Eu Prefiro ser essa Metamorfose Ambulante

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Enfim, esses ciúmes de mulher. Que eu nunca entendo porque são polvilhados de um egoísmo vulgar, de bolero barato. Só se deve ter ciúme do que vale a pena, do que é verdadeiramente importante. Não devemos desgastar-nos sentindo ciúme de tudo. Mas as mulheres não pensam assim. São capazes de sentir ciúme do ao mesmo tempo e com igual intensidade e veemência do marido, do amante, e de dois namorados. Têm muita habilidade para a vida. Ou muito sentido pragmático.

Eu aprendi pesquisando, que uma bussola aponta sempre para o norte, não importa onde estiver; mas não orienta sobre pântanos, desertos e abismos que você encontrará pelo caminho. Se na busca pelo seu destino, você vai de cabeça ignorando os obstáculos e acaba se afundando depois em pântano, de que adianta saber para onde fica o norte?

Ele: Sente sua falta hoje

na escola, por que você não foi?
Ela: É, eu tive que ir ao médico.
Ele: Ah, mesmo? Por que?
Ela: Ah, nada. Consultas anuais, só isso. Então, o que tivemos em matemática hoje?
Ele: Você não perdeu nada demais. Só um monte de anotações.
Ela: Ok, bom.
Ele: É.
Ela: Ei, tenho uma pergunta.
Ele: Fale.
Ela: O quanto você me ama?
Ele: Você sabe que eu te amo mais que tudo. Por que a pergunta?
Ela: (silêncio)
Ele: Tem algo errado?
Ela: Não, nada mesmo.
Ele: Ok.
Ela: O quanto você se importa comigo?
Ele: Eu te daria o mundo numa batida de coração, se eu pudesse.
Ela: Daria?
Ele: É, claro que eu daria. (parecendo preocupado) Tem alguma coisa errada?
Ela: Não, tá tudo bem.
Ele: Tem certeza?
Ela: É.
Ele: Ok, eu espero.
Ela: Você morreria por mim?
Ele: Eu me jogaria em frente uma bala para ela não te atingir, a qualquer dia.
Ela: Mesmo?
Ele: Mesmo. Mas agora, sério mesmo, aconteceu alguma coisa?
Ela: Não, eu tô bem. Você tá bem, nós estamos bem. Tá todo mundo bem...
Ela: Bom, tenho que ir. Te vejo amanhã na escola.
Ele: Tchau. EU TE AMO.
Ela: Também te amo, tchau.
O OUTRO DIA NA ESCOLA:
Ele: Ei, você viu minha namorada hoje?
Amigo: Não. Ela não estava aqui ontem também não.
Ele: Eu sei, ela estava agindo estranho no telefone ontem
Amigo: É cara, você sabe como as garotas são de vez em quando.
Ele: É, mas ela não.
AQUELA NOITE: (o telefone toca)
Ela: Alô?
Ele: Oi.
Ela: Ah, oi.
Ele: Por que você não foi na escola hoje de novo?
Ela: Ah, eu tinha outra consulta no médico.
Ele: Você está doente?
Ela: Hm, eu tenho que ir, minha mãe tá me chamando.
Ele: Eu espero.
Ela: Pode demorar, te ligo depois.
Ele: Tudo bem então, te amo (longa pausa)
Ela: (chorando) Olha, acho que devíamos terminar.
Ele: O que?! Por que?
Ela: Acho que é o melhor pra nós dois agora.
Ele: POR QUE?
Ela: Eu te amo. (ela desliga)
A GAROTA NÃO FOI PRA ESCOLA POR MAIS TRÊS SEMANAS, E NÃO ATENDEU AOS TELEFONEMAS.
Ele: E ai, cara.
Amigo: Oi. E ai, falou com sua ex?
Ele: Não.
Amigo: Então você não soube?
Ele: Soube o que?
Amigo: Não sei se eu seria a melhor pessoa para te contar, então, ligue nesse telefone. (passou um papelzinho para ele)
ELE LIGA NO NÚMERO DEPOIS DA ESCOLA.
Voz: Alô, Suppam County Hospital, aqui é a enfermeira Beckam.
Ele: Ah, eu devo ter ligado no número errado, estou procurando por uma amiga.
Voz: Qual é o nome dela? (o garoto dá as informações)
Voz: Sim, esse é o número certo. Ela é uma de nossas pacientes.
Ele: É mesmo? O que aconteceu? Ela está bem?
Voz: O quarto dela é o número 646, no prédio A, suíte 3.
Ele: O QUE ACONTECEU?
Voz: Por favor, venha aqui e veja o senhor mesmo, obrigada.
Ele: Espera! Não! (o telefone já tinha sido desligado)
O GAROTO FOI PARA O HOSPITAL. A GAROTA ESTAVA DEITADA NA CAMA DO QUARTO. ELA PARECIA FRACA.
Ele: Meu Deus, você está bem?
Ela: (silêncio)
Ele: Amor, fala comigo!
Ela: Eu.. eu tenho câncer. Estou em suporte de vida.
Ele: (começa a chorar)
Ela: Eles vão desligar tudo hoje à noite.
Ele: Por que?!
Ela: Eu queria te contar, mas eu não podia.
Ele: Por que não?
Ela: Eu não queria te machucar.
Ele: Você nunca poderia me machucar.
Ela: Eu só queria ver se você sentia o mesmo que eu sinto por você
Ele: ?
Ela: Eu te amo mais que qualquer coisa. Eu te daria o mundo em uma batida de coração. Eu me atiraria em frente a uma bala para te salvar. Eu morreria por você.
Ele: …
Ela: Não fique triste, eu sempre vou te amar, estando aqui ou não.
Ele: Então por que você terminou comigo?
Enfermeira: Ei, jovem, o tempo de visita já acabou.
O GAROTO SAI, AS MÁQUINAS DE SUPORTE DE VIDA FORAM DESLIGADAS. ELA MORREU.
Mas o que o garoto não sabia é que a garota só fez aquelas perguntas à ele para poder ouvir ele dizer aquelas coisas uma última vez, e ela só terminou com ele porque ela só tinha mais três semanas de vida e pensou que assim causaria menos dor à ele, dando um tempo para ele esquecê-la antes dela morrer.
NO PRÓXIMO DIA: O garoto foi encontrado morto com uma arma em sua mão, e com um pequeno papel na outra, escrito: Eu disse à ela que levaria um tiro por ela, assim como ela disse que morreria por mim.

