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Eu Prefiro ser essa Metamorfose Ambulante

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Eu comecei a acreditar que o mundo inteiro é um enigma, um enigma inofensivo que se torna terrível pela nossa própria tentativa furiosa em interpretá-lo como se ele tivesse uma verdade secreta.

Não peço riquezas nem esperanças, nem amor, nem um amigo que me compreenda. Tudo o que eu peço é um céu sobre mim e um caminho a meus pés.

O que eu procuro, antes de tudo, é a grandeza: o que é grande é sempre belo.

Mostre-me um herói e eu escreverei uma tragédia.

Qualquer que seja a aparência da novidade, eu não mudo facilmente, com medo de perder com a troca.

Eu não serei um astro do rock, serei uma lenda!

Eu posso mudar. Eu posso viver da minha imaginação ao invés da minha memória. Eu posso me amarrar ao meu potencial ilimitado ao invés do meu passado limitado.

Poucas pessoas toleram a riqueza. Dos outros, quero eu dizer.

Abre a mente ao que eu te revelo e retém bem o que eu te digo, pois não é ciência ouvir sem reter o que se escuta.

Eu ainda preciso de mais descanso saudável para trabalhar no meu máximo. Minha saúde é meu capital principal e eu tenho e quero administrá-la inteligentemente.

Meus filhos discordavam de mim toda hora, graças a Deus! Eu não punha objeções nenhumas a que fossem desobedientes. Os pais deviam lembrar-se de que, além de serem pais, são também o osso em que o cachorrinho pode afiar os dentes.

Entendam, eu não estou preso aqui com vocês, vocês estão presos aqui comigo.
(Watchmen)

Eu escrevo o meu nome nos livros que compro apenas depois de os ter lido, porque só então posso dizer que são verdadeiramente meus.

A virtude é o primeiro título de nobreza; eu não presto tanta atenção ao nome desta ou daquela pessoa, mas antes aos seus atos.

Molière
MOLIÈRE, J.,Don Juan, ou le festin de pierre, 1810

Eu componho de acordo com as circunstâncias em que estou envolvido, seja de ácido ou na água.

John Lennon

Nota: autoria não confirmada

Finalmente eu descobri que a única razão para estar vivo é desfrutar a vida.

Sertão, argúem te cantô,
Eu sempre tenho cantado
E ainda cantando tô,
Pruquê, meu torrão amado,
Munto te prezo, te quero
E vejo qui os teus mistéro
Ninguém sabe decifrá.
A tua beleza é tanta,
Qui o poeta canta, canta,
E inda fica o qui cantá.

(De EU E O SERTÃO - Cante lá que eu canto Cá - Filosofia de um trovador nordestino - Ed.Vozes, Petrópolis, 1982)

Se eu não tenho sobre mim próprio o direito de matar, quem o concedeu à sociedade?

Se as pessoas soubessem o quão duramente eu trabalhei para obter a minha habilidade, ela não pareceria tão maravilhosa depois de tudo.

Se eu fosse um fabricante de livros, faria um registo comentado das diversas mortes. Quem ensinasse os homens a morrer, ensiná-los-ia a viver.