Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Minha garota. Ei garota!!
Eu sou tudo o que você queria em um homem?
Você sabe que eu te dei o mundo?
Você me tem na palma da sua mão.
Então, por que seu amor foi embora?
Eu simplesmente não consigo entender.
Pensei que era eu e você, um no outro.
Eu e você até o fim ate a morte.
Mas eu acho que não estava errado.
Não quero pensar sobre isso.
Não quero falar sobre isso.
Estou tão doente sobre tudo.
Eu não posso acreditar que está assim.
Basta esta tão confuso.
Eu apenas não posso fazer sem você.
Diga-me isso é justo.
E este o caminho que realmente está acontecendo, trilhando.
É assim que dizemos um para outro.
Deveria ter conhecido melhor quando você apareceu.
Que você iria me fazer chorar, hoje?
Agora está quebrando meu coração para ver você correr ao redor
Porque eu sei que você está vivendo uma mentira verdadeira.
Mas tudo bem, porque com o tempo você vai encontrar.
Eu me entrego facilmente a qualquer sentimento alegre... e você me faz alegre, quando conversamos, quando te vejo, seja pessoalmente,em pensamentos ou em sonhos... Eu quero muito poder dizer que a amo, mas tenho medo de ao dizer, me venha o silêncio, não espero que você retorne dizendo que me ama, pois isso é uma escolha que depende de cada um, mas que diga algo, seja isso para me mostrar que não quer meu amor, e eu possa desiludir-me dele, ou que o queres e me faça alimenta-lo de forma que aumente e se torne mais visível a cada momento.
-Rafael Lage Magalhães
Cesso de falar, mas não cesso de escrever, de pensar, de gostar e amar!
As vezes eu me arrependo do que escrevo,
Até desejo voltar atrás,
Principalmente diante do silêncio.
Esse é um dos meus medos,
Escrevo o que penso,
Mas nem sempre com bom senso,
Tomo um destino, e me perco no caminho.
Quisera eu não ter esse problema,
As vezes ser poeta é ruim,
Muitos são como eu,
De entrega total ao que ainda não é seu.
Desejamos tanto tal amor,
Mas só recebemos dor,
E não é de solidão ou negação,
Mas do silêncio que por sua vez nós mesmos provocamos.
Somos muitas das vezes sós,
E quando vem o silêncio daquela em que nos inspiramos,
Nós nos desesperamos, por não saber,
Por respostas não obter.
Escrevemos pra provocar uma reação,
Seja de amor e paixão ou repulsa/negação,
A falta delas,
Seu silêncio...
Nos assustam.
Ela está online. E não me fala. Ela nunca mais me vai falar, e a culpa é minha. Foi o que eu quis. Ou o que ela pensa que eu quis. Ela consegue tanto resistir.
Sabe, amor, eu só queria dizer muito obrigada. Obrigada por estar aqui e nunca ter ido. Obrigada por me amar, segurar minha mão e dizer que tudo vai ficar bem.
Eu imagino você cantando pela nossa casa com esse sotaque lindo e com essa sua voz rouca que tira o fôlego. Imagino suas mãos passeando por minhas curvas, imagino sua respiração ficando pesada, ao passo que dorme profundo com seus braços fortes ao meu redor. Imagino a paz nos seus olhos e seu sorriso bobo me desejando bom dia. Imagino nosso amor crescendo, e nossa história sendo escrita. Imagino nossas brigas típicas de um casal e logo depois, eu imagino a reconciliação, os pedidos de desculpas e os sussurros de “eu te amo” no escuro do quarto. Não importa meus planos para o futuro, você sempre está nele. Seja do meu lado, lendo um livro, fazendo a barba, rindo ou dormindo. De todos os jeitos você está no meu presente e no meu futuro. Não me imagino sem você. Sem você eu não sou e nem serei.
Quando eu sonho com a gente, eu acordo sorrindo, sabia? É como se estivéssemos dormido juntos. Acordo com aquela sensação de paz e de tranquilidade. Meu dia começa bem, mais leve, mais bonito. Não vejo a hora de acordar dentro do seu abraço.
E eu? Bom, eu sou um erro no percurso, uma curva mal feita, a batida do carro, um grito de desespero, sou a visão de um cego, a audição do surdo, sou o espinho da rosa, a guerra na faixa de Gaza, sou aquela lágrima que não cai, a angústia, sou as palavras não ditas, sou o adeus, a ida, a partida, o não voltar mais. Sou aquilo que incomoda, pesa, dói e machuca.
