gosto de beleza!
Céli

*Algo estranho acontece lá fora, e eu aqui dentro não consigo dormir, não sei se é saudade o desamor, mas ambos me fazem pensar, e assim vou trocando de travesseiros e revirando na cama sem ter ao menos como sonhar.*
(Saul Beleza)

Eu não sei por que é que pobre tem cachorro, se mal dá conta de cuidar de si mesmo, morro de pena dos cachorros comendo comidas indevidas, ou passando fome.
Ví hoje, 20/03/2021, às 12:30h, no ESG1, da TV, um repórter mostrando a situação financeira, depois da pandemia, dos moradores de uma favela, da Grande Vitória, e, segundo a reportagem, lá tem gente comendo água com fubá, porque perderam suas rendas e ficaram sem o dinheiro pra sobreviver.
Aí, enquanto a câmera acompanhava uma das moradoras subindo a escadaria com sacolas de mantimentos, doados, nas mãos, um cachorrinho, vira-lata, de porte físico médio, de pelo dourado, com a barriga lá nas costas, de tão magro que está, ia rapidamente, atrás e do lado dela, olhando pras sacolas, isso me cortou o coração.
Tá todo mundo doando comida de gente, mas será que alguém está doando ração pros cachorros, ou eles estão largados à própria sorte?

⁠Eu não sei o que é pior, aqui no Brasil, se é a alfabetização ou o alfabetizador.

Até hoje eu nunca soube descrever minha mãe, eu só sei que ainda a amo quase tanto quanto eu a odeio, ou vice-versa. Foi ela quem, direta ou indiretamente, me causou as piores tristezas que eu já tive até agora, mas, sem sombra de dúvida, as minhas melhores gargalhadas foram com ela. Caíamos na gargalhada por qualquer motivo, muitas gargalhadas, minhas e dela, e eu certamente sentirei falta disso.

"Quando o Sol se avergonha no horizonte, eu sei que a saudade vai recair sobre o meu eu, de novo.
Ela se via como Ouro de Ofir, mas era só uma bijuteria, ouro do tolo.
Quando a vislumbrei, conclui meu hara-kiri, ela não teve dó; teve dor, ela não teve zelo; ela agiu com dolo.
A infância, a juventude, são tão boas, a inocência é tão doce, sinto falta da minha ignorância, sinto falta das vezes em que fui tolo.
Quando se ama, quando se envelhece, percebe-se que até mesmo a ausência de algo pode ser doloroso.
Um cheiro, um beijo, um olhar, uma carícia, aquele 'eu te amo', um corpo.
Quando o amor nasce, floresce em um só peito, em um só coração, é um sentimento natimorto. Recordo-me de nós, das vezes em que tentei, das vezes em que, mesmo sem errar, errei, e só me vem o desgosto.
Paguei, ah sim, mas paguei por todas as iniquidades, pecados desta e de outra existência: já não devo mais nada ao Deus, deixe minh'alma longe de outra vida com ela, Pai, não quero esse martírio, de novo.
Se fui feito para ela, então, me desfaça, Pai, destrua minha existência, me faça rastejar pelos sete infernos, mas não me faça olhar uma outra vez na constelação daquele olhar, o de minh'alma, o poço. Sei que errei, fui parvo, pecador, boêmio, nunca um bom moço.
Mas, mesmo que o Senhor, por sobre os céus, castigasse Lúcifer com o amor incondicional àquela mulher, eu rogaria para que, com o de muitas faces, fosse mais piedoso.
Nem mesmo ele merece o castigo que eu, um mero mortal, experimento dia após dia, um inverno após o outro.
Meu coração sangra ao lembrá-la, sinto meu peito roto.
Eu a escuto em toda voz, toda brisa tem seu cheiro, todo beijo tem o macio dos lábios, eu a vejo em todo rosto.
Disseram-me, certa vez, que eu estava somente apaixonado; era melhor o atestado de insanidade, terem me trancado como um louco.
Ela não ama, Pai, ela é incapaz, e, por amá-la em demasia, torno-me um ser extremamente odioso. Indiferente à dor alheia, se não posso ter o que mais almejo, por que poderia qualquer outro?
É errado, meu Deus, eu sei, mas ela me tornou um ser invejoso.
Percebo que era falácia, dela, cada choro.
E uma vez mais, eu a amaldiçoo.
Eu, que tentei ser o melhor homem que ela poderia ter ao lado, hoje parece que lancei meu espírito ao dos sentimentos, o esgoto.
O Sol parece já estar nascendo, devaneei, uma vez mais, com o copo cheio, até que tu, sobre o céu, me mates, eu hei de sofrer mais um pouco.
Pois, quando o Sol nos sorri no horizonte, eu sei que a saudade vai recair sobre o meu eu, de novo..." - EDSON, Wikney - Memórias de Um Pescador, A Oração do Desesperado

"Eu sei, prezei pela verdade.
Mas sou mentiroso e ela sabe.
Ela descobriu, quando eu disse que já não sinto saudade.
Quando ela disse que ia e eu respondi 'já vai tarde'.
É mentira, é verdade.
E ela sabe.
Sabe pois, a boca pode mentir, mas o ardor da pele, o brilho no olhar, servem à verdade.
A boca que lhe desenhava o corpo, em cada curva de prazer, é a mesma que professa inverdades.
Um todo de nada, palavras de amor, puro fulgor, juras, leviandades.
Amar é vaidade.
É crer que se é possível querer e conquistar a da alma, metade.
E eu a amei, amei-a em cada esquina da cidade.
Em cada bar, em cada copo, em cada dose, em toda parte.
Vá, amor, vá; me odeie, esperneie, grite, fale.
Acho é bom, que mesmo em ódio, estarei novamente em sua boca, em cada frase.
Rogo para que o silêncio lhe encontre e minha boca, novamente, te cale.
Sem voz, sem sussurros, somente os gemidos, e o arrepiar, o choque da tez, como eletricidade.
Eu minto, amor, minto, pois fingir não te amar, fazer te odiar, é o único jeito de manter a minha sanidade.
Lhe amaldiçoo por me corromper, logo eu, que sempre prezei pela verdade..."

Que eu possa ser sempre forte quanto a rocha e continuar sensível como uma flor, pois sei que só quem tem luz própria é que pode ser as duas coisas ao mesmo tempo, sem que uma coisa fira a outra!!!

Eu não sei se algum dia se realizará
Um desses sonhos que a gente tem
Como este que
Não consigo arrancar do meu coração
E então
Talvez também este ficará aqui
Como um desses sonhos que a gente carrega uma vida toda
E que coloco nessa canção
Mas já que o tenho, enquanto o tiver, continuarei
a sonhar ainda um pouco


Será, será a aurora
Será, será assim
Como passear, como respirar
novos ares, e cada vez mais
E você, e você meu amor
Vai ver que logo voltará
Para onde agora não estás


Um dia talvez tudo Mudará
E a paz irá de chegar
Quero dizer que, tantas coisas irão
Para seu devido lugar
É por isso
É por isso que continuarei
A sonhar um pouco mais
Os meus sonhos
Aquilo que mora no Coração
Não morre jamais
Se uma vez você acreditou
Vai acreditar de novo e de novo
Se uma vez você acreditou
Como eu acredito


Será, será a aurora
Será, será assim
Será ainda mais forte
Tão imensa a luz que brilhará


Será, será a aurora
Será, será assim
Será ainda mais forte
Tão imensa a luz que brilhará


Será ainda mais
Tão imensa luz que brilhará

"Agradecer pelos privilégios de sofrer no caminho, me manter fiel até na dor, pois eu já sei que nada é maior que o seu amor"