Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu

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⁠Eu lhe beijo 😘, ela me beija de volta! Karma 🌚.

Eu vivo porque no mundo existem muitas coisas que eu gosto, o resto que se dane...


Assim, tão triste sem razão
Estou farta de mim
Eu maltrato meu coração
Ao sofrer pelo bem que eu tentei
Nem vi, todo mal que há em mim
Ao querer impor um fim
Ao meu Bel prazer
Fujo tão covarde do meu sonho
Com medo de me soltar
O que vão pensar de mim?
A verdade, é que eu não desisti
Ainda creio conseguir
Bem alto cantar pra Ti
E para mim
Pois sei, hoje estou a merecer
Por tudo que já lutei
Pelo amor que eu senti
Agora, é hora de lutar por mim
Pois eu vou chegar ao fim
Como a chuva que passou
As vidas, são luzinhas a piscar
Ao acender e apagar
Tão fugazes no além
Mesmo sendo somente um piscão
Brilhar sempre é minha ambição
Através da minha voz
Pelo bem e pelo mal que há em mim
Por tudo que eu sofri
Me rebaixando a solidão
Por não ter quem me escutar
Quem em mim a acreditar
Pelo que simplesmente sou
Um artista, como um Deus deve ser belo
Grandioso e eterno
Pra servir de inspiração
Agora, eu preciso de Você
Pois estou a envelhecer
Quem olhará uma murcha flor?
Se, eu não me dou descanso
É pois eu ainda sonho
Em cantar com o coração.

Passei minha vida a sonhar...
Sonhei muito mais do que eu seria
Fui muito menos do que vislumbrei
Concreto em mim, é somente a poesia,
Que dá serventia às minhas noites sem dormir.


Deus, minha maior ambição é Tu existires
E compreenderes a mim...
E guardar todo amor que senti em uma caixinha no Teu infinito,
Para que, pelo menos pra Ti, eu não deixe de existir.


Coisas belas no mundo, tantas belezas eu vi,
Mas, muitas vezes, não fui enxergada e ouvida...
Não ao menos sendo eu: Natali...


Um coração que queria amar, criar e dar o melhor de si...
Mas um coração, nesse mundo, não é nada...
Por isso, espero em Ti.


Sonhei muito mais do que fui,
Mas, mesmo sendo apenas uma sonhadora,
Eu fui real e leal à verdade que há em mim.

Lá vou eu extravasar as elucubrações contidas em meu peito, liberar as vozes presas dentro de minha cabeça. Ando saturado das pessoas — de suas manifestações, pensamentos, conceitos e atitudes. Às vezes penso que, com o passar do tempo, seja natural que, ao envelhecermos, passemos a ser mais críticos, menos tolerantes, mais… chatos. Era assim que eu via as pessoas mais velhas: chatas. Aborrecidas, amargas, de mau com a vida.


Talvez não seja nada disso. Talvez apenas carreguemos, com o tempo, uma bagagem mais objetiva e clara — e, paradoxalmente, mais abrangente e diversa. E talvez isso pese mais do que imaginávamos.


Percebo — e sei que não estou fora disso — que as pessoas, de modo geral, andam excessivamente superficiais e egocêntricas. Isso ultrapassa o limite do suportável para quem já enxerga o Mundo e a Vida por um prisma um pouco mais ajustado, ainda que longe de ideal. Posso estar enganado. Posso estar cansado. Ou ambos.


Pode ser que isso se deva aos meios que existem hoje para as pessoas - ao menos teoricamente - se comunicarem. Mas ao invés de fazerem uma troca, parece que querem apenas monologar. Parece que todos se julgam os Escolhidos, os Iluminados aos quais todos (todos, sem exceção - na cabeça delas) querem ouvir, querem saber sobre, querem aprender com.


Nem mesmo na minha fase de professor, quando me era atribuída alguma “autoridade” para ser ouvido e respeitado, eu me sentia dono da verdade. Sempre questionei o que ensinava. Sempre tentei plantar a dúvida no terreno do meu próprio conhecimento, então ainda bastante limitado. Hoje, consciente de que sei mais do que sabia naquela época, sei também — como Sócrates — que nada sei. E que do Universo nada saberei no dia em que não mais for.


Vejo gente despejando pela boca a própria ignorância, temperada com soberba, arrogância e autodeslumbramento. E reconheço: em certos dias, temo fazer o mesmo. O amor ao próximo — desde que não esteja tão próximo — parece ter sido substituído pelo amor-próprio superlativo. A opinião virou espetáculo. Quem dá palco, muitas vezes, o faz apenas para atirar tomates depois. Não para ouvir, mas para se validar. Para se sentir maior.


Vejo isso em todas as searas: pessoal, social, moral, política, comportamental. Todos são autoridade no que fazem, mesmo sem formação. Todos estão por cima da carne seca, mesmo enfrentando a própria precariedade cotidiana. Todos se declaram impolutos, ainda que cultivem preconceitos íntimos. Todos são “do bem”, desde que o político de estimação do outro seja, invariavelmente, um bandido.


Talvez eu esteja cansado. Cansado de ver gente tentando convencer os outros a abraçarem sua religião, sua sexualidade, sua visão política, seus hobbies. Não me obriguem a acreditar em deus. Não me obriguem a ser quem não quero ser. Não me obriguem a votar em quem cujas botas vocês escolhem lamber. Não me obriguem a gostar do seu estilo musical preferido.


Se as pessoas parassem de bater bumbo para doido dançar, talvez tudo isso pudesse perder força. Talvez não resolvesse. Mas, quem sabe, voltasse a ser minimamente suportável. Para todos.