"Saudade"
Eu achava que significado de saudade era apenas sentir falta.
Hoje eu pude perceber que está além disso...
Saudade é chorar
Saudade é pensar
Saudade é lembrar
Saudade é sentir...
sentir sim... que mesmo tão longe, vc esta bem perto...
está no meu coração!
Atormentando-me com esses sentimentos
impedindo-me de te esquecer...
fazendo-me saber que estás vivo no meu viver...

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta, que hoje eu me gosto muito mais, porque eu me entendo muito mais também. E que a atitude de recomeçar é todo dia, toda hora. É se respeitar na sua força e fé.

Depois que eu souber o significado abstrato, do verdadeiro amor.Serão detalhes todas as outras minhas curiosidade!

Qual é o motivo de eu ter nascido?

Eu sou a porta. Quem entra por mim, será salvo. Entrará, e sairá, e encontrará pastagem. (João 10,9)

É complicado tentar explicar tudo o que eu sinto por você, é tão grande que não existem palavras que consigam definir o meu amor. Você conseguiu despertar em mim algo que estava adormecido há muito tempo, quando eu achava que não podia ser feliz, você apareceu, e me fez sorrir uma vez mais. Às vezes a gente pensa que não pode ser mais feliz do que já é, e aparece alguém que te faz explodir de felicidade, que te faz rir quando você quer chorar, que levanta teu astral quando você está mal, e no meu caso, esse alguém foi você amor. As vezes eu sou muito boba, chata e ciumenta, eu brigo com você sem ter motivo, mas também, acima de tudo isso, eu te amo. Eu tenho que dizer que viver sem você já não tem sentido algum, e que ficar ao teu lado é o que me deixa feliz!

