Eu Prefiro ser essa Metamorfose Ambulante

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Eu estou morrendo cada dia mais. Até que vai chegar um dia que eu não vou mais aguentar, e eu não sei o que vai ser de mim quando isso acontecer.

Se eu disser que estou morrendo de saudade você vai dizer que é exagero, mas o que eu posso fazer se um minuto sem você parece um mês inteiro.

Na luta da humanidade contra o câncer, eu estou do lado do câncer.

Não me importa que você não goste. Que não se encaixe no seu perfil. O que eu escrevo é o que sinto, e o sentimento está acima de explicações, só pode ser comprovado através de ações.

Eu não estou ensinando técnicas marciais, estou ensinando a não violência.

Hoje sentir falta do que eu deixe pra traz, algumas coisas por imaturidade outras por não querer mesmo, não que eu esteja me arrependendo, mas estou movida pelo sentimento que TODOS passam 1,2,3000 vezes na vida....
A saudade é um sentimento muito complicado você não pode voltar lá reviver, só lembrar daquilo que um dia te fez rir ou chora.
Hoje lembrei só do que me fez rir das palhaçadas que vive das emoções também, e o resto não me lembro.

Eu decidir fazer o que me faz feliz jogar futebol

Eu amo ele, Lindo, maravilhoso, me deixa nas nuvens, poderosa, e quando estou com ele me sinto uma Diva...
#Meu sapato claro, pensou que fosse homem neh?
Quanto a esse já estou vacinada.

“é tão difícil entender o coração, e tantas vezes eu tentei acredito numa história de amor, não uma daquelas perfeitas…acredito que o amor não seja se contentar com o perfeito e sim conciliar com a imperfeição do outro”

#Aprende amor perfeito só o Deus que deu seu unico filho para morrer por nós meros motais naquela cruz.

Hoje eu me sinto muito mais leve, depois que me desfiz do que mais me atrasava, você, incrivel como uma pessoa tem a capacidade de atrasar tanto a vida de outra. E pra você deixo só as lembraças daquilo que poderia ter sido a melhor coisa da sua vida, EU.

If today was your last day (Se Hoje Fosse Seu Ultimo Dia)

Estava eu em casa curtindo um som em mais um daqueles momentos de nostalgia, confuso e ocupado de tédio além dos serviços diários quando me lembrei de uma musica. Já digo ao leitor curioso que está lendo esse péssimo texto (si é que é um texto) que não sou muito fã de Nickelback, mas tenho lá meu gosto por alguma musicas. Em especial essa (“If today was your last day”) tem me levado a meditar.

Idiota; infantil, pode ser, julgue como quiser, mas essa musica me lembra de quantas vezes perdemos pelo simples medo de tentar. Passamos horas pensando no certo a se fazer, buscamos acertar, porém acabamos caindo no erro de não tentar.

Quantas oportunidades perdemos de ser feliz por medo, timidez ou por pensar que haverá novas chances. Quantas vezes deixamos algo que queremos passar?

Ilusão! E se hoje fosse seu ultimo dia, o que você faria? Declararia a alguém que você ama? Você viveria cada momento como se fosse o último? Perdoaria seus inimigos? Encontraria aquela pessoa com a qual você sonha?

“O que vale a recompensa sempre se vale a luta” (If today was your last day - Nickelback)

Talvez eu devesse ter visto os sinais, devesse ter lido a escritura na parede e percebido através da distância dos seus olhos que eu poderia ser a primeira a cair. Não importa o que você diz, eu ainda não acredito que você poderia ir embora. Isso não faz sentido pra mim!

Nunca quis te machucar____
Porém você me fez chorar...

Eu somente não esqueci
Acredite...

Ainda dói !

Hoje o vento me trouxe notícias de você_______
Eu chorei lembrando seu sorriso...

E sorri esperando sua volta !

Eu estava tentando voar, mas eu não consegui achar asas. Você veio e mudou tudo.

Inútil querer me classificar: eu simplesmente escapulo não deixando, gênero não me pega mais. Estou em um estado muito novo e verdadeiro, curioso de si mesmo, tão atraente e pessoal a ponto de não poder pintá-lo ou escrevê-lo. Parece com momentos que tive contigo, quando te amava, além dos quais não pude ir pois fui ao fundo dos momentos.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Eu discordo completamente do que você diz, e defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo.

Evelyn Beatrice Hall

Nota: Adaptação da frase de Evelyn Beatrice Hall, muitas vezes atribuída erroneamente a Voltaire.

⁠Que raiva de mim, o pior é que eu nem sei porque tô com tanta raiva.

A dor de não ter um amigo, você ja sentiu?


Hoje eu entendo o coração pulsante de Vinícius de Moraes quando disse "eu poderia suportar, embora não sem dor que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos" .

Talvez a dor de perdermos os amores seria intensa, mas a dor de não ter um amigo seria maior . Sempre super valorizei o poder de uma amizade, a capacidade que um amigo tem nos transformar, embora nunca assumimos isto.
Amigos não tem preço, não se encontram em uma esquina qualquer, não se vendem em super mercados, não estão na vitrine de um shopping, nem tão pouco em anúncios de jornais . São conquistados pela fragilidade e sensibilidade que temos em não querer estar só. São complementos na vida do ser humano ao qual requer responsabilidade, sentimentos, compreensão , sinceridade e confiança.
A força da amizade é um laço bem feito , que desenrola quando bem entender, não tem nó, não aprisiona e nem tão pouco julga. Cada vez mais acredito que amigos a gente escolhe , seleciona , sente , reconhece , ta na gente e na forma com vivemos.

Sou bem seletiva nesta área e com a permissão de Oscar Wilde "escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta ", aqueles que não vivem de hipocrisia, mas que tem a alma limpa coberta de verdades livres e não impostas, amigos que mesmo sabendo quem sou e como sou estarão comigo, me defendendo quando me acusarem, me protegendo quando falarem de mim, me amando quando todos me odiarem, sendo contra mim quando eu errar, mas sempre comigo me levando a acertar.
Escolho meus amigos pela capacidade que eles tem em me compreender, e mesmo distantes me fazem senti los por perto, seja no mundo real ou virtual. Escolho meus amigos pela beleza interior , dos chatos aos agradáveis , dos bobos aos sérios , dos insanos aos normais , do certinhos aos loucos, dos falantes ao silenciosos , mas que conhecem e reconhecem o avesso de mim....
Estamos na semana da amizade....Escolha um amigo, reconhece o e sinta o prazer de se ter um amigo...porque hoje eu escolhi você

"Por isto fica aqui um pedido: desta humilde "amiga" :não deixe que a vida passe em branco e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades."eu poderia suportar, embora não sem dor que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos" .
(Vinicius de Moraes)

A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.