O universo não tem favoritos; eu sou o autor da minha vontade e apenas uma testemunha da verdade.

Não preciso da sua alegria, afeto ou preocupação. Enquanto eu tiver oxigênio pra respirar vou continuar vivendo normal. Se acha que não tá bom o suficiente, não tem problema nenhum não falar comigo, na verdade tá me fazendo até um favor.

Quando eu percebo que nas minhas escolhas eu sou feliz, fica fácil aceitar os desafios e viver sem medo de ter decido.

Dizem por aí
Dizem por aí, que sou eu quem rouba as tuas lembranças,
quando estás pensativa.
Dizem que sou eu quem rouba os teus amigos,
roubo alimentos e delírios e levo embora a tua bússola de destinos.
Dizem por aí, que roubo a tua água, sabão e esponjas que lavariam os teus erros.
E dizem mais.
Dizem que fui ligeiro, ao encher os teus olhos de areia e pendurar aranhas nas luas cheias plantadas em teus jardins.
A Globo não diz, mas teus seios cresceram me esperando.
Não diz que os meus arbustos floresceram, exercitando os seus músculos, dentro da solidão e saudade de ti.
Dizem por aí, que eu me fiz passar por alguém que a levaria ao cinema.
Mas, de bolsos vazios? Claro que não apareci.
Te neguei refúgio, neguei-te a claridade e roubei os teus cigarros.
Fiz desenhos alunares e a deixei sonhando com o altar.
É claro que todos estão certos, afinal, sou esse monstro repleto de traças e de brochuras. Sou único, a montar e desmontar os teus quebra-cabeças.
Dizem as esquerdas, que conhecestes a liberdade, através de mim!
Não dou testemunhos falsos.
Juntos, caminharemos firmes rumo ao massacre.
Deixe que falem que sou romanesco e até simplório. Deixe que chorem.
Lágrimas salgadas de oceano são sintomas sem vidas. Foi o Fernando quem falou essa coisa.
Loucuras sem método? Aguarde notícias.
Só não interfira no que faço. Deixe-me errar. Eu sei errar sozinho.
Quando o poeta está errando, deixe que enlouqueça.
Não afugente os seus delírios.
De mãos dadas, rumaremos ao desastre.
Pode ser que nos matem e que nos rasguem, e até nos apaguem. Se a direita ressuscitar, isto é certo.
Mas vamos nos pertencer. Formaremos uma só ideia. Alimentaremos a tudo que de certa forma possa gerar futuros.
Chegaremos ao futuro expondo nossas vísceras. Seremos dois gigantes destemidos. Não vamos perpetuar orçamentos em segredo.

⁠Eu odeio o amor.

Odeio como os seus olhos brilham e me encantam... ao mesmo tempo ofuscam a sua alma de mim.
Odeio quando você diz que me ama, mas que não me quer... fazendo-me te esperar por toda a minha vida.
Odeio como, mesmo de maneira inconsciente, vivo pensando em você... o que me faz sonhar acordado.
Odeio que, depois de 14 anos, você tenha dito que ainda me ama... já que desperdiçou os melhores anos da minha juventude.
Odeio que você esteja tatuada na minha pele... externando o que há muito está tatuado na minha mente e no meu coração.
Odeio como magoo as demais mulheres... só por não poder e não querer te esquecer.
Odeio quando você me liga... só pra dizer que não quer mais falar comigo.
Odeio que você nunca me esqueça... mas diga que não quer ter um vínculo eterno comigo.
Odeio que você tenha vindo me ver e me beijado... me deixando novamente apaixonado.
Sobretudo, odeio não conseguir te odiar nem por um segundo... embora seja um misto de amor e dor, eu ainda TE AMO! ❤️💔

E bem lá no intimo eu desejo o vigor e o pulsar das coisas leves,lindas e abençoadas que a vida me dá.
*•⊰✿

A minha melhor fotografia?
É a imagem mais bonita que eu guardo na minha lembrança.

Mesmo que o dia escureça
Eu sou tua clareza
O peso é do mundo, não teu
Descansa em mim — sou céu - Frase da música Não é só seu do dj gato amarelo

Pode desabar
Que eu vou segurar
O que for teu, é meu também
E a gente fica bem - Frase da música Não é só seu do dj gato amarelo

As pernas perguntaram para a mentira:
— Por que dizem que eu sou curta?

A mentira respondeu, vaidosa:
— Porque eu não deixo você ir longe.

Mas a tecnologia entrou na conversa:
— Errado. A mentira não tem pernas curtas.

A mentira sorriu, aliviada:
— Finalmente alguém me defende!

A tecnologia se aproximou e sussurrou:
— Mentira, você não tem pernas.
Eu cortei todas elas.
E comigo…
você não vai a lugar nenhum.

Não é esquecer, é libertar
E deixar o peito respirar
Quando eu te abraço sem cobrança
Eu escolho a esperança - Frase da música Perdoar é um presente do dj gato amarelo

Se for pra escrever um novo final
Que ele comece com o olhar
Eu te perdoo, me liberto
E volto a te amar - Frase da música Perdoar é um presente do dj gato amarelo

Eu escolho ficar
Mesmo depois da dor
Porque amar de verdade
Também é recomeçar - Frase da música Perdoar é um presente do dj gato amarelo

Perdoar é o presente
Que eu dou a mim
De te olhar de novo
E ver onde tudo começou - Frase da música Perdoar é um presente do dj gato amarelo

Você disse coisas sem pensar
Eu guardei silêncios pra não machucar
E no meio de tanto ruído
A gente se perdeu no caminho - Frase da música Perdoar é um presente do dj gato amarelo