Eu não sou uma garotinha boba que sonha com cavaleiros. Eu sou uma mulher. Uma mulher que, de forma completa e inconveniente, pela primeira vez na vida, sente desejo. Um desejo ardente pelo pior homem possível. Um duque profano, amargo, ferido, que se recusa a sair da sua casa.

Eu realmente me afoguei,
Me afoguei em você,
No teu olhar que sufoca
E me derrota.

Eu quero que todos te conheçam como eu te conheci, em doses homeopáticas, devagar, se encantando com uma coisa de cada vez. E assim se apaixonarem por você igual eu me apaixonei.

Eu já sofri, e sofri muuuuuito, de saudade, de dor, de solidão, se estar sozinha.. e com o tempo eu fui ficando mais velha, fui ficando fria e criando anticorpos pro amor, até que um dia eu descobri que estava totalmente anestesiada desse sentimento.. Sabe o que é ver uma pessoa ótima, na sua frente com as melhores intenções dizendo que te ama, e você não sentir nada, mais nada mesmo, nem pena..e sua unica reação ser dar um sorriso e dizer, não posso fazer nada... Depois que eu parei pra pensar, e refiz toda essa cena eu caí na real que meu sofrimento precoce me tornou uma pessoa fria, eu já tentei reverter esse quadro, já tentei me sentir bem do lado de qualquer pessoa e não consigo.. É como se eu tivesse levado o meu primeiro adeus a sério demais, deixando todo meu amor pra trás.. Isso também me fez uma pessoa com mais medos.. Na verdade o que eu criei não foram escudos, nem anestesias, isso são só desculpa esfarrapadas.. eu criei foi medo, medo de amar.. de sofrer de novo.. medo de sentir.. Saudade só faz bem quando pode ser curada, caso contrário vira dor.

Eu vi a Cady Heron usando calças do exército e sandálias, então comprei calças do exército e sandálias.

Ou eu só saio com idiotas insensíveis, ou eles eram geniais e eu os transformo em idiotas insensíveis.

⁠Parece que eu estava vendo como eles eram, vendo como serão e depois de eles morrerem.

