Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu

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⁠Que ninguém, jamais, experimente esses corredores e quartos para curar somente o corpo.


Eu espero que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses corredores e quarto hospitalar, consiga se curar e se reinventar…


E que todos se tornem pessoas — físicas e espiritualmente — melhores!


Que ali não se trate apenas da carne ferida, do osso quebrado ou do órgão cansado…


Mas também das certezas empedernidas, das pressas inúteis e das arrogâncias silenciosas que infelizmente costumamos carregar.


Que os corredores hospitalares, com seus passos contidos e silêncios deveras constrangedores, nos revelem o que muitos anos de saúde insistem em esconder: que a vida é frágil, o controle é ilusório e a empatia não é opcional.


Entre um leito e outro, o tempo desacelera e até se arrasta para que a alma, finalmente, alcance o corpo.


Que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses quartos consiga, sim, se curar — mas que vá além.


E consiga se permitir se reinventar.


Que saia dali com menos soberba, mais gratidão; menos indiferença emais humanidade.


Que aprenda a ouvir, a esperar, a respeitar o ritmo do outro e o próprio limite.


E se a medicina restaurar o corpo, que a experiência lhe restaure o olhar.


Que todos saiam melhores: fisicamente fortalecidos, espiritualmente mais atentos, e profundamente conscientes de que viver bem não é apenas sobreviver — é aprender a cuidar, de si e do próximo, antes que a dor precise ensinar novamente.


Amém!

⁠Noutros tempos, eu também já tropecei em vários infortúnios: o mais desonesto deles era me preocupar com opiniões alheias.


Alguns vinham disfarçados de acaso, outros de destino.


Mas o maior deles não caiu do céu nem brotou do chão:
nasceu do excesso de atenção às opiniões alheias.


Enquanto eu media meus passos pelo olhar dos outros, perdia o ritmo do que realmente era meu.


Cada julgamento externo virava régua,
cada expectativa alheia, uma pedra a mais nos ombros…


Mas não era o mundo que me limitava — era eu, entregando minha autonomia à aprovação de quem não podia caminhar meus passos, ainda que suportasse o peso das minhas sandálias.


É curioso perceber que o medo de desapontar
quase sempre nos faz abandonar a nós mesmos.


E, nessa tentativa constante de agradar,
vamos nos desencontrando do que sentimos, pensamos e somos.


O dia em que compreendi isso foi muito menos Libertador do que Honesto.


Doeu admitir que muitas quedas não foram empurrões,
mas escolhas deliberadas feitas para caber em opiniões que nunca me pertenceram.


Hoje, quando tropeço, sei diferenciar:
há infortúnios que ensinam,
e há distrações que aprisionam.


Preocupar-se demais com o que pensam de nós
é uma das mais silenciosas —
porque parece prudência,
mas cobra o preço da própria liberdade.


Definitivamente, é impossível bancar um aluguel tão caro por um imóvel sem a menor condição de habitar: a aprovação alheia.

Eu quero um amor que não seja covarde. E não falo de guerras, heróis ou moinhos, falo do amor que não foge do cotidiano. O que lava a louça, compartilha o silêncio, segura a mão sem medo do tédio. O amor corajoso não é o que promete eternidade, mas o que se faz presente nas miudezas, nas falhas, nos dias em que o afeto parece coisa rara. É o amor que sabe ficar, mas também partir com dignidade, sem transformar distância em castigo. O que confia, mesmo quando não entende. O que não precisa vigiar para acreditar. Amar, afinal, é permitir que o outro seja casa — mesmo quando a vida muda o endereço.

Eu acredito na cura das dores, de todas elas, até as mais profundas. Você não é seu sintoma, seus traumas não te definem. É no amor que a vida acontece.

Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.

Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.

Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.

Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.

ESPELHO QUE SUSSURRA O AMANHÃ.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Do Livro: Do Meu Eu.

O pronunciamento na frase: " Exatamente! Bom seria se ao olharmos no espelho e o reflexo nos dissesse te vejo ainda amanhã. " invocamos um desejo antigo como a própria consciência o de que a alma encontre permanência dentro do próprio corpo. O espelho torna_se então uma fronteira silenciosa entre o que somos e o que tememos deixar de ser. Diante dele o rosto não é apenas rosto é memória condensada é promessa que tenta sobreviver ao esquecimento.

Há instantes em que o reflexo parece perguntar:
_ Quem és tu? Quando ninguém te observa e em outros murmura quase como confidência: _ Vejo-te cansado mas não vencido. Porém o que verdadeiramente nos comoveria seria ouvi-lo afirmar com ternura: _ Te vejo ainda amanhã como se reconhecesse em nós uma centelha que resiste apesar das sombras que recolhem nossos passos.

