Eu Prefiro ser essa Metamorfose Ambulante

Cerca de 401249 frases e pensamentos: Eu Prefiro ser essa Metamorfose Ambulante

É através da metamorfose das atitudes e pensamentos que se adquire entusiasmo e força para chegar ao tão sonhado objetivo.

Inserida por FranklinSilva87

⁠Por trás da beleza da borboleta esconde-se a solidão do casulo e a dor da metamorfose.

Inserida por ednafrigato

O amor verdadeiro por si próprio se fantasia, se reconstrói. Ele vira bicho, é uma metamorfose ou propriamente um desastre ecológico. ELE TEM TODOS OS BICHOS DENTRO DE SI.

Inserida por KatianaSantiago

Amor, dom que causa metamorfose... Se tu não mudas por ele, quem és tu?

Inserida por Ivaniltonsilva

Diante a sombra do silêncio, descobri a verdadeira metamorfose da vida.

Inserida por 171094

⁠Ecos da Metamorfose: Mente em Guerra

Estou em constante movimento, Energia se dissipando no primeiro pensamento. Não me sinto presente neste momento, Consciente da falta de argumento. Certezas vagueiam como o vento, Se tratando de não saber, eu tenho talento.

Passagem paga para o vazio, Já estou no assento. Senti demais, meu coração é turbulento. Se o universo é pacífico, eu sou violento. Humanidade acelerada, Eu me sinto lento. Se o pior acontecer, Não estarei atento.

Entrei na manada, Pelo prazer estou sedento. Entreguei minha alma, Não tenho comprometimento. Estou lúcido, Ou estou mais próximo da loucura e do estranhamento? Meu corpo é saudável, Meu cérebro é pestilento. Se estou lúcido, Por que estou sonolento?

Sofri por saber demais, Vale a pena ter discernimento? Num mundo de baixa moral, Onde está o empoderamento? Me sinto abandonado, Igual ao chão sem pavimento. Se eu nasci livre, Por que me falta entendimento?

Um misto de emoções e sentimentos, A existência de consequências sem adventos. Se a perfeição é construída inteira e completa, Todos fazem cisalhamento. Meu chefe é a vida, E eu imploro por adiantamento.

E no fim, Só faço parte dos elementos. Quando se trata de mim, Não sei o funcionamento. Entre conexões rasas e distantes, Perdi o pareamento. Percebi a minha falta de pertencimento, E me sobrou apenas o amadurecimento.

Será que a felicidade e a tristeza Estão em consentimento? Será que da minha liberdade Eu estou isento? Ou não faz sentido escrever tudo isso, E eu deva sentir apenas arrependimento?

Seria tão simples Só comer, dormir e fugir do tormento, Mas tenho consciência De que preciso de um complemento. Me iludindo por achar que sou íntegro, Mas preciso de um desentranhamento.

Só queria Da minha vida ter um bom gerenciamento. Será que tenho talento?

Inserida por ysouigor

BÁRBARA PALMA
Comparo você com as borboletas que passam por uma metamorfose até sair do seu casulo e poder voar com segurança. Assim foi você, se habilitou, passou pelo processo de adaptação, desempenhou suas atribuições profissionais com muita garra e determinação, e hoje estar acenando um até breve com a convicção de que semeou muitos saberes que germinaram conhecimentos, onde dinheiro nenhum pagariam, pois foram dias regados com insumos verdadeiros; amor, carinho e muita dedicação profissional.

Inserida por IlzimarDantas

⁠Nem sempre a melhor forma de mudar será a metamorfose.
Mas sim a força de querer.

Inserida por VagnerSpirit

Metamorfose

⁠Hoje...na melhor idade...
Ás vezes me vejo a pensar
O que o tempo é capaz de fazer
Com o passar das idades

Para os poetas...o tempo transforma:
Paixão em amor
Amor em amizade
Beleza da mocidade em
Sabedoria para idade

Na realidade...o tempo transforma
Paixão em possessividade
Amor em necessidade
Beleza em avareza
Sabedoria...em mediocridade

E a melhor idade?
Hum...chegou!
Sem habilidades e desconfiada
Desprovida de curiosidade
Desabastecida de felicidade.

