Eu Prefiro ser essa Metamorfose Ambulante

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E se um dia os seus motivos pra sorrir acabarem, me avisa que eu te dou os meus.

A luxúria nunca me atraiu, eu gosto de coisas simples, livros, estar sozinha, ou com alguém que me compreende.

A sabedoria só surge quando a consciência do “eu que é a criadora, a causa do sofrimento, é dissolvida

Eu não jogo indiretas, é você que sempre tem o molde da carapuça.

– Eu tenho medo de ferir o coração de alguém.
– Por quê?
Suspirei.
– Porque eu sei como dói.

Eu não quero encontrar a pessoa certa, não, não mesmo.
Quero que ela seja toda errada, toda torta, que venha na hora errada, que entre pela janela ao invés da porta, que chegue em uma data qualquer e sem aviso prévio, que venha despreparada ou chegue atrasada, mas que aos poucos, não queira partir, não consiga ir embora.
Não quero que ela me ame assim que me veja, talvez até que não vá com a minha cara, que me ache de repente superficialmente chata ou antiquada, mas que entenda que gostar ou não de alguém é algo que só depende da convivência e do "se permitir" conhecer o outro.
Não quero que ela veja minhas qualidades de pronto, nem que me ache incrível no primeiro encontro caso eu lhe arranque suspiros, não, não quero, quero sim é que descubra aos poucos o melhor de mim.
Não quero que ela seja irresistível, daquelas pessoas que só de olhar dá vontade de engolir ou pôr no bolso, não isso não, eu quero é alguém a quem eu não queira resistir, com todas as coisas erradas e certas que ela possa ter.
Não quero que ela seja super interessante, quero que ela tenha manias e erros irreparáveis e tudo isso a torne antes de tudo singular.
Não quero a pessoa certa.
Quero a pessoa errada, que vá contra minha racionalidade, aos padrões da sociedade, aí sim, saberei que realmente é pra ser!

❝ Caso não tenha notado,
eu sou estranho.
Esquisito.
Eu não me encaixo, nem quero.❞

Pai, eu sou mau por dentro? Não, mas as camadas de maldade na superfície vão quase até o centro.

Meu livro favorito era, de longe, “Uma aflição imperial”, mas eu não gostava de falar dele. Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam. E aí tem livros como “Uma aflição imperial”, do qual você não consegue falar – livros tão especiais e raros e seus que fazer propaganda da sua adoração por eles parece traição.

Eu vim de Deus. Não há nada mais para eu fazer aqui! Envie-me de volta para Deus, de Quem eu vim!

Eu

Eu sei que sou romantica,
romantica assumida.
Sou sonhadora e muito iludida com a vida.

Voou longe com mil e um sonho tentando realizar,
pensamentos voam alto e eu não consigo me encontrar.

As vezes eu começo a rir e lembro
de tudo que aconteceu durante o meu dia,
mas as vezes eu choro de tristeza por não ter
feito tudo aquilo que eu queria.

Se eu gosto de vestidos, saltos e maquiagem? claro. Mas cabelo bagunçado, moletom gigante e música alta é muito mais a minha cara.

Vem namorar comigo, vem me dá a tua mão!
Assim, tão longe, eu não consigo acalmar meu coração.

“Eu não quero muito. Eu só quero um colo que esteja disposto a me abrigar em dias ruins. Um colo pra repousar a cabeça e o corpo inteiro. Um colo que eu possa voltar pra sempre. Só um colo. Um colo sincero, sem obrigações. Eu só quero pés entrelaçados em noites frias. E também mãos entrelaçadas em dias quentes. Quero chocolate de colher na boca, sorvete melando o nariz e pipoca que acompanhe um filme no fim da tarde. Quero bons diálogos quando o mundo inteiro me parecer cuspir ignorância. Quero ser ignorante e ter quem me entenda mesmo assim. Eu só quero me sentir única, insubstituível, essencial. Não peço muito. Peço apenas que você me transmita força, coragem e confiança. Quero me perder e me encontrar nos seus olhos. Quero olhos que me enxerguem além do que permito enxergarem. Quero rodopiar e não me sentir tão tonta à ponto de cair. Quero não cair. Quero braços fortes que não me deixem chegar ao chão. E braços ainda mais fortes que me tirem dele. Eu só quero viver um prazer contínuo e não achar que algo, no fundo, está muito errado por isso. Quero dar gargalhadas e não me importar com o volume exaltado. Quero não me importar, mas ainda assim ser importante. Quero ser. E quero muito. Mas não quero nada. Nada que não me faça flutuar, nada que tire o brilho do meu olhar, nada que me desaprenda a andar. Eu só quero lembrar e rir. E depois chorar. E rir de novo. Quero mergulhar sem me preocupar com a profundidade. Quero não me preocupar mais tanto, tanto e tanto. Eu só quero deixar a mente livre, o coração aberto e os pensamentos fluindo. Quero ser inundado de sensações novas. Quero torcer por algo e sorrir mesmo que dê errado. Quero pular como se alcançasse o céu. E depois me contentar com meus pés no chão.”

Por que ele não olha pra mim? Será que eu sou tão inútil assim?

Seja sempre a melhor, eu não conheço ninguém que queira estar em segundo lugar.

Eu não sei muito sobre o mar, mas eu sei que o caminho é por aqui. E também sei o quanto é importante na vida... não necessariamente ser forte, mas se sentir forte, se avaliar uma vez na vida, se encontrar pelo menos uma vez na mais antiga condição humana, encarando a cegueira, ficando surdo... com nada pra te ajudar além de suas mãos e sua própria cabeça.

Quando eu estiver velha e minha filha me perguntar quem foi meu primeiro amor, eu não quero pegar meu álbum de fotos antigas. Eu quero ser capaz de apontar para o outro lado da sala e dizer: ele está sentado bem ali.

⁠Eu entrei no trem errado. E esse mesmo trem me trouxe até aqui. Ele me trouxe para o lugar que eu ansiava por vir toda manhã e toda noite. Ele me trouxe ao meu destino.

Eu quero me manter no papel de mulher independente, que dirige seu próprio carro, cuida da sua casa própria e não esquece da vaidade e de si mesma.