Eu sou tão fraca, tão estúpida, tão tola, tão nada, tão ninguém. Não aceito você me amar. Como pode amar alguém assim?
Eu não preciso de ajuda, nem de palavras de consolo e nem mesmo de um abraço. Eu não preciso de nada. Agora vai embora e encontre o tudo que você merece. Eu estou bem.
Eu sou aquele tipo de pessoa fachada. Você sempre vai me ver sorrindo, conversando animada, ouvindo atentamente o outro e fazendo o impossível para ajudar. Mas aqui dentro tem uma grande escuridão, tem uma pessoa que esfriou, uma flor morta, uma borboleta sem asas, um alma doente, que de vez em quando escapa por ali ou por aqui.
AMOR
Além do alcance dos
Meus delgados sonhos,
Onde eu posso me entregar,
Reina meu eterno coração
Apaixonado desprovido de
Mistérios quando
O emblema do Amor
Reacende tua chama,
Acalanta-me no virtuoso
Momento em que teu
Olhar reflete no meu
Raios soberanos,
Aniquilando as
Marcas mórbidas
Oriundas de uma busca
Repleta de obstáculos,
Acende-se então a chama
Mágica do encontro
Ostentado pela dádiva
Recíproca de teu chamado,
Alvorecido em cada gesto,
Movido pela ansiedade de
Ofegantes desejos, viver eternas
Realidades em teu coração,
Assim
Muitos
Outros
Resplandecem.
APRENDER
Eu mesmo não queria
Que as flores retornassem
Ainda verdes de se ver
E cavei o chão do tempo
Para enterrar as cáusticas
Que me puseram
Enquanto a chuva cantava
O inverno mais frio
No tom da minha lástima
No espelho d’água que surgia
Eu via meu sorriso bailar
E o meu olhar aplaudir
Agora eu quero me aquecer
Na luz mais quente
Do olhar que horas me prova
Que as flores dadas
São gestos adversos
A quem se deveria fazer.
BAHIA DA POESIA
Filho:
Oxente mainha,
eu obedeço a senhora,
mas num quero comê camarão não.
Mãe:
Destá,
então vá catá coquinho na praia
porque tu num tem querer não.
— Olhou para o céu,
vestido de azul e branco,
olhou para o mar,
vestido de azul e branco.
Filho:
Vixi, hoje tem baba!
— Aperreou com a bola e partiu
com a boca cheia de dente
a caminho do mar.
MINHA HISTÓRIA DE VIDA
Pucha o fole sanfoneiro
pucha o fole sanfoneiro
que eu quero dançar
Mesmo sem saber
Eu quero tentar
No meu tempo de criança a pai pedia a bença
Pai e mãe me abençoava e eu na penitência
Ia trabaiar na roçar nove anos de idade
Venho de família pobre não tiver vaidade
Com nove anos de idade
Mudei de cidade
Onde vivo até hoje
Você que sabe dança
Eu posso lhe invejar
Porque nunca aprendi
Nunca tive coragem
Mais hoje encorajado
To salão estou aqui
Minha história de vida
Não tem dança nem bebida
Tive que trabalha pra conseguir o que eu queria
Parabéns pro cabra que dançou com Maria
Perdi minha paquera e muito gostando dela
Arrumei uma sem juízo
Passei muito perigo
Pensei estar no céu Mais sair no prejuízo
Poeta Antonio Luís
17/08/2015
LEIO NO SEU OLHAR
Eu leio no seu olhar
Que você quer me dar
Eu leio no seu olhar
Que você quer me dar
Senta já sentou
Fiz um carinho e ela gostou
Senta já sentou
Fiz um carinho e ela gostou
Seu olhar carinhoso
Causa em mim um alvoroço
Quero fazer Amor gostoso
Eu leio no seu olhar Que você quer me dar amor
Eu leio no seu olhar Que você quer me dar amor
Amor gostosinho
Não vai faltar carinho
Amor gostosinho Não vai faltar carinho
Amor gostosinho Não vai faltar carinho
Antonio Luís Compositor
20/08/2015
Porque as histórias precisam ter começo, meio e fim? Contrariando muitas pessoas, eu penso que cada história pode ter atalhos com idas e vindas, despedidas e recomeços, voltas e imprevistos, saudades e reconciliações. A vida é mais bonita quando não é programada.