Amanhã é palavra que se curva ao tempo mas aqui assume outro significado torna se permanência íntima fidelidade a nós mesmos. O reflexo que promete reencontro não fala da matéria mas da lucidez do caráter da chama que não deseja se apagar. E assim contemplamos o vidro como quem se inclina diante de um oráculo discreto buscando nele não a vaidade mas a continuidade do espírito.

O espelho nos é sempre este guardião que nos recorda que não estamos fragmentados, que o nosso melhor não se perdeu na noite e que o nosso amanhã ainda nos espera com a dignidade de quem confia em nossa própria luz renovada. Pois quando a alma reconhece a si mesma nada lhe rouba o brilho da sua permanência sutil e inexaurível.

Há dias em que o cansaço não é muscular, é um peso que vem de séculos passados, como se eu carregasse o luto de todas as versões de mim que morreram antes de florescer. A gente não envelhece apenas pelos anos, mas pelas despedidas que fazemos em silêncio diante do café frio.

" Enquanto eu estiver sentindo essa minha paixão eu sempre estarei em profunda dúvida. "

" Se eu pudesse te amar seria dentro do útero da eternidade. "

" Quando aguardo você voltar eu sempre estou na contramão. "

" Entre o sonho e a realidade, há sempre uma xícara de coragem esperando que eu a beba para confessar que amar-te é aprender a amar mais aquilo que sou quando estou diante de ti. "

" Eu nessa madrugada, caderno, lápis e borrachas, muitas borrachas para meus pensamentos. "

"...mas eu não estou sozinho, o deserto me acompanha! "

"E eu poderia passar horas falando sobre cada detalhe seu que eu amo. Poderia passar dias só te beijando e abraçando. Ou semanas te agarrando. Poderia passar meses com você. Só com você. Te mimando, te agradando, te querendo. Mas a verdade é que eu poderia passar vidas, só te amando."

Inserida por biancavasconcelos

Aonde quer que eu vá basta fechar os olhos que o fantasma do teu corpo sobre o meu me atormenta, volto ao tempo com as lembranças e sinto tua mão passeando em meu corpo, tuas carícias me faz delirar como se tudo fosse real, meu corpo queima feito brasa só em pensar que tu me fizeste sentir a mais linda sensação de prazer.

Inserida por YaraLAlencar

"ultimamente, tenho pensado, quem estará lá para tomar o meu lugar? Quando eu tiver ido, você precisará de amor para iluminar as sombras no seu rosto, se uma onda enorme caísse, e caísse sobre todos nós, então, entre a areia e as pedras, você conseguiria se virar sozinha? Se eu pudesse, eu iria eu irei aonde quer que você vá
bem lá em cima ou lá embaixo, irei aonde quer que você vá, e talvez, eu descobrirei uma forma de trazer tudo de volta algum dia. Para observá-la, para guiá-la, através do mais escuro dos seus dias, se uma onda enorme cair, e cair sobre todos nós, então eu espero que haja alguém, que possa me trazer de volta para você. Se eu pudesse, eu iria, eu iria aonde quer que você fosse, bem lá em cima ou lá embaixo, eu iria aonde quer que você fosse. Fuja com o meu coração, fuja com a minha esperança, fuja com o meu amor, só agora eu sei o quanto, a minha vida e o meu amor precisam permanecer, no seu coração e na sua mente, eu estarei com você por todo o tempo. Se eu pudesse, então eu iria, irei aonde quer que você vá, bem lá em cima ou lá embaixo, irei aonde quer que você vá, se eu pudesse fazer o tempo voltar, irei aonde quer que você vá, se eu pudesse fazer você ser minha, irei aonde quer que você vá (88)"

Inserida por maspqpisa

O sol na manha tensa esta sempre a brilhar e aqui estou eu novamente a sonhar, será sonho ou realidade que eu não consigo encarar, enfim são as verdades da vida que eu tenho que enfrentar

Inserida por JulioRamos

Um dia eu achava que nenhuma mulher seria capaz de me abalar , entao te conheci e tudo mudou ...

Inserida por LucazAntunez

Eu seria Hipócrita em dizer...
Você PRECISA MUDAR!
Não é só você, eu também preciso

Inserida por julianarocha20

Não é obritório concordar comigo, você possui sua história e eu a minha, mas é ncessário que compreendas o que eu penso e digo para assim formular a sua opnião.

Inserida por evertonknapik