Inserida por SoniaFranczak

⁠Ovo, larva, pupa e estágio adulto: a alternância entre as fases de uma metamorfose segue um padrão linear de duração, variando insignificantemente em dias, que se tornam meses e assim uma diferente existência emerge do casulo que abrigou temporariamente um ex-alguém. Me valendo mais uma vez em puro caradurismo da mecânica do mundo, roubo para mim a semiótica e afirmo com provas e convicção que o que nos resta do passado é a pavorosa lembrança de quem fomos há um milésimo de segundo (caso prefira, converta esse tempo à duração que lhe convém). A essa altura do campeonato, se me sobrou um resquício de decência, só me resta admitir o ódio inerente àquela garotinha estragada que acreditava ter o mundo em mãos, mas nem sequer era capaz de administrar os próprios devaneios. Bom, não que isso tenha mudado drasticamente de lá para cá, mas convenhamos que as medicações aparentam surtir um melhor efeito. Apelando (como de costume) a pieguice, dou sinal verde às minhas lágrimas, e que desçam em um tom cinematográfico por essa cara maldita que não passou um dia desse ano hediondo sem levar uma boa bofetada da vida! É, há um ano eu caminhava ao entorno de um parque enquanto levava rajadas de ventos que me desnorteavam em meio a um frio meia-boca de quatro graus, agora me sento no telhado com uma bebida usurpada do armário de meus pais escutando à pavorosa sinfonia de rojões que não tem nenhuma utilidade além de acelerar meus batimentos cardíacos e impulsionar o negativismo que me lembra o calor insuportável que terei de aguentar amanhã. Neste momento deveria estar pensando em como abordarei os acontecimentos traumáticos de dois mil e dezenove nos próximos dez anos de sessões semanais de psicanálise, mas estou escrevendo como uma artista falida mantida pelos pais (sim, é isto o que sou). Afinal de contas, nem os pobres textos escaparam de todas as tragédias, há tempos não vomito a podridão que me faz de hospedeira em um texto melancólico e grotesco, já que por motivos desconhecidos tudo o que escrevo adquiriu um caráter erótico e esporadicamente crítico, minha esperança é de que sejam os tais hormônios os culpados, aliás. Enfim, nessas horas vale a pena citar meu bom e velho amigo Belchior e dizer que ano passado eu morri, mas neste ano eu não morro (espero, não suporto hospitais).

Inserida por apatiatropical

⁠Cada recomeço é uma metamorfose para celebrar a vida!

Inserida por ValMoni

⁠Após ler A metamorfose de Kafka você tem um sobressalto espetacular:
Se vê minúsculo, repulsivo e insignificante, tal qual se sentiu Gregor Samsa.

Inserida por kakaabelha

Cada borboleta tem sua metamorfose alguns tem asas feridas mais não esqueça da beleza oculta .

⁠O amor é uma metamorfose de
Diversas facetas e gênero.

Inserida por fagner_sousa

⁠Alma de borboleta

Não sou uma lagarta a espera da metamorfose... Tenho asas que me levam aos jardins que eu desejar.

Inserida por Jlins76

Seja como uma borboleta! Acredite em sua metamorfose.
🦋

Inserida por patricia_jesusmarti

⁠Vivo em metamorfose,não me procure hoje na versão de ontem,você não irá me reconhecer.

Inserida por BrioneCapri

⁠...
Me agarro na metamorfose
Duas pernas me levam bem longe
Degusto meu café, minha dose
Não espere que eu te desaponte

Distante da resignação
Desperto e adormeço tentando
Bem longe da acomodação
Avalizo minha fé, vou lutando

Tem dias que entorpeço feliz
Tem dias que adormeço doído
Escapei da expiação por um triz
No mais estou sempre sorrindo

Valente, me tornei imigrante
Carreguei minha bagagem, família
Do caos, virei itinerante
Meu jargão, minha filosofia

Na estrada vi muitos espinhos
Ferrões, e eles não são meus
Nem fui, nem sou Zé-Povinho
Sou grande, acredito em Deus

O triunfo em verso e prosa

Inserida por andre_villasboas

Metamorfose da Natureza

Mármore embrutecido
pelo buril raivoso
Sofrido e assolado
Depois de devastado
Sente-se hoje orgulhoso

Casulo velho disforme
diante das flores perfumadas e belas,
Clamou-se entristecido
Transformado e voando pela janela
Agradece o acontecido

Rubro ferro na bigorna inconformado
Dilacerado Jogado ao chão
Na máquina do progresso
Fazendo muito sucesso
Ao fogo pede perdão.

Semente na cova escura
chorando atormentada
Porque foi abandonada
Ao ver a árvore frondosa
Louva ao sol e a terra generosa.

Ademir Missias 03/21

Inserida por MIssias

⁠METAMORFOSE

Sem despertar nenhuma admiração
uma lagarta na sua carcaça,
é cativa desta situação,
cresce no exílio… o tempo não passa.

Nova manhã… num sussurro sonolento,
rompe o casulo… emerge fascinante
em borboleta. Nas asas do vento,
corta o ar com seu manto azul cintilante.
A borboleta com graça e magia,
Ao passar pelo aperto do casulo,
da sua história fez uma poesia.

1.º lugar no Concurso Literário da Academia de Letras dos Campos Gerais.

Inserida por MadalenaPizzatto