Ele estava completamente alheio da minha presença, já eu, estava completamente ciente dos seus atos, e no meu próximo ato. Minha presença, até então desconhecida, foi revelada quando coloquei-me de pé na porta da cozinha, à sua frente. Olhamo-nos como sempre, com aquele ar de implicância no ar. Ele sabia que meu próximo ato seria irritá-lo, como forma da minha diversão. Tomei-lhe o pacote de biscoito que se encontrava semi-devorado em sua mãe. Sua reação foi a mais do que esperada, no instinto de somente combater a minha superioridade do momento, esquecendo-se do valor real do biscoito, ele empurrou-me contra a parede, tentando tomar-me o objeto de briga. Seu corpo e o meu estavam juntos, e seu rosto bem perto do meu, sua força me tirava a vontade de continuar naquela implicância sem fundamento. Num gesto bruto como tal, empurrei-lhe na primeira porta que tive chance. Acabamo-nos no banheiro, com as luzes apagadas e ainda brigando pelos biscoitos, que só eram, agora, uma desculpa para testar nossas forças. No fundo, eu sabia que ele tinha mais força que eu, fisicamente, porque quem cairia tão fácil numa implicância como essa? Quem tem seu ego tão ferido só por causa de um biscoito? Quando eu já estava exausta e a respiração estava falhando, ele tomou de mim o pacote, com um sorriso vitorioso no rosto. Eu não ia deixar por aquilo. Eu comecei então eu ia terminar. Acabei por fechar a porta e trancar nós dois lá dentro, com as luzes apagadas. Mesmo estando escuro, eu via seus olhos duvidosos nos meus, que estavam maliciosos. Ele parecia uma criança, mas de criança fazia-se só sua aparência. Porque dentro dele tinha um coração maduro, idéias feitas, porém, uma mente confusa e perturbada. Voltando para implicância, mandei-lhe me devolver os biscoitos, mas ele negava-se, como esperado. Havia algo no ar que me desconcentrava, respirei fundo, então notei o perfume dele no ar, me confundindo da minha meta. Por puro instinto, fui para cima dele para pegar de volta o que me pertencia, ele jogou-me de novo contra a parede e me prensou lá. Sem me debater, sem brigar, sem respirar. Seus olhos estavam nos meus e minha boca muito perto da sua, eu podia sentir o gosto do seu hálito. Tudo ao redor ficou mais escuro, e eu senti meu corpo todo perder a força, meu coração acelerou. De repente, eu só senti que não era mais o gosto do seu hálito que eu sentia, e sim a sua boca na minha. Seus lábios eram quentes, e mesmo estando acostumada com eles, eu me perdia. Suas mãos passavam pelas minhas costas, meu cabelo, meu pescoço, tudo que ele sabia que pertencia a ele. Eu, do meu lado, só tentava trazer o corpo dele pra mais perto do meu, iludindo-me que fisicamente aquilo seria impossível. Mas por outro lado, estávamos sendo um só ali, mesmo sentimento. Não havia o que perder, não havia o que ganhar... Por fim, nenhum dos dois ganhou.

Todo dia eu recebo uma tapa na cara da corrupção, mas nada se compara a dor que sinto sobre tanta impunidade.

Eu sempre me lembrarei
Era fim de tarde
Durou pra sempre
E terminou muito rápido
Você era completamente sozinho
Brilhando em um céu cinzento
Eu estava mudada

Em lugares que ninguém encontraria
Seus sentimentos estavam escondidos
Foi então que compreendi
Que para sempre estaria em seus olhos...
No momento em que o vi chorar

Era final de setembro
E eu o havia visto antes
Você sempre foi frio
Mas eu nunca estive certa disso
Você era completamente sozinho
Brilhando em um céu cinzento
Eu estava mudada

Eu queria te abraçar
Eu queria fazer isso ir embora
Eu queria te conhecer
Eu queria descobrir tudo sobre você

Eu morro a cada decepção, a cada mentira, a cada pessoa que me abandona. E vou continuar morrendo até levarem a última parte de mim. Porque morrer é assim, um processo longo que merece ser estudado. A gente começar a morrer a partir do momento que nasce, a gente morre quando criança, nossa mãe não nos deixa colocar na boca aquele brinquedo tão interessante. Morremos a espera, morremos de esperança, morremos de amor, morremos de dor. A gente morre quando percebe que a vida não era e nunca vai ser o que pensávamos, a gente morre com a mudança. A gente morre quando cresce, morremos quando se envelhece. Quando estamos jantando à espera de um prato que nunca vem. Morremos quando percebemos que ser apenas você mesmo não é o bastante. A gente morre na calçada enquanto andamos sempre na mesma direção, sabendo que tudo na vida que vira rotina, morre em vão. Morremos toda manhã ao acordar e perceber que quem nos queríamos ao nosso lado não está lá, morremos ao café da manhã, nossos ovos hoje estão podres, morremos ao ver que o do vizinho não. Morremos sem querer, morremos de propósito. Morremos em partes, e repondo essas partes que morremos de novo. Nada voltará a ser o que já foi um dia, morrer querendo ou não te torna mais vivo. Estamos gradativamente morrendo. Se perdendo em partes, vivendo de escassos, caindo aos pedaços. Eu morri uma vez. Hoje nasci de novo, e amanhã voltarei a morrer. E vou continuar morrendo até levarem a última parte de mim.